IV - O Brasil como Arco de Aliança: O Coração do Mundo em Prova e Renovação no
Evangelho.
Desde os tempos mais remotos, o Arco-íris não representa apenas uma aliança, firmada depois do colapso moral da humanidade antediluviana. Onde há o Arco-íris, houve antes o dilúvio. O Brasil, nesse sentido, não é promessa sem resgate; é ALIANÇA APÓS O CAOS.
1. O Coração do Mundo não é Prémio é Responsabilidade.
Chamar uma nação de "Coração do Mundo", não é exaltá-la; é exigi-la. O coração é o órgão que: Recebe o sangue impuro, filtra e redistribui vida. Assim, também é o Brasil; que recebeu Espíritos exilados, consciências ideológicas degeneradas, dores históricas profundas. Não para glorificá-las, mas para regenerá-las. Aqui, o Projeto do Cristo de Deus, não foi evitar o mal, mas convertê-lo em aprendizado.
2. A Chegada dos Espíritos da Revolução Francesa e a Prova Brasileira.
Os Espíritos vinculados ao arquétipo cananeu-revolucionário, não vieram por acaso; vieram porque aqui encontrariam: Clima emocional intenso, miscigenação espiritual profunda, liberdade relativa de pensamento, e, sobretudo, tempo histórico para reparação. Assim, o Brasil tornou-se um laboratório moral, onde: A violência deveria ser reeducada em compaixão, o autoritarismo em fraternidade, o cálculo frio, em sensibilidade humana. Por isso, a história brasileira é turbulenta, mas raramente terminal. Crises vem, mas não nos destroem.
3. O Arco-íris como Ponte entre Mundos.
O Arco-íris, une o céu e a terra. No Plano Espiritual, isso significa que o Brasil possui, para o bem e para o risco, permeabilidade entre os planos. Daí, a força mediúnica do povo, a religiosidade espontânea, sensibilidade emocional coletiva, além da facilidade para obsessões coletivas. É um país que sente antes de pensar. Isso, torna-o vulnerável e, ao mesmo tempo, potencialmente REDENTOR.
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