quarta-feira, 29 de abril de 2026

O QUE A CIÊNCIA ATUAL SABE SOBRE OS CANANEUS. (P - 3)

 1. Engenharia de Construção e Urbanismo.   


                      Os cananeus, foram mestres em adaptar suas cidades ao terreno montanhoso e árido do Levante. 

. Sistemas Hidráulicos:    

   Em cidades, como Hazor e Megido, eles construíram túneis de água e poços monumentais, que penetravam dezenas    de metros, na rocha sólida, para alcançar o lençol freático, garantindo a sobrevivência durante os cercos. 

. Arquitetura de Defesa:   

  Introduziram os "muros de casamata" e portões maciços, com múltiplas câmaras - como o famoso portão de seis câmaras de Hazor - que tornaram-se o portão de segurança, em toda a região. 

. O Palácio de Ugarit: Este complexo, possuía um sistema de esgoto avançado e banheiros, com água corrente, algo raríssimo, para a idade do Bronze.  

2. Matemática cananeia era, acima de tudo - prática e comercial. Eles não escreviam tratados teóricos, como os gregos posteriores, mas dominavam a aritmética, necessária para o comércio internacional.  

. Sistemas de Pesos: Utilizavam o sistema de ciclos (shekels). Arqueólogos, encontraram conjuntos de pedras de peso, calibradas com extrema precisão, indicando um sistema padronizado, que permitia trocas justas, entre o Egito e Mesopotâmia. 

. Geometria de Canteiro:  

  Para erguer templos e palácios, utilizavam princípios geométricos básicos, com finalidade de garantir ângulos retos, e estabilidade estrutural, em terrenos inclinados. 

Continua.

terça-feira, 28 de abril de 2026

O QUE A CIÊNCIA ATUAL SABE SOBRE OS CANANEUS. (P - 2)

3. Sociedade e Cultura.   

                         Diferente dos grandes impérios, Egito dentre outros, Canaã era uma rede, de cidades-estado, independentes - Tito, Jericó e Bíblos - que compartilhavam a mesma língua e costumes. 

- Os Pais do Alfabeto:   

   A maior contribuição, para a humanidade, foi o desenvolvimento do primeiro alfabeto fonético, que mais tarde evoluiu para o fenício, grego e eventualmente, o nosso alfabeto latino. 

. Religião: 

  Descoberta nas cidades de Ugarit, revelaram textos que, descrevem seu panteão de deuses: (EI, Baal, Moloc, Mot) A ciência hoje, entende que muitas práticas dos antigos hebreus, sofreram influências desse contexto cananeu.    

4. A relação com os Israelitas.    

    A arqueologia, sugere que a distinção, entre hebreus e cananeus, era mais cultural e religiosa do que étnica.

   . Vários arqueólogos, defenderam que, os primeiros Israelitas eram na verdade, grupos de cananeus, que "separaram-se" da sociedade urbana, para viver nas colinas centrais, adotando uma nova identidade e um estilo de vida mais simples; durante o colapso da idade do Bronze. 

CONTINUA.

       

O QUE A CIÊNCIA ATUAL SABE SOBRE OS CANANEUS. (P - 1)


                      A ciência moderna, transformou radicalmente, nossa compreensão sobre civilização cananeia; deixando de vê-los apenas como "vilões bíblicos", para entendê-los, como uma cultura influente e resiliente do oriente médio. Veremos a seguir, alguns pontos que, a arqueologia genética, revelaram recentemente até 2026. 

1. Genética: Eles nunca desapareceram totalmente. 

    Estudos genômicos de larga escala (como os publicados no American Journal of

    Human Genetics) mostraram que, ao contrário de relatos de extermínio total, 

    esse povo sobreviveu, deixando um legado genético enorme. 

    - Continuidade: Cerca de 90% a 93% da ascendência dos libaneses modernos, 

      provem diretamente dos Cananeus. 

   - Herança Compartilhada: Tanto populações judaicas quanto árabes modernos, 

     compartilham mais de 50% de seu DNA, com grupos, que viveram em Canaã, 

     durante a idade do Bronze. Isso, sugere que os grupos bíblicos, hebreus, 

     amonitas, moabitas; eram geneticamente, "primos" próximos, que 

     compartilhavam uma origem comum. 

2. Origens Migratórias.    

    A análise de DNA de esqueletos, de cidades, como Sidom e Megido, revela 

   que os cananeus, foram o resultado de uma mistura.    

   Povos Locais: 

   Agricultores neolíticos, que habitavam a região.   

  Migrantes do Norte:   

  Por volta de 4.000 a 5.000 anos atrás, houve uma migração, muito grande, de 

  pessoas provenientes das montanhas de Zagros (Irã) e do Cáucaso. Essa 

  miscigenação criou uma identidade genética, que hoje pode ser classificada como cananeia. 

CONTINUA.     

domingo, 19 de abril de 2026

MARTA E MARIA. (P - 3)


O Papel de Maria de Betânia após a partida de Jesus.     

                 Maria de Betânia, continuou a praticar e a instruir, o Evangelho do Amor Universal, como uma verdadeira discípula de Jesus. Marta, estando próxima de Maria e Lázaro, foi absorvendo as vibrações de amor dos dois irmãos. Até que, um dia, Marta depara-se com alguém sedento de instrução. Como, Maria e Lázaro, não estavam próximos, Marta abriu o coração e sua boca; fazendo o que podia em prol do mais necessitado, ali diante dela, à espera de auxílio e consolação espiritual.  

               Marta, fez por aquele "filho do calvário" o que podia! Pois, quem faz o que pode, está fazendo o máximo. E, Marta, nunca mais parou! Quando - na ausência de Maria e Lázaro - ela atendia, sempre com amor, fé e alegria em seu coração; todos os "filhos do calvário", que chegavam até onde ela estava.  

               Depois de muito tempo - na ocasião de seu desencarne - com idade avançada e só; pois Maria e Lázaro, já haviam partido; também Marta, deixa este plano terrestre. Qual foi a sua surpresa! Ao vislumbrar diante dela; Jesus! De braços abertos dizendo: 

               "VEM MARTA! AGORA, VOCÊ TAMBÉM, ESCOLHEU A MELHOR PARTE!"

O Triunfo da Família de Betânia. 

                   Ao final, deste despretensioso trabalho, mostramos três caminhos que levam ao Cristo de Deus.  

              . Lázaro: O renascimento pela transformação profunda e pela coragem.   

              . Maria: O aprimoramento, pela busca incessante da evolução psíquico-espiritual e o voo do seu Espírito. 

              . Marta: A transformação e conscientização, do Bem Maior; pelo serviço amoroso que, com o tempo, descobre a sua própria voz; instruindo o mais necessitado. 

                 O Cristo de Deus, ao pronunciar a frase: "Agora Marta! Você também escolheu a melhor parte". Assim, ficou validada a jornada humana, em todas as suas etapas; transformando o "atrito" doméstico, daquela família de Betânia, em uma sinfonia maravilhosa de AMOR E REDENÇÃO. 

                                                           FIM. 

MARTA E MARIA. (P - 2)


3. A Resposta de Jesus ao Conflito.    

                  O alerta de Jesus a Marta, não foi uma bronca, por ela trabalhar e sim, um convite, para que a irmã de Maria não se perdesse na ansiedade.   

"Marta, Marta! Estás ansiosa e fadigada com muitas coisas..."    

                  Jesus, referia-se à preocupação de Marta; como sendo o transitório na vida! Maria, tentava entender, o transcendental, uma pequena parte que fosse; das verdades eternas. Como o "verbo se fez carne e como esta carne pode retornar ao pó"; porém - no caso de seu irmão Lázaro - voltar da "morte".     

Conclusão: A melhor escolha.    

                   Maria, escolheu ser discípula, antes de ser serva. Sua "curiosidade bendita", sobre aquilo que acontecera com o irmão, levou Maria, a um nível de intimidade, onde ela não servia ao seu Mestre, por obrigação; mas por amor e compreensão profunda, daquilo que Jesus representava e, é - o mesmo que a Fé raciocinada - O MESTRE, QUE DETÉM AS CHAVES DA VIDA E DA MORTE.   

                   Essa, busca pela instrução, a - Sophia, (sabedoria) - é o que tornou Maria a única pessoa, capaz de ungir Jesus, para o sepultamento de seu "corpo físico"; e mais tarde; ela foi também, a única que, de tanto ouvir e perguntar, compreendeu que Jesus, também teria que "morrer" e RESSURGIR.   

                    No, Evangelho, Maria de Betânia é traduzida como uma mulher passiva e contemplativa. Mas na realidade, Maria é "uma busca constante das verdades infinitas"; sugerindo uma mente ATIVA E INQUIETA.   

                  O Pós "milagre": Como deveria ter sido a convivência de Maria, com Lázaro? Comendo e respirando. Isso, deve ter despertado nela, a sede de entendimento! Como Lázaro voltara? Trouxera alguma memória? 

2. O Silêncio de Jesus: Às vezes, Jesus não respondia com explicações técnicas; e sim, com PARÁBOLAS. Considerando que o próprio Mestre do Amor, dissera a respeito da suposta morte de Lázaro: "Era para a glória de Deus". Isso, deve ter despertado em Maria, ao lembrar-se da "Água Viva", uma enorme INTERROGAÇÃO! Que mais tarde, culminaria em instrução, para a inquieta irmã de Marta.   

3. O Papel da Mulher.    

                   Maria fizera sua escolha! INSTRUÇÃO. (Lugar de Aluna) Que - naquela sociedade - era restrito aos homens. Ao apoiar Maria, Jesus estava declarando que o MINSITÉRIO DA VIDA E DA MORTE, PERTENCE A TODOS OS SERES HUMANOS, QUE TENHAM SEDE DE SABER; NÃO APENAS AOS DOUTOS DA LEI.   

                  Porém, Maria tinha ânsia em beber da Água Viva; aquela que Jesus ofereceu à mulher samaritana, na Fonte do pai Jacó. Porém, havia uma grande diferença, entre as duas mulheres, que sorveram a Água Viva! 

                  A primeira - a mulher de Samaria - no primeiro momento, não estava em busca de CONHECIMENTO! Apenas cumpria sua obrigação diária; ela não questionou nada! Mesmo após descobrir, que o homem ali, diante dela; era um sábio, na sua própria convicção. A Água Viva, foi-lhe oferecida por Jesus, porque a mulher samaritana, já havia cumprido um resgate; na área afetiva. 

                 Já, com Maria de Betânia - a voz que gritava em seu íntimo - ERA A SEDE DE CONHECIMENTO! DA ÁGUA VIVA DO SABER ESPIRITUAL; O DESVENDAMENTO DAS VERDADES CÓSMICAS; e Jesus, já sabia disso, desde o primeiro momento em que viu Maria.  

                Diga-se de passagem, o Mestre do Amor Universal, ainda continua oferecendo a mesma Água Viva; a todas as "Marias e Joãos", DE TODA A HUMANIDADE. 

CONTINUA. 

sexta-feira, 17 de abril de 2026

MARTA E MARIA. (P - 1)


                    Jesus, conversava com Maria, irmã de Marta e Lázaro - ambos amigos de Jesus - quando Marta, reclama de Maria, por ela não estar colocando a casa em ordem. Foi nesse interim, que Jesus alertou Marta: "Marta! Maria escolheu a melhor parte!" O Mestre, referia-se a sede de saber, da irmã de Marta. Maria, queria saber de Jesus, o que realmente havia acontecido com seu irmão Lázaro. Ele havia morrido realmente? Ou apenas desfalecera? E se, morreu, como havia voltado a vida? Maria não entendia! Mas seu coração, estava sedento da mesma água viva, que Jesus havia oferecido, a mulher de Samaria, na fonte do pai Jacó.   

O Contraste: A Urgência das mãos vs. A Fome do Espírito. 

                    Enquanto Marta, personifica a hospitalidade horizontal, o cuidado com o conforto, o banquete e as normas sociais da época, Maria mergulha na verticalidade. Para Marta, a ressurreição de seu irmão Lázaro, foi um milagre a ser celebrado, com casa limpa; mas para sua irmã, foi um mistério que mudou a realidade da existência. Visto que Lázaro, já não era o mesmo homem de antigamente - antes de sua aparente "morte" - algo mudara em Lázaro; e Maria observou isso atentamente.  

1. O Questionamento de Maria: Ciência Divina ou Milagre?   

                  Sentada aos pés de seu Mestre, Maria não estava em silêncio contemplativo apenas; em seu íntimo, fervilhavam as perguntas que gritavam em seu coração. Ela havia visto, o corpo sem vida, sentiu o cheiro do sepulcro e chorou a perda definitiva do ente amado. 

                 A investigação da alma: Olhando nos olhos de Jesus, Maria busca entendimento. Onde estava meu irmão nestes quatro dias? O que há do outro lado? Para ela, o serviço doméstico era irrelevante, diante da oportunidade de ouvir - daquele que é a Ressurreição e a Vida - a explicação de como, a morte pode ser vencida.  

2. A Conexão com a fonte de Jacó. Jesus havia oferecido à mulher samaritana, a Água Viva! AQUELA QUE MATA A SEDE PARA SEMPRE! MARIA DE BETÂNIA, PERCEBEU QUE O CONHECIMENTO, DE PARTE DAS VERDADES ETERNAS, PROCEDE DESSA "ÁGUA". 

CONTINUA. 

  

PROJETO CANAÃ. (P - 45)


EPÍLOGO: QUANDO O SILÊNCIO FALA MAIS ALTO QUE OS MUNDOS.    


                         Chega, a um ponto, na longa jornada do Espírito, em que as palavras, já não podem explicar; as formas já não sustentam e os sinais, deixam de ser necessários. Não porque tenham sidos inúteis, mas porque, cumpriram sua função. Assim, como a infância não é negada - quando chega-se à maturidade - também os mecanismos espirituais transitórios, não são rejeitados, quando a consciência alcança unidade.   

                       A sensibilidade psíquica e mediúnica, as esferas densas, os símbolos religiosos e as próprias instituições espirituais, pertencem a pedagogia Divina do Tempo Cósmico. São instrumentos de travessia, não moradas eternas. A Lei, jamais fixa-se em formas; ela revela-se por elas, enquanto forem necessárias; e recolhem-se quando o Espírito aprender a lê-la, diretamente em si mesmo.   

                       Nesse estágio superior, o Espírito já não acessa planos, pois já não está separado deles. Aquilo que antes era chamado de Céu, inferno e umbral, colônia espiritual, revela-se como estados vibratórios, da própria consciência coletiva. Quando o amor amadurece, o medo for dissolvido e quando a ignorância ceder lugar à Lucidez, tais regiões perdem a função, densidade e existência operacional. Nada ficará parado! Tudo evolui, para vibrações cada vez mais sutis; INFINITAMENTE. 

                      Também, a sensibilidade psíquica e mediúnica, não ficará estática! Evoluirá para vibrações mais elevadas; para nós ainda inimagináveis. O Espírito, não necessitará ouvir vozes externas, ver imagens simbólicas ou receber mensagens intermediadas. Ele, sabe, porque vibra em consciência com a Lei. Sua percepção já não é fragmentada entre mundos; ela é UNIFICADA. O pensamento torna-se co-criador, em níveis superiores, sentimento, em perfeito equilíbrio com a razão, torna-se força estruturante e a vontade, passou a ser expressão consciente do Bem Maior. Nesse ponto, COMPREENDEU-SE EM PROFUNDIDADE, O CRISTO DE DEUS. 

                     Não, como exceção inalcançável; mas como Primogênito da Consciência Universal; aquele que percorreu antes, o caminho que todos trilharam depois. Jesus, não foi um médium, no sentido humano; foi a própria ponte viva, ENTRE O FINITO E O INFINITO, operando sem intermediários porque, já não havia separação entre seu ser.   

                     A transfiguração, não foi espetáculo! Foi REVELAÇÃO. A Ressurreição, não foi RUPTURA DA LEI; FOI CONFIRMAÇÃO. O silêncio, após a cruz, não foi ausência; foi CONSUMAÇÃO. Assim, o Espírito chega ao ápice da jornada, já não busca fenômenos, nem provas, nem confirmações. Ele, entra no grande silêncio fecundo, onde a Lei não é ensinada, mas vivenciada. 

                   É o momento em que, toda teologia cede lugar a ética cósmica, toda religião à consciência, toda mediunidade à sabedoria. É como se fora o juízo final! Resta apenas o Espírito diante de si mesmo; e daquilo que escolheu e lutou, para realizar. A obra termina, onde a realidade começa. O caminho fecha-se, porque foi percorrido. E o silêncio, que instala-se, NÃO É VAZIO, MAS PLENITUDE CONSCIENTE. 


                                                    FIM.  

PROJETO CANAÃ. (P - 43)


3. O FIM DOS PLANOS DENSOS.     

                       Os denominados "Planos Densos", não são lugares fixos no Universo. São estados vibracionais da consciência coletiva. Quando determinada humanidade, superar o ódio, dissolver os medos, abandonar a ignorância moral elevando o amor, esses planos simplesmente deixam de existir, pela falta de sintonia e por vibrar uma oitava acima. Não haverá destruição; e sim, esvaziamento vibratório. A chamada "Zona Umbralina" ou "Zonas Infernais"; (zonas de intenso sofrimento) não são criações Divinas, são resíduos mentais coletivos e deletérios.    

                       Quando a consciência eleva-se, essas regiões sombrias, perdem habitantes e desagregam-se, como sombras diante da Luz.    

4. A relação Direta com a Consciência Cristica.   

                        A Consciência Cristica Universal, representa exatamente esse estágio. Não há mediadores, não há planos inferiores ativos, não há necessidade de provas extremas. Jesus, não era médium no sentido humano; não intermediava Espíritos. O Cristo de Deus, EMANAVA A LEI DIVINA. Por isso, falava com autoridade, curava pela mente, dominava a matéria. Transfigurou-se; em benefício - não somente daquela região - em que encontrava-se; mas pelo planeta que houvera construído e pela Galáxia INTEIRA! Assim, a Transfiguração, a Ressurreição e as materializações e curas; NÃO FORAM "MILAGRES"; mas efeitos naturais de uma CONSCIÊNCIA UNIFICADA; MUITO ALÉM DOS PLANOS DENSOS; POIS A GALÁXIA, ONDE HOUVERA FEITO SUA EVOLUÇÃO, A MUITO NÃO EXISTIA MAIS.   

5. A conclusão inevitável e incômoda.   

                    Chega um momento em que, a sensibilidade psíquica e mediúnica, evoluirá para algo mais aperfeiçoado; as religiões perdem a função, o Espírito ficará só consigo mesmo. Esse, será o VERDADEIRO "JUÍZO FINAL". NÃO UM JULGAMENTO EXTERNO! mas o instante em que, não há mais desculpas, intermediários ou sombras. Restando apenas a CONSCIÊNCIA DIANTE DA LEI DIVINA. E, PARA MUITOS, SERÁ MAIS TERRÍVEL DO QUE QUALQUER INFERNO SIMBÓLICO. Visto que, a Lei Imutável do Criador, está ESCRITA EM CADA CONSCIÊNCIA HUMANA. Por isso, Céu ou Inferno; É UMA QUESTÃO DE CONSCIÊNCIA. SE, NÃO A CULPAMOS, ESTAREMOS NO "CÉU"; CASO CONTRÁRIO; ESTAREMOS NO "INFERNO". SIMPLES ASSIM!   

6. SINTESE FINAL.     

                     A Sensibilidade Psíquica e Mediúnica; é ponte, os Planos Densos, são "MULETAS" DE AFLIÇÃO; MEDIANTE A CULPA CONSCENCIAL. As organizações religiosas profissionais, são "muletas" provisórias, o Cristo de Deus, é o modelo a ser seguido; a Consciência Universal, é o destino do Espírito. Quando o Espírito, conquista esta condição altíssima; pela evolução, tudo que fora meio, deixa de ser necessário. Não pela negação; mas por SUPERAÇÃO. 

CONTINUAÇÃO. 

PROJETO CANAÃ. (P - 42)


II - A Superação da Mediunidade e o Fim dos Planos Densos.     

                            A mediunidade, como a conhecemos, também dará seu "salto quântico" evolutivo. Allan Kardec, via o futuro da Sensibilidade Psíquica e Mediúnica, como uma faculdade progressiva, natural, generalizada e, deixando de ser apenas fenômeno raro ou restrito a poucos, para tornar-se um sentido comum e educado dos seres humanos. A Codificação Espírita, indica que a Sensibilidade Psíquica e Mediúnica, evoluirá no sentido de maior espiritualização, à medida que os fenômenos físicos, forem reduzindo-se com o desenvolvimento de comunicações mais inteligentes e intuitivas. Os principais pontos destacados pelo Codificador são: 

                      . GENERALIZAÇÃO: Sensibilidade Psíquica Natural; Allan Kardec, previu que, a mediunidade iria tornar-se comum - a maioria dos seres humanos - teriam um determinado tipo e grau de sensibilidade psíquica e mediúnica. Permitindo assim, a comunicação entre os dois planos da vida; o Espiritual e o material. Isso ocorrerá de forma muito natural! Tal qual um "Sexto Sentido".     

FOCO NA SENSIBILIDADE MEDIÚNICA DE INTUIÇÃO: No futuro, os fenômenos mediúnicos, tenderão a diminuição - tais como efeitos físicos por exemplo - e o aumento das sensibilidades mais sutis; como a intuição. Principalmente havendo afinidade moral, entre reencarnado e desencarnado. 

APRIMORAMENTO MORAL E ESTUDO: Destacou também Allan Kardec, sobre o futuro da mediunidade sadia, dependendo dos estudos, da disciplina e da caridade, isenta dos interesses materiais. (gratuidade) Destacando também, ao que chamou de: "A mediunidade de presciência"; por exemplo, sendo esta focada, no progresso moral; e não na curiosidade simplesmente.   

INTEGRAÇÃO COM A CIÊNCIA: A mediunidade, será cada vez mais aperfeiçoada, à medida que o ser evolua. Ao ser estudada pela ciência, a mesma compreenderá finalmente a sua integração no cotidiano, como uma ferramenta de evolução espiritual. 

PROPÓSITO DO CONSOLADOR: No futuro, a Sensibilidade Psíquica e Mediúnica, continuará sendo a "consoladora" do diálogo entre os chamados "vivos", e os "mortos"; provando a imortalidade do Espírito e a vida no "Mundo dos Mortos". Assim, destacou Allan Kardec, que, como "Astronautas dos Cosmos"; o ser humano terá, com o passar do tempo, maior acesso às realidades, até então, invisíveis para todos nós. Haverá então, um maior contato, com o mundo Espiritual.  

CONTINUA. 

PROJETO CANAÃ. (P - 41)


3. A Consciência Crística Universal como Maturidade Espiritual Coletiva.     

                           A Consciência Crística Universal, não é exclusividade de Jesus. Ele foi o primeiro em nosso orbe; não o único no Cosmo. Outros Espíritos, também conquistaram esse estágio evolutivo, em outras Dimensões; em universos que sequer existem mais. Jesus trouxe à terra - orbe construído por ele, com o auxílio de seus Eloins - o modelo vivo, daquilo que a humanidade está destinada a tornar-se. Nesse estágio, não haverá necessidade de mediunidade ostensiva, intercâmbio entre planos, por mera curiosidade, inexistência de rituais; pois a vida inteira é sagrada. O Espírito, pensa em sintonia com o Bem Maior, age em consonância com as Leis Divinas, ama sem esforço ou interesse. ISSO É O REINO DE DEUS, DENTRO DO SER HUMANO; E NÃO FORA DELE.    

                          4. O fim das religiões não será o fim do sagrado.   

                                               Aqui, reside o erro dos materialistas, e dos céticos apressados. O fim das organizações religiosas, NÃO SIGNIFICA O INÍCIO DO ATEÍSMO! É A INTERIORIZAÇÃO DO SAGRADO. Uma humanidade, sem religião INSTITUCIONAL. Não será caótica, não será incontrolável; e sim, autônoma espiritualmente. O que poderia ser incontrolável, é uma humanidade sem consciência, "ad aeternum"; E NÃO, SEM ORGANIZAÇÃO RELIGIOSA. É, exatamente isso, que o Cristo de Deus, através da Doutrina dos Espíritos, TRABALHA PARA EVITAR.  

5. Síntese Final.  

                                               A Consciência Cristica Universal é: O destino do Espírito, o ponto onde o livre arbítrio, harmoniza-se com a Lei e a superação definitiva do medo, da culpa e da ignorância. O Espiritismo, é apenas a ponte. As religiões foram os andaimes. O Cristo é o Arquiteto - O ENGENHEIRO SIDERAL - QUE AO FINAL DA OBRA, andaimes e pontes, não serão mais necessários. Restando apenas, o Espírito CONSCIENTE E LIBERTO, RESPONSÁVEL; VIVENDO EM DEUS; SEM NECESSIDADE DE NOMEÁ-LO. 

CONTINUA.  

PROJETO CANAÃ. (P - 40)


I - A Consciência Crística Universal.  

          (Ou quando a religião torna-se desnecessária).       


                              A Consciência Crística Universal, não é um culto, não é crença, não é instituição. É, um estado ontológico do Espírito. Trata-se do ponto, em que o ser humano, deixa de obedecer por medo, deixa de crer por necessidade, passando a agir por consciência e compreensão plena, das Leis Divinas. Quando Léon Denis, afirmou que, o "Espiritismo não é a religião do futuro, mas o futuro das religiões"; ele aponta precisamente para esse horizonte; o momento em que a humanidade não precisará mais, de religião como organização. Nesse ponto, os seres humanos, já terão internalizado, aquilo que elas apenas simbolizavam.   

1. O Cristo não Fundou religião e sim inaugurou uma frequência redentora. 

                          Jesus, não ensinou dogmas! Estes, foram normatizados travestidos de cristianismo, no Concílio de Nicéia, por Constantino imperador romano; também, Jesus, não instituiu sacramentos, não organizou templos, não deixou hierarquias. O Mestre do Amor Universal, manifestou um estado de CONSCIÊNCIA, tão elevado, que rompeu por si só, as limitações da matéria, do tempo e da morte. A chamada "CONSCIÊNCIA CRÍSTICA"; é a perfeita integração, entre a INTELIGÊNCIA E O AMOR; a total submissão voluntária, às LEIS UNIVERSAIS, a unidade entre CRIATURA E CRIADOR, sem perda da individualidade. Por isso, Jesus nunca disse: "ACREDITEM EM MIM"; MAS SEDE PERFEITOS COMO PERFEITO É O VOSSO PAI". (Mateus, 5:48) 

ISSO NÃO É RELIGIÃO É ONTOLOGIA ESPIRITUAL.  

2. O papel Transitório do Espiritismo nesse Processo. 

                       O Espiritismo, surge, não como fim, mas ferramenta pedagógica. Ele, explica racionalmente, a sobrevivência do Espírito, eliminando o medo da CONDENAÇÃO AOS INFERNOS, explicando a INEXISTÊNCIA DOS SUPLÍCIOS ETERNOS, NA LEI DIVINA. Substitui a fé cega, pela Fé raciocinada, a verdadeira Fé; através das responsabilidades morais. Também, demonstra que, a evolução é Lei Imutável do Criador; e não privilégio.    

                       Fazendo isso, o chão psicológico das Organizações religiosas profissionais, é retirado - meio de vida para os astuciosos - que sempre sustetaram-se no medo, culpa e nas promessas de um Céu de FACILIDADES. Assim, o Espiritismo prepara o Espírito, para um estágio evolutivo, superior. Viver corretamente sem a necessidade religiosa obrigatória, amar sem espera de recompensas, fazer caridade segundo as próprias condições; visto que, aquele que faz o que pode, está fazendo o máximo. Agir bem, sem a vigilância externa. Quando isso ocorre, a "religião" perde sua função. 

CONTINUA. 

O QUE A CIÊNCIA ATUAL SABE SOBRE OS CANANEUS. (P - 3)

 1. Engenharia de Construção e Urbanismo.                          Os cananeus, foram mestres em adaptar suas cidades ao terreno montanhoso ...