"Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e a mães, ingratos, profanos." ( A Timóteo, 3: 2)
Este versículo é um relato dos dias atuais, apesar de ter sido escrito por Paulo a tanto tempo. A mentalidade da maioria é essa mesmo. Os próprios meios de comunicação nos mostra isso diariamente, como um arauto macabro.
É filho contra pai, pai contra filho, filha contra mãe, mãe contra filha, como previu Jesus a mais de dois mil anos. Grande parte das famílias da Terra é hoje um mosaico de acontecimentos contrário a razão e ao bom senso. Aquele respeito que se esperava de um filho ao pai, hoje em dia nem se cogita mais, e vice versa. Muitos pais modernos são estroinas e perdulários, esquecendo do sagrado compromisso assumido com a Lei Imutável.
A maioria da população vive em uma competição sem fim, em busca das dádivas de mamon como se isso fosse a solução para todos os problemas, inclusive os de cunho moral. Com a mente voltada para o materialismo, esquecem da prática fraterna, pois na sua mente está escrito que a vida é competição pura e simples e, vencerá aquele que for mais esperto.
Quando as adversidades rompem essa frágil fortaleza material ficam sem ação, pois sendo orgulhosos não conseguem pedir ajuda a outrem. Dai, vem a dor, o sofrimento, que nem o efémero deus mamon consegue aplacar.
Depois da saturação, finalmente o Espírito encarnado pede a misericórdia DO Pai. Assim, pelas mãos misericordiosas de Jesus, o Espírito em provação cai de joelhos aceitando a mão estendida Daquele que é "o caminho a verdade e a vida."
Muita Paz.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Amor.
"A ninguém devais coisa alguma, a não ser o Amor com que vos ameis uns aos outros: porque quem ama aos outros cumpriu a Lei." ( Romanos, 13: 8)
É muito comum alguém em determinados momentos, insinuar que somos seus devedores. Todos tem o direito de dizer o que pensa, desde que assuma a responsabilidade pelas consequências de tais atos. Agora, tornar-se devedor de alguém, no sentido menos bom da palavra, é entrar em sintonia com aqueles que tem como objetivo o domínio do seu semelhante.
Esse tipo de sentimento é muito antigo, podemos observá-lo, no Antigo Testamento com a questão entre Caim e Abel. Aquele que procura ser sempre "credor" do seu semelhante, não cumpre a Lei Divina, dando somente importância a sua própria concupiscência.
O único sentimento que devemos a alguém é o Amor, como está posto no texto evangélico. "...o Amor não faz mal ao próximo." (Romanos: 13:10)
Quando entramos em sintonia com o bem, tudo em nós modifica-se, principalmente na nossa aparência. Quem nunca viu a expressão: "você viu o passarinho azul!!!" O tal passarinho "azul", é uma referência a algo raro. O Amor ainda não é comum no coração das pessoas, dai a surpresa que causa quando lhe damos guarida. A modificação causada pelo Amor é enorme, haja visto o exemplo em Maria Madalena, que de pecadora, quando sintonizava com sete espíritos malignos, passou a uma das principais colaboradoras do Mestre.
Nesses tempos de violência, o Amor anunciado e ensinado pelo Mestre é o único farol a nos guiar quando a tormenta chegar.
Muita Paz.
É muito comum alguém em determinados momentos, insinuar que somos seus devedores. Todos tem o direito de dizer o que pensa, desde que assuma a responsabilidade pelas consequências de tais atos. Agora, tornar-se devedor de alguém, no sentido menos bom da palavra, é entrar em sintonia com aqueles que tem como objetivo o domínio do seu semelhante.
Esse tipo de sentimento é muito antigo, podemos observá-lo, no Antigo Testamento com a questão entre Caim e Abel. Aquele que procura ser sempre "credor" do seu semelhante, não cumpre a Lei Divina, dando somente importância a sua própria concupiscência.
O único sentimento que devemos a alguém é o Amor, como está posto no texto evangélico. "...o Amor não faz mal ao próximo." (Romanos: 13:10)
Nesses tempos de violência, o Amor anunciado e ensinado pelo Mestre é o único farol a nos guiar quando a tormenta chegar.
Muita Paz.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Purificação.
"E descendo Ele do monte, seguiu-O uma grande multidão. E eis que veio um leproso, e o adorou, dizendo: Senhor, se quiseres, podes tornar-me limpo. E Jesus, estendendo a mão, tocou-o dizendo; quero: sê limpo. E logo ficou purificado da lepra." (Mateus, 8: 2 e 3)
Uma "lepra" social, é o que estamos vivendo na atualidade. Em todos os seguimentos da nossa sociedade, existe grupos que entrega-se a essa chaga. Apresenta-se de várias maneiras, tendo sua raiz no espírito ainda preso as algemas do passado.
Esse tipo de vírus não escolhe credo, raça, ou classe social, desde que haja sintonia com a maldade, lá está ele. Nós somos como esse leproso que nos fala o evangelho, estamos doente de tanto recalcitrar. Foi necessário que O Mestre descesse das alturas em que estava, como um ato de puro Amor pela humanidade para curar a nossa lepra. Esse é o simbolismo da citação de Mateus.
A diferença, é que o leproso, teve a humildade de querer "reciclar" o seu lixo psíquico. E quanto a nós cidadãos do século XXI, quando é que teremos humildade para tomar a iniciativa. A hora é essa, o próprio planeta já está se erguendo em seu eixo, a espinha dorsal do orbe em breve tornar-se-a ereta.
Aqueles que entrarem em sintonia com o bem, também se reerguerão em nome de Jesus e para Jesus. Assim estaremos limpos tal qual o leproso, porque assim Jesus o quer.
Muita Paz.
Uma "lepra" social, é o que estamos vivendo na atualidade. Em todos os seguimentos da nossa sociedade, existe grupos que entrega-se a essa chaga. Apresenta-se de várias maneiras, tendo sua raiz no espírito ainda preso as algemas do passado.
Esse tipo de vírus não escolhe credo, raça, ou classe social, desde que haja sintonia com a maldade, lá está ele. Nós somos como esse leproso que nos fala o evangelho, estamos doente de tanto recalcitrar. Foi necessário que O Mestre descesse das alturas em que estava, como um ato de puro Amor pela humanidade para curar a nossa lepra. Esse é o simbolismo da citação de Mateus.
A diferença, é que o leproso, teve a humildade de querer "reciclar" o seu lixo psíquico. E quanto a nós cidadãos do século XXI, quando é que teremos humildade para tomar a iniciativa. A hora é essa, o próprio planeta já está se erguendo em seu eixo, a espinha dorsal do orbe em breve tornar-se-a ereta.
Aqueles que entrarem em sintonia com o bem, também se reerguerão em nome de Jesus e para Jesus. Assim estaremos limpos tal qual o leproso, porque assim Jesus o quer.
Muita Paz.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Nem tudo é Lícito.
"Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convém..." (I Coríntios, 6: 12)
O que me é lícito fazer, eu faço! Dirá a maioria das pessoas. Porem, será que tudo é realmente bom para a minha evolução? Perguntará aquele que tem sabedoria, antes de tomar qualquer atitude.
Se a maioria das pessoas agissem assim, muitos problemas dolorosos seriam evitados. O discernimento é fator primordial para que tenhamos uma vida plena de aprendizados e, segura no sentido da não violação da nossa consciência. A paz que a maioria busca, não está no exterior e muito menos na questão material, ela reside no sentimento do dever cumprido, isso sim é ter paz.
E quem é cumpridor dos deveres, não viola a própria consciência. Façamos segundo os mandamentos Do Creador, como está posto em Oséias, 6: 6: "Porque eu quero misericórdia, e não o sacrifício; e o conhecimento de Deus é mais do que os holocaustos."
Naturalmente, a mensagem passada pelo profeta referia-se aos costumes do povo Hebreu em sacrificar animais ao Deus que é todo Amor e Misericórdia. Jesus também disse: "Meu Pai misericórdia quer, e não sacrifícios". O Mestre ao dizer estas palavras, enfocava também, a inutilidade dos nossos exageros nas questões morais. Principalmente quando nos propomos a ajudar a outrem, faremos pela outra pessoa em necessidade, o que estiver ao nosso alcance.
Não podemos nos prejudicar para ajudar o outro, se não, essa ajuda irá nos causar um problema. E justamente isso é que é ter discernimento das coisas. Prevalecendo o bom senso, estaremos sempre em paz.
Muita Paz.
O que me é lícito fazer, eu faço! Dirá a maioria das pessoas. Porem, será que tudo é realmente bom para a minha evolução? Perguntará aquele que tem sabedoria, antes de tomar qualquer atitude.
Se a maioria das pessoas agissem assim, muitos problemas dolorosos seriam evitados. O discernimento é fator primordial para que tenhamos uma vida plena de aprendizados e, segura no sentido da não violação da nossa consciência. A paz que a maioria busca, não está no exterior e muito menos na questão material, ela reside no sentimento do dever cumprido, isso sim é ter paz.
E quem é cumpridor dos deveres, não viola a própria consciência. Façamos segundo os mandamentos Do Creador, como está posto em Oséias, 6: 6: "Porque eu quero misericórdia, e não o sacrifício; e o conhecimento de Deus é mais do que os holocaustos."
Naturalmente, a mensagem passada pelo profeta referia-se aos costumes do povo Hebreu em sacrificar animais ao Deus que é todo Amor e Misericórdia. Jesus também disse: "Meu Pai misericórdia quer, e não sacrifícios". O Mestre ao dizer estas palavras, enfocava também, a inutilidade dos nossos exageros nas questões morais. Principalmente quando nos propomos a ajudar a outrem, faremos pela outra pessoa em necessidade, o que estiver ao nosso alcance.
Não podemos nos prejudicar para ajudar o outro, se não, essa ajuda irá nos causar um problema. E justamente isso é que é ter discernimento das coisas. Prevalecendo o bom senso, estaremos sempre em paz.
Muita Paz.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Tempestade.
"E, navegando eles, adormeceu; e sobreveio uma tempestade de vento no lago, e enchiam-se d'àgua, estando em perigo." (Lucas, 8: 23)
Tempestade, é o tempo em estado de agitação. Como uma revolta dos elementos. Assim também somos nós, quando perdemos o controle dos nossos "elementos" emocionais. A nossa mente descontrolada descarrega dardos mentais, tal como os relâmpagos de uma tempestade. A nossa boca desvairada emite em forma de palavras, sons em estrondo, materializando o que a mente criou.
É nessa hora que devemos recorrer ao Mestre, através de seu evangelho de Amor, o socorro para aplacar a nossa "tempestade" íntima. Se acatamos os ensinamentos de Jesus, logo vem ao mar íntimo uma maravilhosa calmaria, e esta calmaria tornar-se-a comum em nosso coração, sempre resistindo aos ataques violentos dos elementos, com uma calma fraterna.
Se naquele barco, os discípulos estivessem em sintonia com Jesus, talves aquela tempestade não teria se formado, ou, mesmo com a tempestade, estando eles em observância com os ensinamentos do Mestre, teriam maior estrutura para enfrenta-la sem descontrole e pânico.
Nós, em nossa vida diária deparamos com vários tipos de dificuldades, que são o nosso resgate. A maioria das vezes agimos destrambelhadamente, ao invés da calma e fé. Estamos todos no mesmo barco do resgate, o melhor é ter fé em Deus e agradecer ao Mestre de Amor, por tudo que nos ensinou.
Muita Paz.
Tempestade, é o tempo em estado de agitação. Como uma revolta dos elementos. Assim também somos nós, quando perdemos o controle dos nossos "elementos" emocionais. A nossa mente descontrolada descarrega dardos mentais, tal como os relâmpagos de uma tempestade. A nossa boca desvairada emite em forma de palavras, sons em estrondo, materializando o que a mente criou.
É nessa hora que devemos recorrer ao Mestre, através de seu evangelho de Amor, o socorro para aplacar a nossa "tempestade" íntima. Se acatamos os ensinamentos de Jesus, logo vem ao mar íntimo uma maravilhosa calmaria, e esta calmaria tornar-se-a comum em nosso coração, sempre resistindo aos ataques violentos dos elementos, com uma calma fraterna.
Se naquele barco, os discípulos estivessem em sintonia com Jesus, talves aquela tempestade não teria se formado, ou, mesmo com a tempestade, estando eles em observância com os ensinamentos do Mestre, teriam maior estrutura para enfrenta-la sem descontrole e pânico.
Nós, em nossa vida diária deparamos com vários tipos de dificuldades, que são o nosso resgate. A maioria das vezes agimos destrambelhadamente, ao invés da calma e fé. Estamos todos no mesmo barco do resgate, o melhor é ter fé em Deus e agradecer ao Mestre de Amor, por tudo que nos ensinou.
Muita Paz.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Servindo com Alegria e Amor.
"Sirvamos a Deus, alegremente, com reverência e piedade." (Hebreus, 12:28)
Desde criança aprendi que para servir a Deus, tinha que ter temor. Deus deveria ser respeitado mas, principalmente temido. Essa era e ainda é a visão das organizações religiosas profissionais. A piedade ainda é encarada como pena, dó, "coitadinho, ele é tão miserável!" Assim foi que aprendi as minhas primeiras letras evangélicas.
O tempo passou, eu conheci a Doutrina dos Espíritos, então concientizei-me da verdadeira realidade "conhecereis a verdade e ela vos libertará", disse Jesus a mais de dois mil anos. A consciência de que O Creador quer que nós O amamos e não O tememos, foi um alívio muito grande para todos nós, a porta para a nossa libertação. "Sirvamos a Deus alegremente" disse Paulo, com grande propriedade, pois a alegria sã é uma das expressões do Amor. "Com reverência e piedade", ou seja, respeito e vontade de colocar para fora em forma de trabalho, outra expressão do Amor que é fraternidade e a caridade com o semelhante.
Agora sim! Estamos servindo a Deus nos moldes ensinado pelo médico dos médicos. Jesus nos mostrou o verdadeiro caminho para sermos alegres, mesmo estando num vale de misérias.
"Todos os elementos da Natureza obedecem às Leis do Senhor, revelando alegria.
Brilha a constelação dentro da noite.
O Sol transborda calor e luz.
Cobre-se a Terra de flor e ventura.
Tem a fonte uma cantiga peculiar.
Entoa o pássaro melodias de louvor. (Emmanuel, Fonte Viva, pag. 395)
Muita Paz.
Desde criança aprendi que para servir a Deus, tinha que ter temor. Deus deveria ser respeitado mas, principalmente temido. Essa era e ainda é a visão das organizações religiosas profissionais. A piedade ainda é encarada como pena, dó, "coitadinho, ele é tão miserável!" Assim foi que aprendi as minhas primeiras letras evangélicas.
O tempo passou, eu conheci a Doutrina dos Espíritos, então concientizei-me da verdadeira realidade "conhecereis a verdade e ela vos libertará", disse Jesus a mais de dois mil anos. A consciência de que O Creador quer que nós O amamos e não O tememos, foi um alívio muito grande para todos nós, a porta para a nossa libertação. "Sirvamos a Deus alegremente" disse Paulo, com grande propriedade, pois a alegria sã é uma das expressões do Amor. "Com reverência e piedade", ou seja, respeito e vontade de colocar para fora em forma de trabalho, outra expressão do Amor que é fraternidade e a caridade com o semelhante.
Agora sim! Estamos servindo a Deus nos moldes ensinado pelo médico dos médicos. Jesus nos mostrou o verdadeiro caminho para sermos alegres, mesmo estando num vale de misérias.
"Todos os elementos da Natureza obedecem às Leis do Senhor, revelando alegria.
Brilha a constelação dentro da noite.
O Sol transborda calor e luz.
Cobre-se a Terra de flor e ventura.
Tem a fonte uma cantiga peculiar.
Entoa o pássaro melodias de louvor. (Emmanuel, Fonte Viva, pag. 395)
Muita Paz.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Ausentes.
"Ora, Tomé, um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio." (João, 20:24)
Tomé tornou-se símbolo de descrença ao não acreditar que Jesus estava novamente entre eles, ao exigir provas. Em uma época dominada pela tecnologia e pelo materialismo, o exemplo de Tomé está mais vivo do que nunca. Para muitos, o que a ciência não provar e aprovar, é apenas coisa de circo, não merecendo nem mesmo o título de ficção, visto que, a ficção será realidade no futuro.
Em nome da deusa ciência, estão ausentes sempre que Jesus é lembrado ou mencionado. Só acredito se eu ver ou puder tocar, ou se for apresentado em um programa de televisão em alta definição! responde a maioria cética e cientificista. Não é atoa que a juventude de hoje está mais distante de Deus, pois os seus pais também não estão com Deus no coração, também querem provas de tudo. Não praticam nenhuma fé, são imediatistas, não sabem doar sem receber algo em troca. Em vista disso não aprenderam a desenvolver dentro de si mesmo a fé. Quando pendem para uma organização religiosa tornam-se fanáticos, sua fé é fundamentada em uma moral sem bases sólidas, moral esta que baseia-se no amor próprio.
Quem acredita sem exigir provas, é porque compreendeu a questão depois de muito estudo e prática baseada na ética e no Amor. "Porque me viste, Tomé, creste; bem aventurados os que não viram e creram". (João, 20: 29)
Bem aventurados os que tem fé raciocinada, porque já trazem dentro de si a semente desse Amor bendito que emana do coração do Mestre. É a centelha Divina que todos nós possuímos, mas que somente a minoria aprendeu a fazê-la brilhar.
Muita Paz.
Tomé tornou-se símbolo de descrença ao não acreditar que Jesus estava novamente entre eles, ao exigir provas. Em uma época dominada pela tecnologia e pelo materialismo, o exemplo de Tomé está mais vivo do que nunca. Para muitos, o que a ciência não provar e aprovar, é apenas coisa de circo, não merecendo nem mesmo o título de ficção, visto que, a ficção será realidade no futuro.
Em nome da deusa ciência, estão ausentes sempre que Jesus é lembrado ou mencionado. Só acredito se eu ver ou puder tocar, ou se for apresentado em um programa de televisão em alta definição! responde a maioria cética e cientificista. Não é atoa que a juventude de hoje está mais distante de Deus, pois os seus pais também não estão com Deus no coração, também querem provas de tudo. Não praticam nenhuma fé, são imediatistas, não sabem doar sem receber algo em troca. Em vista disso não aprenderam a desenvolver dentro de si mesmo a fé. Quando pendem para uma organização religiosa tornam-se fanáticos, sua fé é fundamentada em uma moral sem bases sólidas, moral esta que baseia-se no amor próprio.
Quem acredita sem exigir provas, é porque compreendeu a questão depois de muito estudo e prática baseada na ética e no Amor. "Porque me viste, Tomé, creste; bem aventurados os que não viram e creram". (João, 20: 29)
Bem aventurados os que tem fé raciocinada, porque já trazem dentro de si a semente desse Amor bendito que emana do coração do Mestre. É a centelha Divina que todos nós possuímos, mas que somente a minoria aprendeu a fazê-la brilhar.
Muita Paz.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Não Somente de Pão.
"Nem só de Pão vive o homem." (Mateus, 4:4)
Não somente de roupas, joias, carros, aptos.de luxo e iguarias sofisticadas, em fim das riquezas proporcionadas pela busca desenfreada do vil metal. Jesus disse a entidade maligna no deserto: "nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus."
A instrução deveria ser a principal riqueza almejada por todos nós, deixando em segundo lugar os bens materiais que são transitórios, e do próprio dizer do Mestre "o que a traça come". Não estamos aqui querendo que todos façam votos de pobreza, e sim um voto de Amor a própria vida. Todos preocupam-se muito com a aparência, numa busca frenética em retardar o máximo a velhice, porem esquecido de cultivar os frutos do coração.
Nem somente de prazer podemos viver, pois as dificuldades é que dinamizam a nossa mente. Querer levar uma existência sem problema nehum, é o principal problema. Quem assim age é um fugitivo dele mesmo. Deus não dá uma cruz além da capacidade da criatura carrega-la, jamais poderemos abandona-la ou querer que outrem a carregue para nós, ela é pessoal e intransferível.
Podemos ajudar sim, porem fazendo o que pudermos e nada mais, ou seja, não fazer somente o que o outro quer. Cada um é responsável pelo seu próprio calvário.
"Bom gosto, harmonia e dignidade na vida exterior constituem dever, mas não nos esqueçamos da pureza, da elevação e dos recursos sublimes da vida interior, com que nos dirigimos para a eternidade." (Emmanuel, Fonte Viva, pag.52)
Muita Paz.
Não somente de roupas, joias, carros, aptos.de luxo e iguarias sofisticadas, em fim das riquezas proporcionadas pela busca desenfreada do vil metal. Jesus disse a entidade maligna no deserto: "nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus."
A instrução deveria ser a principal riqueza almejada por todos nós, deixando em segundo lugar os bens materiais que são transitórios, e do próprio dizer do Mestre "o que a traça come". Não estamos aqui querendo que todos façam votos de pobreza, e sim um voto de Amor a própria vida. Todos preocupam-se muito com a aparência, numa busca frenética em retardar o máximo a velhice, porem esquecido de cultivar os frutos do coração.
Nem somente de prazer podemos viver, pois as dificuldades é que dinamizam a nossa mente. Querer levar uma existência sem problema nehum, é o principal problema. Quem assim age é um fugitivo dele mesmo. Deus não dá uma cruz além da capacidade da criatura carrega-la, jamais poderemos abandona-la ou querer que outrem a carregue para nós, ela é pessoal e intransferível.
Podemos ajudar sim, porem fazendo o que pudermos e nada mais, ou seja, não fazer somente o que o outro quer. Cada um é responsável pelo seu próprio calvário.
"Bom gosto, harmonia e dignidade na vida exterior constituem dever, mas não nos esqueçamos da pureza, da elevação e dos recursos sublimes da vida interior, com que nos dirigimos para a eternidade." (Emmanuel, Fonte Viva, pag.52)
Muita Paz.
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