A ciência moderna, transformou radicalmente, nossa compreensão sobre civilização cananeia; deixando de vê-los apenas como "vilões bíblicos", para entendê-los, como uma cultura influente e resiliente do oriente médio. Veremos a seguir, alguns pontos que, a arqueologia genética, revelaram recentemente até 2026.
1. Genética: Eles nunca desapareceram totalmente.
Estudos genômicos de larga escala (como os publicados no American Journal of
Human Genetics) mostraram que, ao contrário de relatos de extermínio total,
esse povo sobreviveu, deixando um legado genético enorme.
- Continuidade: Cerca de 90% a 93% da ascendência dos libaneses modernos,
provem diretamente dos Cananeus.
- Herança Compartilhada: Tanto populações judaicas quanto árabes modernos,
compartilham mais de 50% de seu DNA, com grupos, que viveram em Canaã,
durante a idade do Bronze. Isso, sugere que os grupos bíblicos, hebreus,
amonitas, moabitas; eram geneticamente, "primos" próximos, que
compartilhavam uma origem comum.
2. Origens Migratórias.
A análise de DNA de esqueletos, de cidades, como Sidom e Megido, revela
que os cananeus, foram o resultado de uma mistura.
Povos Locais:
Agricultores neolíticos, que habitavam a região.
Migrantes do Norte:
Por volta de 4.000 a 5.000 anos atrás, houve uma migração, muito grande, de
pessoas provenientes das montanhas de Zagros (Irã) e do Cáucaso. Essa
miscigenação criou uma identidade genética, que hoje pode ser classificada como cananeia.
CONTINUA.
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