sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

PARÁBOLA DAS BODAS.

"Então Jesus tomando a palavra, tornou a falar-lhes em parábolas dizendo: O reino do céu é semelhante a um rei que celebrou as bodas do seu filho." (Mateus, 22: 1 a 14).
                     
         
                   Contou Jesus, que um certo rei enviou seus servos para convidar as pessoas para as bodas do filho, contudo, ninguém quis ir as bodas.
                   Mandando outros servos, o soberano renovou o convite dizendo, que tudo estava preparado para receber os convidados. Mas além de não aceitarem o convite, os convidados ainda mataram os servos.
                  Indignado, o rei manda que as cidades daqueles homicidas sejam destruídas. Então, o soberano resolve convidar todos que estavam em trânsito nas estradas, tanto maus como bons.
                 Mas entre estes, estava um que não vestia o traje nupcial, e por isso foi jogado para as trevas exteriores.
                 Em síntese é isso a alegoria desta Parábola.
                 Entendendo esta metáfora, vemos que Jesus fala da jornada evolutiva dos Hebreus. Sabemos que o termo "bodas" no Antigo Testamento, tinha um significado especial, designando o ato de "Unir" um ser ou alguma coisa.
               Os judeus sempre tiveram para orienta-los, personalidades ou mensageiros dotados de faculdades especiais, também chamados de profetas, que eram enviados pelo Senhor, lembrando-os do compromisso com a questão do Deus Único e Verdadeiro. Sempre que aquele povo desviava desse caminho, vinha o alerta; quando não ouviam, preferindo a prática de mazelas contrarias as Leis Divinas, "colhiam" do que "plantavam."
            Com a vinda de Jesus, foi renovado o convite através da Boa Nova que o Mestre trouxe. Novamente a recusa, não aceitando a mensagem do Evangelho pela maioria dos Hebreus.
           Assim através de Paulo, o Cristo estende o convite aos povos que estavam além da fronteira de Israel. A mensagem chega aos gentios, e é bem recebida. O que era mau, teve a oportunidade de redimir-se através da Luz Imperecível do Evangelho.
          Passam-se os séculos, e estamos em plena metade de um tempo, como disse o Cristo.
          Agora, depois de tanto tempo, ainda encontramos a maioria dos homens em um estado de decadência moral deplorável, sem as "vestes nupciais". Em seus corações árido de sentimentos, somente existe trevas espessas.
          Muitos serão chamados, porém, poucos serão escolhidos.
      
Muita Paz.
         
                 
                 

PARÁBOLA DOS LAVRADORES MAUS.

"Ouvi ainda outra parábola: Houve um homem, pai de família, que plantou uma vinha, e circundou-a de um velado, e construiu nela um lagar, e edificou uma torre, e arrendou-a à uns lavradores, e ausentou-se para longe." (Mateus, 21: 33 a 46).
            
     
              O Senhor da vinha após um certo tempo, mandou alguns servos irem até a vinha para receber o dinheiro correspondente ao aluguel combinado.
              Ao chegarem ao local, foram mortos pelos lavradores que pretendiam ficar com a propriedade.
             Tempos mais tarde, o proprietário decide mandar seu próprio filho para fazer a cobrança do dinheiro devido, na esperança que os inquilinos o respeitassem. Porém, os lavradores combinaram entre si, matar o jovem, para ficar com a herança ou seja, a vinha.
           Diante disso, que fará o Senhor da vinha, quando vier?
           Para responder tal pergunta, temos que raciocinar segundo a sabedoria do Evangelho.
           Através dos tempos, desde que o mundo é mundo, A Providência Divina tem enviado a Terra, abnegados mensageiros no sentido de ensinar os homens e prepara-los para a bendita colheita de sua "vinha". Porém, os homens não quiseram ouvi-los, e ainda por cima blasfemaram contra o Senhor e mataram seus mensageiros que eram os antigos profetas.
          Em um ato de estrema misericórdia e bondade, o Senhor manda então o seu Filho Unigênito, para salvar o que estava perdido. Fazendo-se homem, chega a Terra, o Ser mais Sublime que pisou o planeta.
         Sua primeira morada, uma humilde manjedoura de palha, cercada por animais domésticos e pastores humildes, como testemunhas.
         Para despertar o Amor a fraternidade e a união entre os homens, disse que todos são iguais perante a Lei, que o perdão aos inimigos é o melhor remédio para todos os males. Que Deus é Pai de todos indistintamente.
        Procurou para ensinar esta mensagem, os deserdados de toda a sorte, mendigos, escravos, doentes do corpo e da alma
        Por fim, para gravar nos corações dos homens para sempre, o exemplo de Amor, Humildade e Fraternidade, entregou-se ao Supremo Sacrifício no madeiro infamante.
        Nestes tempos de violência, egoísmo e sombras, o Seu exemplo está mais vivo do que nunca.
       
Muita Paz.
        

A PARÁBOLA DOS DOIS FILHOS.

"Mas que vos parece? U homem tinha dois filhos, e, dirigindo-se ao primeiro, disse: Filho, vai trabalhar hoje na minha vinha. Ele porém respondendo disse: Não quero. Mas depois, arrependendo-se, foi. E dirigindo-se ao outro, falou-lhe de igual modo; e, respondendo ele, disse: Eu vou, senhor; e não foi." (Mateus, 21: 28 a 33).
                  
             
               Temos aqui, um problema familiar, que Jesus usou como metáfora, para ensinar uma lição.
               Primeiro vamos entender o sentido de duas palavras, "Republicano e Meretrizes".
               Republicano era aquele profissional que trabalhava como cobrador de impostos, colocando a questão financeira em primeiro lugar; sendo odiado pelos judeus, visto que a principal cobrança era feita em nome de e para os romanos dominadores.
              Já a palavra Meretriz, aqui neste texto, tirando o que está nas entrelinhas, tem um significado diferente, segundo as tradições do Antigo Testamento.
              Como já foi explicado na Parábola das dez virgens, a palavra "noiva", era empregada para designar todos que pretendiam uma melhoria espiritual. tanto homem como mulher.
             Ao passo que, aqueles indivíduos que eram volúveis, dizendo-se seguidores da Lei, mas não abandonando o materialismo, descumprindo a Lei, eram considerados como meretrizes.
           O importante ensinamento que o Mestre passou para todos, é a necessidade da nossa mudança de qualidade, ao abandonar velhas atitudes egoístas e indiferente a fraternidade e capacidade em servir.
          Num momento o primeiro filho do Senhor da vinha, não atende ao chamamento para servir na vinha, porém, ao pensar melhor, atende ao convite para o  trabalho regenerador.
          É assim com a maioria dos homens, primeiro recusa a convocação do Alto em benefício da própria criatura. É a misericórdia Divina chegando até nós. Mas ao saturar da baixa condição moral em que vive pensa melhor e aceita a oferta.
         Outros tantos, ao receberem o convite para o trabalho libertador, aceitam, porém mentem, pois não se apresentam ao serviço, preferindo ouvir a voz da própria concupiscência.
        Estes são os falsos cristãos, ocupam os primeiros lugares na sociedade, aparentam o que na realidade não são. Pronunciam o nome do Senhor em vão, pois a sua atitude é a maior prova da podridão em que vivem. Aproveitemos a lição.
          
Muita Paz.
        

       
       
        
        
           

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

A PARÁBOLA DOS TRABALHADORES E DAS HORAS DE TRABALHO.

"Porque o reino do céu é semelhante a um homem, pai de família, que saiu de madrugada a assalariar trabalhadores para sua vinha." (Mateus, 20: 1 a 16).
               
            
                  Nesta Parábola, Jesus usa a metáfora do trabalho em uma vinha.
                  O contratante, mandou seu administrador procurar trabalhadores diaristas para a colheita da uva.
                  Nas primeiras horas do dia, encontrou  um grupo de trabalhadores que estavam desempregados, contratando-os por uma certa quantia em dinheiro, porém não dizendo a hora de parar.
                  Um pouco mais tarde, lá pelas nove horas, deparando-se com outro grupo de operários ociosos, também contrata-os pelo mesmo salário pago ao  grupo anterior.
                 Já na parte da tarde, depois do meio dia, encontra outro grupo, contrata-os pelo mesmo salário, também não diz a eles a hora de parar.
                 Já no final da tarde, novamente contrata outro grupo de trabalhadores, prometendo pagar o que fosse justo.
                 A noite, o dono da vinha chama o administrador, e manda pagar todos os trabalhadores, começando pelos últimos que foram contratados e terminando pelos primeiros, ou seja, aqueles que trabalharam mais horas.
                Ouve uma reclamação geral, da parte daqueles que trabalharam mais tempo, alegando que deveriam receber uma quantia maior de dinheiro.
               O dono da vinha contestou a reclamação alegando que fora justo, pois pagou o que foi combinado com todos.
               Entendemos que a lição moral contida neste texto, diz respeito a todos que recebendo oportunidades de trabalho na seara Divina, recebem o salário justo da educação dos sentimentos. Visto que Amor verdadeiro é auxiliar o semelhante sem espera de recompensas.
              Todo aprendiz do Evangelho quando é convocado para servir, é um trabalhador de última hora, e a sua recompensa será a consciência tranquila do dever cumprido.
              Aqueles que esperam sempre recompensas pelo que fazem, são materialistas e escravos do amor próprio, não conseguindo enxergar nada, além dos postulados da matéria.
     
Muita Paz.
             
             
              
              

                
                
                
                  

A PARÁBOLA DAS DEZ VIRGENS.

"Então o reino do céu será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do esposo." (Mateus, 25: 1 a 13).
                   
           
                    Na linguagem do Antigo Testamento, quando se fala de "virgens", na maioria das vezes quer dizer aqueles que aspiram uma ascensão espiritual, seja mulher ou homem.
                    As dez virgens que saíram ao encontro do esposo, podemos entender que procuravam uma consciência da questão espiritual através do ensinamento do Evangelho.
                    Diz o texto, que todas traziam na mão uma lamparina para clarear o caminho. Dentre elas, apenas cinco levavam azeite de reserva, no caso de faltar este combustível dentro da lamparina.
                    Tendo acabado o azeite das lamparinas das cinco virgens imprevidentes, pois não levaram combustível de reserva, ficaram na penumbra. Então, resolveram pedir um pouco de azeite, as outras cinco que tinham de reserva; tendo o pedido negado pelas virgens previdentes.
                   Esta é uma parábola que Jesus narrou dentro do capítulo intitulado "O sermão Profético."
                   A mensagem que esta parábola quer nos mostrar, diz respeito ao esforço que cada um de nós deve fazer para conquistar a própria evolução espiritual.
                  Assim sendo, cada ser humano que conquistou a espiritualização, está como que iluminado, pois seguiu a risca os ensinamentos do Mestre. O combustível de reserva para a lamparina, representa a Fé contida em cada coração verdadeiramente cristão.
                Quando nossa fé é pequena, efêmera, o "combustível" logo se esgota, cobrindo de trevas nosso coração.
                Então, de nada adiantará pedir um pouco desse combustível ao outro, porque, como ensinou Jesus, "Onde estiver o nosso tesouro, ai estará também o nosso coração."
                Se o nosso "tesouro" for falta de fé e má vontade para com as questões do Espírito,  não tem como pedir fé e boa vontade a outrem, visto que são conquistas individuais do ser. 
                A evolução é individual e exclusiva de cada um, conquistada pelo esforço próprio.
               Como poderíamos pedir a alguém, um pouco de evolução emprestada?
               Sejamos então vigilantes, e que o nosso tesouro seja sempre o Evangelho, pois não sabemos o dia e nem a hora de prestar as contas com a Lei.
       
Muita Paz.
              
              

A PARÁBOLA DO CREDOR INCOMPASSIVO.

"Por isso o reino do céu pode comparar-se a um certo rei que quis fazer contas com os seus servos." (Mateus, 18: 23 a 34).
                        
          
                   Aqui, Jesus preferiu tomar como exemplo, um monarca que tinha misericórdia no coração, coisa raríssima naquela época e também hoje.
                   O rei em questão, possuía um servo que lhe devia uma grande quantia em dinheiro. Ao ser pressionado pelo soberano, sob ameaça de ter ele e sua família vendida como escravos e confiscados seus bens a fim de que pagasse sua dívida, o servo alega não possuir tal quantia naquele momento; apela então para a misericórdia do rei, pedindo um prazo para quitar a dívida.
                 Diante do desespero do servo, o monarca resolve conceder-lhe mais um tempo.
                 Saindo da presença do rei, aquele servo encontra pelo caminho, uma pessoa que lhe devia também uma certa quantia em dinheiro. Usando de violência, o servo do rei exige que o pobre homem pague a dívida. Prostrando aos pés do servo real, o outro homem roga-lhe misericórdia pedindo-lhe um prazo para pagamento da dívida, o que é negado pelo credor.
                Sabendo da dureza do coração do seu servo, o rei manda chama-lo a sua presença, dizendo: servo malvado, não soubeste retribuir a misericórdia que recebeste de mim. Assim entregou o servo ao castigo.
               Esta é uma lição de enorme importância para todo aprendiz das Letras Evangélicas.
               Quando encarnamos, trazemos em nosso íntimo uma certa "quantia" de compromissos, que assumimos perante a Lei Divina. Como Espíritos devedores que somos, é de nossa obrigação e responsabilidade quitar todo compromisso assumido, para ficar livre de todo ônus que contraímos em vidas passadas perante a Lei Maior.
              No entanto, a grande maioria dos homens não honram com este compromisso, e ainda contraem mais ´"dívidas", quando não tem misericórdia para com os seus irmãos; explorando-os através da usura ou o trabalho excessivo, e não dando a eles a mesma oportunidade que receberam da Providência Divina. Assim serão julgados pela própria consciência, pois a Lei de Deus está escrita na consciência de cada ser humano.
             Todo os bens materiais que conquistamos na Terra, são empréstimos concedidos a nós por Deus, para que também nós retribuíssemos com os irmãos mais necessitados. Ao invés disso, egoisticamente, preferimos acumular tesouros que a traça come. O que levaremos para a pátria espiritual, serão somente os bens imperecíveis conquistados pelo Espírito Imortal na forma de conhecimentos. Portanto, estejamos atentos.
         
Muita Paz.
              
              

PARÁBOLAS, DO TESOURO ESCONDIDO, DA PÉROLA, DA REDE.

"Também o reino do céu é semelhante a um tesouro escondido num campo que um homem achou e escondeu; e, pelo gozo dele, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo." (Mateus, 13: 44 a 58).
                      
                
                   Podemos notar nesta narrativa de Mateus, que Jesus cita várias Parábolas, cada uma tomando como exemplo as várias atividades das pessoas presente no local.
                   Na primeira Parábola, a do homem que encontrou um tesouro, deduzimos que o Mestre refere-se as pessoas que, ouvindo-O falar, sentem que uma luz brilhou em suas vidas, então começam a gravar o Evangelho em seus corações como o mais precioso tesouro.
                 A outra Parábola, o Mestre faz comparação da Boa Nova, com alguém que é negociante de pedras preciosas.
                "Outrossim o reino do céu é semelhante ao homem, negociante, que busca boas pérolas..."
                 Quem procura acha, acha o que procura, seja bom ou menos bom!
                 Aqueles que procuram amealhar tesouros para o coração, encontrarão nos ensinamentos do Evangelho. Assim, o seu coração torna-se um verdadeiro campo de Bênçãos.
                Já a terceira Parábola, fala-nos dos pescadores, que ao lançarem suas redes  ao mar, esperam encontrar uma pesca abundante. Porém, o pescador apanha todo tipo de peixe; ao estar em terra, faz a seleção dos pescados, aqueles que servem para a alimentação são separados, daqueles que não prestam para comer.
              Não podemos viver isolados das iniquidades e maldades do mundo, porém, para o seguidor do Evangelho, é dever manter-se afastado delas. Então, quando chegar a época da separação do bem e do mal, todos que deram testemunho dos ensinamentos de Jesus, herdarão o seu Reino de Glórias.
      
     
Muita Paz.
 

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

A PARÁBOLA DO GRÃO DE MOSTARDA E DO FERMENTO.

"O reino do céu é semelhante ao grão de mostarda que o homem, pegando dele, semeou no seu campo." (Mateus, 13: 31 a 34).
         
           
                   Jesus antes de começar a falar a multidão, sempre observava que tipo de pessoas estavam presente. Se eram pescadores, agricultores, donas de casa e etc.
                  Quando narrou esta parábola, falou principalmente para as donas de casa. Começando assim:
                  " O Reino de Deus, é semelhante ao fermento que a mulher toma e introduz em três medidas de farinha, até que tudo esteja levedado."
                   Ora, sabemos que o fermento faz a massa crescer!
                   Então, podemos deduzir, que o fermento representa a boa vontade para aceitar o Evangelho no coração, fazendo com que cresça a nossa fé nos ensinamentos do Mestre, despertando em nós o amor e a fraternidade, nos propondo a servir em seu nome.
                  A semente de mostarda, é a menor de todas as semente, no entanto, depois de germinada, ela torna-se a maior das plantas, transformando numa grande árvore onde os pássaros constroem seus ninhos.
                 É uma bela analogia a todo cristão de Boa Vontade, tendo iniciado sua nova vida como aprendiz do Evangelho, mas com esforço e perseverança, conquista o crescimento espiritual, transformando-se um trabalhador dedicado a causa do Cristo, merecendo a confiança do Alto, tornando-se filho de Deus, pois sempre faz a vontade do Creador.
      
Muita Paz.

A PARÁBOLA DO TRIGO E DO JOIO.

"Mas, dormindo os homens, veio o seu inimigo, e semeou o joio no meio do trigo, e retirou-se." (Mateus, 13: 24 a 30).
              
        
                Aparecendo a erva ao brotar-se, surgiu também o joio junto com ela. Para quem não sabe, o joio é uma planta da família das gramíneas, que nasce junto ao trigo.
               Muitas vezes, determinada pessoa possui boas intenções, porém, não conseguindo resistir as más influências, entrega-se ao mal.
              Enquanto ainda na infância, sob os cuidados dos pais e da espiritualidade maior, salva-se destas influências negativas na maioria das vezes. Porém, logo que atinge a adolescência de posse do livre-arbítrio, na maior parte das ocasiões levada pelos impulsos de rebeldia contra a família e o meio em que vive, são influenciadas pelas sombras.
            "E ele lhes disse: Um inimigo é quem fez isso. E os servos lhes disseram: Queres que o arranquemos?"
              "Não. Disse ele; para que ao colher o joio, não arranqueis também o trigo com ele."
              Assim é feito na Lei de Deus.
              Deus deixa o mal permanecer no mundo para que possa absorver os exemplos do bem, e assim, algum dia, possa também se transformar em algo melhor.
             Porém, depois de um tempo, mais um tempo e metade de um tempo, os homens que foram seduzidos pelas forças malignas e não se redimindo perante a Lei maior, serão arrancados, como a erva daninha que cresceu ao lado da Boa Semente.
            Assim, todos que como a Boa Sementeira, deram frutos, serão recolhidos ao celeiro Divino.
           Estes frutos, são as boas obras dos homens de Boa Vontade; aqueles que fazem a vontade do Creador.
      
Muita Paz.
             

A PARÁBOLA DO SEMEADOR.

"E falou-lhes de muitas coisas por parábolas, dizendo: Eis que o semeador saiu a semear..." (Mateus, 13:1a23).
               
         
                 O significado de parábola é: Uma narração alegórica que encerra uma doutrina moral.
                 Jesus  sempre se utilizou desse recurso, para ensinar o Evangelho, aproveitando também dos costumes do povo naquela época.
                 Fazendo analogia com o trabalho agrícola, o Mestre seria melhor entendido entre os trabalhadores do campo, por exemplo.
                 A semente que caiu ao pé do caminho, sendo comida pelas aves,  representa aqueles que tiveram contato com o Evangelho, mas preferiram ficar indiferentes a respeito da Boa Nova.
                As sementes caídas entre as pedras, são os que prestaram atenção na mensagem evangélica, no entanto, em vista dos primeiros problemas, abandonaram a Boa Nova, pois não tinha raiz no coração daquelas pessoas.             
               As sementes que caíram entre espinheiros, são aqueles que embora tenham ouvido a palavra do Mestre, não conseguem dar o testemunho de fé, quando são convocados para isso.
              Já as sementes que caíram em terra fértil deram frutos, são os que ouvindo a palavra, despertaram para a Boa Nova e a guardaram em seus corações, criando raízes sólidas, tornando-se fraternos e servindo em nome do Cristo.
      
 Muita Paz.
             


            
               

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

PARÁBOLA DO MORDOMO INFIEL.

"E dizia também aos seus discípulos: Havia um certo homem rico, o qual tinha um mordomo; e este foi acusado perante ele de dissipar os seus bens. (Lucas, 16:1a13).
                
             
                Jesus sempre usou exemplos do cotidiano e da cultura dos Hebreus, para ensinar o Evangelho do Reino. Esta parábola é um exemplo disso. Através das parábolas, o Mestre explicava como eram aplicadas as Leis Divinas.
               Na cultura Hebraica, como em outras, havia os latifundiários, que arrendavam a terra para agricultores, em troca de parte da colheita. Quando a safra era abundante, ambos ganhavam, mas quando a colheita era pouca, somente o dono da terra tinha bons lucros, jamais perdendo, pois sempre tinha a sua parte garantida como pagamento pelo arrendamento da terra. 
              Como diz o versículo acima, o administrador, também chamado de mordomo, foi acusado de não realizar uma administração honesta.
              Como não queria sair desmoralizado do emprego, o mordomo resolveu ajudar os agricultores, no sentido de ganhar a simpatia deles. Para isso, reduziu a quantidade que cada um deveria pagar ao proprietário da terra. Aquele que devia por exemplo, cem medidas de cereais, ele registrou apenas a metade, o que devia cem medidas de azeite, registrou oitenta; e assim por diante.
             Levando esta contabilidade ao Senhor, o mordomo foi surpreendido com a sua aprovação da contabilidade.
             Como está escrito no texto, "E louvou aquele senhor o injusto mordomo por haver procedido prudentemente..."
             A lição que devemos guardar desta parábola, é que mesmo diante da "injustiça", devemos proceder corretamente sem nenhum sentimento contrário as boas atitudes.
            Sempre conquistando amigos através das boas obras para com o semelhante, pois um dia, nós precisaremos também, que alguém nos receba em seu coração.
            A quantidade não importa, o importante é a boa vontade em servir ao próximo, segundo os ensinamentos de Jesus.
       
 
Muita Paz.
             

NA OBRA REGENERATIVA.

"Irmãos, se algum homem chegar a ser surpreendido nalguma ofensa, vós que sois espirituais, orientai-o com espírito de mansidão, velando por vós mesmos para que não sejais igualmente tentados." (Gálatas, 6:1).
             
       
                 Quando surgir uma oportunidade de orientarmos um irmão perdido na escuridão do erro, jamais podemos fazê-lo com rancor no coração.
                 Todas mazelas direcionadas ao mais necessitado, será devolvido com a mesma moeda.
                  Se apontamos suas falhas, igualmente ele apontará as nossas.
                  Se desejamos que o irmão passe pelas mesmas dificuldades que ele impôs aos outros, seria o mesmo que espalhar o mal em torno de nós.
                  Ao ficarmos indiferente diante da má conduta de um filho, por exemplo, estamos aprovando o mal.
                  Porém, quando procuramos orientar aquele que veio até nós em busca de auxílio, estamos colocando em prática a obra regenerativa. Assim ao auxiliar alguém, jamais o julgaremos pelas suas atitudes menos dignas, antes, mostraremos a ele o verdadeiro caminho a seguir.
                 Não podemos obrigar ninguém a fazer o que queremos, o livre arbítrio pertence a cada um.
                 Sejamos antes de tudo humanos.
                 Para ajudar alguém, a fraternidade deve vir sempre em primeiro lugar.
                 Outro fator importante no auxílio ao semelhante, é nos colocar no lugar dele, fazendo por ele, o que gostaríamos que fizessem por nós.
                Devemos considerar que, antes de julgar alguém pelos seus atos é, será que no lugar dele teríamos resistido ao mal?
                Verifiquemos as nossas vantagens e os prejuízos do irmão, com imparcialidade e fraternidade.
                Agindo assim, ganharemos a confiança do outro.
                Se julgamos o semelhante, estaremos abrindo a porta larga das concupiscências, podendo cair na mesma armadilha que tantos outros tem caído.
    
Muita Paz.
               
                
                

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

DEVAGAR, MAS SEMPRE.

"Mas ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova, de dia em dia." (II Coríntios, 4:16).
               
      
                  Se observarmos atentamente a Natureza, veremos que tudo nela caminha segundo um perfeito programa de ação sem nenhum privilégio em parte alguma. Nada dá saltos.
                  Cada vegetal, árvore, flores, florestas; tudo desenvolve-se, a partir da semente minúscula.
                  As cidades, por maior que sejam, começaram como um vilarejo de apenas poucas casas.
                 Existe sempre o ponto de origem para tudo.
                 Todo aprendiz do Evangelho, almeja grandes realizações, no entanto, não podemos olvidar as pequenas obras de início. Também a evolução não dá saltos.
                 Em todos os setores da vida, sempre encontraremos um reinício, lembremos a advertência do Apóstolo, mesmo que a matéria se corrompa, a essência reforma-se a todo instante.
                 Para que o processo de renovação não se corrompa, é necessário uma constante vigilância de nossa parte, mantendo sempre uma boa sintonia, para que as Bênçãos Divinas possam  iluminar nossos corações na busca do Bem Eterno.
                Quando o ideal Divino habita nosso Espírito, não podemos esquecer dos pequenos trabalhos do dia-dia, nos preparando para as grandes obras do porvir.
                Se as condições forem favoráveis para qualquer realização, sigamos sempre a meta traçada.
                Ao contrário, quando houver dificuldades, não desanimemos, prossigamos em frente com fé.
                Sigamos o exemplo do tempo, mesmo com apenas sessenta minutos por hora, jamais de detém.
                Tenhamos Fé, bom ânimo, seguindo devagar e sempre.
    
 
Muita Paz.
               
                
                 

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

OBREIROS ATENTOS.

"Aquele, porém, que atenta bem para a Lei Perfeita da liberdade e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecido, mas fazedor da obra, esse tal será bem-aventurado em seus feitos." (Tiago, 1:25).
                
      
                 O verdadeiro cristão trabalhador da seara de Jesus, está conscientizado de todos os deveres, esforçando-se em cumpri-los da melhor maneira possível.
                 Para ele, não existe empecilhos, e sim boa vontade e  disposição para servir, dando sempre o melhor de si próprio. Sabe que, semeando o Bem em nome do amor ao semelhante, estará colocando na prática a palavra evangélica e assim, iluminando os caminhos que pretende trilhar.
               Respeita cada irmão segundo o seu estado evolutivo, não obrigando a ninguém fazer o que não queira.
               É consciencioso no aproveitamento das sensibilidades recebidas do Creador, cuidadoso com seus sentimentos, aplicando com fraternidade tudo que tem aprendido, para que os outros também tenham possibilidades de libertação.
             Nunca esquece a máxima do Mestre: "Dai de graça, o que de graça recebestes."
             Estas características do Labrador Cristão, deveria ser também, o objetivo de todos que assumirem um cargo público. Seja qual for. Estadista, Administrador, politico, Juiz, Governador, Presidente, Médico, Professor, Motorista, Lixeiro, Empresário, Operário.
          Não importa a classe social.
          Quem administra, não deve ficar esperando a opinião dos outros somente para dividir responsabilidades.
          Quem recebe ordens, deve cumpri-las sem reclamações, alegando falta de condições ou questionando a competência dos superiores. Antes, procure aperfeiçoar as próprias habilidades para o melhor desempenho da tarefa que lhe compete.
         Fortaleceremos a própria liberdade, quando nos propomos à aprender e nos aperfeiçoar cada vez mais, trabalhando e servindo em nome do Cristo.
        Assim, de aprendiz e seguidor do Evangelho, conquistaremos a categoria de "obreiros atentos", merecendo sempre a confiança de Jesus, como componente do Celeste Apostolado.
      
Muita Paz.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

ESMOLA.

"Dai antes esmola do que tiverdes." (Lucas, 11:41).
                
               
                    A palavra do Senhor é de extrema importância para todos que almejam a educação do sentimento.
                   Referindo-se a esmola, devemos prestar bastante atenção na narrativa de Lucas, a respeito da recomendação do Mestre.
                   A maioria engana-se, pensando que está cumprindo um ato fraterno, ao doar somente bens perecíveis aos mais necessitados. É claro que todos nós necessitamos de roupas, dinheiro, alimentos e um trabalho remunerado para a sobrevivência. Porém, não é somente isso.
                  Para que aprendamos a viver bem, é necessário a segurança de uma base espiritual, que somente pode ser adquirida, através da instrução.
                 Para isso, é necessário que a criatura abra o coração aos ensinamentos de Jesus. O Cristo recomenda, que devemos doar daquilo que temos; e o melhor que existe em nós, sai do nosso estado íntimo reeducado pelo Evangelho.
                Assim, estaremos aptos a dar o nosso testemunho de Fé e fraternidade, pelo nosso exemplo, tolerando sem criticar ou julgar, servindo sem fazer exigências, e sobretudo, não impondo nada a ninguém, sabendo respeitar o tempo de cada um.
              Nunca esqueçamos e ensinamos a todos que, o dono de tudo que existe na Terra e nos Universos é Deus.
              O Creador empresta para as criaturas, os bens temporais segundo o merecimento de cada um. Nós temos que aprender a viver com o necessário para a sobrevivência.
             Então, estaremos aptos a doar o que tivermos de nós próprios.
             Reflitamos: O que estou fazendo para a melhoria do ambiente, em meu lar ou no meu trabalho?
             Como estou tratando o semelhante, na rua, na família, os colegas e amigos?
             Como estão os meus sentimentos? Estou em paz comigo mesmo? Ou não? Que tipo de sintonia estou emitindo?
             Esta auto análise, deve ser feita diariamente.
             Fraternidade e bondade, não é sinônimo de risos estridente ou gratuitos, ou concordar com todos, e sim saber compreender e estar disposto a servir, segundo as circunstâncias e as necessidades, fazendo o que estiver ao nosso alcance.
            De nada adiantará uma criatura com o estomago cheio, mas sem uma luz a iluminar seu caminho.
            Concluindo, a esmola mais útil, será sempre aquela que tocar o coração de quem a recebe, através do estímulo e a orientação que conscientizando a criatura que somente o esforço e a boa vontade para a compreensão das questões espirituais, poderá leva-lo a conquista da libertação, pois não estamos na Terra somente para sofrer, e sim para o resgate libertador.

Muita Paz.
            

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

FÉ INOPERANTE.

"Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma." (Tiago, 2:17).
          
        
                   Vários cristãos alegam ter fé naquilo que acreditam, no entanto, não colocam na prática esta certeza que alegam possuir em seus corações. É a fé inoperante.
                   De que adiantaria uma colmeia que não produzisse mel? Ou uma fonte seca?
                   Se não semeamos nada, nunca colheremos coisa alguma.
                  A crença em uma religião é o meio.
                  A prática é o fim.
                  O Creador, terá total confiança naqueles que além de ter a fé em seus corações, terá também, a boa vontade e a coragem para coloca-la em prática pelo trabalho na seara, servindo e amando sem se queixar.
                  Todo candidato a vida superior, deveria ser receptivo as revelações do Alto no imo do ser, demonstrando amadurecimento e fé inabalável,  procurando o posto de serviço que lhe compete em favor do progresso comum.
                  Podemos compreender a fé, no exemplo que Jesus nos deixou quando se referiu ao "grão de mostarda"; ensinando que, para se ter fé, é necessário compreender para se ter uma fé firme. Quem compreendeu é porque raciocinou e teve certeza.
                A fé cega, sem compreensão das coisas, leva-nos ao fanatismo.
                Aquele que estiver disposto a se libertar pelo conhecimento da verdade, também terá no coração a semente da Fé verdadeira.
    
Muita Paz.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

ESTENDAMOS O BEM.

"Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem." (Romanos, 12:21).
         
      
              A natureza, nos oferece uma grande lição de recuperação, diante de qualquer problema que nos causa desânimo.
             Após um temporal ter danificado toda vegetação, o Sol volta a brilhar, regenerando e evaporando todo o excesso de água que inundava o solo.
            O vento sopra, trazendo o frescor e o aroma vindo de flores longínquas.
            Volta a algazarra dos pássaros dando alegria e som, amenizando o susto causado pelo relâmpago e o trovão.
            A terra recebeu a enxurrada sem revolta, sabendo que ficará fertilizada.
            O ar que antes estava carregado pelos miasmas mentais dos homens, ficou leve e refrescado, após ser limpo e purificado pelos raios.
           O bambu, dando um exemplo de humildade, curvou-se até o chão diante da fúria dos ventos; para depois erguer-se do solo, voltando a posição vertical, como em louvor ao Creador pelo dom recebido.
          Diante de tão maravilhosa obra, por que ainda conservamos tanto mal no coração? Por que não imitar a mãe natureza?
          Quando a adversidade invadir o nosso ser, aprendamos a recebe-la com humildade e sem revolta, educando suas energias em proveito da vida.
           Iluminando o coração, a escuridão simplesmente desaparecerá.
         Que a nossa luz possa brilhar em todas as direções, em nome do bem e do amor ao próximo.
         Façamos como os raios do Sol, que ilumina até mesmo a escuridão e a podridão do pântano e não se contamina.
      
Muita Paz.
         
         
            
           

domingo, 16 de fevereiro de 2014

DIFERENÇAS.

"Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros." (João, 13:35).
               
       
                  Em muitos agrupamentos cristãos, encontramos pessoas que sempre exaltam o Excelso Benfeitor.
                 Alegam que em seus corações estão registradas as palavras e o ensinamento do Mestre dos mestres. No entanto, quando as circunstâncias chama-os para um testemunho de fé, alegam obrigações inadiáveis no seio familiar. São os simplesmente beneficiários e sonhadores.
               Para estes, o Evangelho é como visões maravilhosas que os encantam, porém, ainda não possuem a coragem para pratica-las.
             Existem aqueles que diante da tribuna, tem a palavra fácil e vigorosa, no entanto o terreno de seus corações, ainda continua árido, sem nenhuma semeadura.
            São apenas faladores.
            Outros, escrevem páginas e mais páginas, a respeito da fé consoladora, mas não conseguem expressa-las através do trabalho na seara.
           São apenas intelectuais.
           Embora todos possuem enormes recursos e dotes, falta-lhes ainda, educar seus sentimentos, tendo olhos de ver e ouvidos de ouvir, para que possam realmente multiplicar os talentos recebidos.
          Já o verdadeiro trabalhador, sabe que atitude tomar quando é convocado pelo Senhor a dar o testemunho. Louva o Mestre com pensamentos, palavras e atitudes.
         Sempre que tem oportunidade, distribui a palavra consoladora da Boa Nova.
         Faz sempre o que pode, sabendo que, aquele que fizer o que estiver a seu alcance, faz o máximo.
        Não se preocupa com "palavrórios", preferindo servir em nome do Cristo, instruindo com simplicidade e objetivamente.
       Não espera recompensas e nem julga. Está sempre em sintonia com o Alto.
       Este é reconhecido como verdadeiro discípulo de Jesus.
      
Muita Paz.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

INDAGAÇÃO OPORTUNA.

"Disse-lhes: Recebestes vós o Espírito Santo quando crestes?" (Atos, 19:2).
               
      
             Esta pergunta, é dirigida a consciência de cada um que por ventura integrar-se a um agrupamento cristão.
             Em todo lugar, existem aqueles que se dizem crentes na palavra evangélica, quando são atingidos por alguma dificuldade, porém, quando passa o problema, voltam a mesmice da incredulidade.
            Muitos, procuram os postulados da fé, apenas para satisfazer exigências sociais. Outros, quando são acometidos por uma enfermidade, correm aos templos, rogando ao Alto providências para sua cura.
           Amanhã, no entanto, tornam-se tão insatisfeitos e incrédulos quanto antes.
          A grande maioria, acham que podem fazer negócio com a Divindade; principalmente através de promessas, como se a espiritualidade maior necessitassem dos bens transitórios da superfície terrena.
        Infelizmente, grande parte de cristãos, ainda não querem entender que fé verdadeira, é a que encara a razão sempre. Acreditou porque compreendeu. Ainda não estão dispostos a compreender, preferindo a fé cega.
        Enquanto existir aqueles que não querem a responsabilidade para conhecer a verdade pelo raciocínio e o entendimento, a fé dessas criaturas será como uma frágil candeia, suscetível de apagar-se ao primeiro golpe do vento.
      
Muita Paz.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

SEMEADORES.

"Eis que o semeador saiu a semear." (Mateus, 13:3).
            
      
                 Quando se tratar de tomada de decisões no campo das atividades íntimas, não podemos delegar a ninguém para realizar tal tarefa. Na lição dada pelo Mestre, disse que: "O semeador saiu a semear." Isso quer dizer que ninguém mais fez isso por ele, pois esta era a sua missão.
                O mesmo deve acontecer com todo aprendiz do Evangelho, assumir o seu dever de Cristão, sem pedir a ninguém que faça por ele.
                Somente aqueles que optam pelo menor atrito, gostam de pedir a outrem, que façam por eles o que seria de sua obrigação. Estes, além de preguiçosos, são tiranos nos lares em que vivem, e quando chega a velhice, tornam-se verdadeiros fardos para os seus filhos.
                Para o serviço ao próximo, é necessário que abandonemos as algemas do "ponto de vista", para que o personalismo não venha interferir no nosso trabalho fraterno.
               Estaremos conscientes que nesse campo de trabalho, encontraremos a terra das almas, ralada pelos espinhos, solidão e miséria, infestada pelo pântano e caminhos cheios de pedra. Esta é uma grande oportunidade de agirmos em benefício do nosso semelhante.
             Foi com esse roteiro, que o Cristo iniciou seu monumental trabalho de educar sentimentos, junto a todas as classes e situações, pobres, ricos, pescadores, leprosos, prostitutas, Fariseu palavrosos, Centuriões, justos e injustos e cobradores de impostos, doentes do corpo e do Espírito, jovens, velhos e crianças.
           Em fim, todos que estivessem com disposição para ouvir sua mensagem.
           Segundo entendemos, o Semeador veio até nós, não com toda sua grandeza, mas fazendo-se humilde para não nos humilhar com sua Majestade. Espalhou a Luz da Revelação, ampliando nossa compreensão, trazendo a Verdade para nos libertar. Confundiu-se com a sombra, para que brilhasse nossa luz.
          Sigamos o exemplo de Jesus, não tenhamos vergonha e nem medo, de "sair para semear."
       
Muita Paz.
           
             
             
              

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

DIANTE DO SENHOR.

"Por que não entendeis a minha linguagem? Por não poderdes ouvir a minha palavra." (João, 8:43).
            
        
                  Ainda hoje a linguagem do Mestre, parece estranha e impossível de ser ouvida e praticada. Basta observar, os altos índices de violência e iniquidades.
                 Para a maioria, fazer o bem, ainda que esteja recebendo o mal é loucura e covardia.
                Amar o próximo, desculpar sempre, são atitudes impensáveis para a maioria, mesmo nas instituições de ensino, vide a violência cometida por alunos aos professores!
               Muitos daqueles que escutam a Boa Nova, não absorvem seus ensinamentos; e isso ocorre, até mesmo nas instituições religiosas.
               Acreditam em Deus, porém, não tem nenhuma fé e confiança na Divindade. Antes, preferem a "segurança" de Mamon.
               O interesse maior dessas criaturas, é o acúmulo dos bens transitórios.
               Esperam ansiosos, o retorno do investimento que fazem, em tudo que possa lhes proporcionar lucros vultuosos, para que possam gozar para "sempre" dos confortos materiais e dos prazeres mundanos.
             Escutam o chamamento do Cristo, porém, sempre propõem um negócio para que possam estar sempre com alguma vantagem.
             Escutam, mas não querem entender.
             Sempre encontramos altas personalidades intelectuais envolvidas nessas contradições, e até mesmo aqueles que mereciam nossa confiança.
            Alguns, tem no coração um bom potencial de bondade, no entanto, são facilmente seduzidos pelo menos bom.
            São inteligências altamente capacitadas, porém, dedicam-se à atividades sem grandes relevância.
            É fácil abrir a mente para a linguagem do Senhor, mas é necessário estar com o coração purificado pelo amor, materializado nas atitudes fraternas.
     
Muita Paz.
            

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

REGENERAÇÃO DO ORBE TERRESTRE.

"Mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás." (Gênesis, 2:17).
        
               No primeiro livro da bíblia, intitulado Gênesis, escrito por Moisés, está simbolicamente representado o maior drama da família humana, na figura de Adão e Eva.
              Este livro de grande conteúdo poético deveria merecer a atenção, não somente dos Teólogos, mas também de Poetas, Filósofos, Sociólogos,  Historiadores, e Cientistas em geral.
             Para sua compreensão, é necessário tirar o espírito da letra, a fim de entrarmos no intrincado mundo do "eu".
             Veremos então os dois lados do ser humano. De um lado, o homem em harmonia com o Creador, do outro lado, a substituição de Deus pela figura humana, preferindo dar ouvidos ao que ele tem de mais torpe e vil.
           Como seria a Família Humana, se o homem seguisse as Leis Divinas? Naturalmente que o Centro de tudo seria Deus. O Creador seria a Medida das coisas! Não o homem!
          No entanto, troca-se a presença de Deus, pela presença dúbia do ser humano. O desastre foi total. A prova está na própria evolução humana.
         Dando guarida as piores abominações, lança-se o homem a prática das mais baixas torpezas, instaurando no planeta o domínio  do mal. Seguindo a linha evolutiva do homem, vemos um raio de esperança na figura do Patriarca Abraão, fruto da Misericórdia Divina em favor da criatura humana.
        Começa a partir desse momento, a implantação do Gen Psíquico do Deus Único na mente de Abraão, para que Jesus pudesse ser gestado por Maria, fazendo-se homem, em um ato de extrema humildade para salvar o que estava perdido.
       Grande e difícil à missão do Patriarca, reforçando na mente do povo Hebreu, único povo com abertura mental e espiritual para isso,  o Gen Psíquico do Deus Único, num local cercado de povos praticante de idolatria.
      Abraão sai da sua parentela, como lhe foi ordenado por Jesus, para levar avante esta missão.
      Dando mais um salto no tempo, observamos que o homem dá continuidade a prática das piores torpezas. Estamos agora, no tempo do rei David. Este grande médium e excepcional artista, tinha uma apurada sensibilidade para a música, uma extraordinária intuição, escrevendo salmos maravilhosos.
      Também David não fugiu a regra, não conseguindo conter o seu lado mais obscuro, deu guarida a entidades ignorantes e sedentas das piores concupiscências. Vendo Batseba, mulher de seu melhor amigo, Urias, homem da sua confiança para assuntos militares; arma uma trama, ordenando ao militar à assumir uma missão suicida, somente para ficar com sua mulher.
      A capacidade do homem em desprezar a Luz, dando guarida as trevas no coração é algo assustador.
      Com essa postura, David cai cada vez mais na falência moral.
      Sucede David no trono de Israel, seu filho Salomão, homem de rara inteligência, médium de grande capacidade intuitiva para questões de justiça. Também não soube multiplicar os talentos que lhe foram confiados pelo Pai Eterno, não resistindo a "porta larga" da perdição, entregou-se a luxúria e a Mamon.
     Continuando nossa jornada através da evolução humana, estamos agora, na época de um dos maiores Profetas do Antigo Testamento: Isaías.
     Isaías foi o primeiro a anunciar a vinda do Cristo ao planeta. Fervoroso defensor da lei, a ponto de tornar-se um sectário implacável; mandando decapitar setenta sacerdotes em nome da "pureza" religiosa. Mais uma vez, o ser humano não consegue superar os cinco minutos de fúria que incendeia o seu coração.
     Mesmo nos tempos atuais, temos exemplos destas medidas, em todo agrupamento religioso. Embora não usando mais a espada, continuam "decapitando" ideias, quando discordarem do seu modo de pensar.
     Esse grande Profeta deu provas de sua fé no Altíssimo inúmeras vezes, no entanto, não resistiu ao personalismo, chegando ao limite da tênue linha, que separa o homem da fera e da razão.
     Dando outro salto no tempo, temos agora, o Mestre em plena maioridade, dirigindo-se até o rio Jordão, onde João Batista batizava as pessoas num ato simbólico de purificação, anunciando a vinda do Cristo.
      Vendo o Mestre bem na sua frente, João soube que aquele não era apenas, mais um homem do povo em busca de consolo para as dores da alma; dizendo a Jesus, que ele João, não era digno de atar suas sandálias.
      Indo para as margens do lago de Genesaré, Jesus ouve um cântico sendo entoado por pescadores ao recolher suas redes. Aproximando-se mais, o Mestre depara-se com dois homens, Pedro e André; e convida-os, para serem pescadores de almas.
     Naquele momento memorável, dava início a maior transformação do sentimento humano jamais vista no planeta, promovida por Jesus e apenas doze Amigos. Em apenas três anos, o Cristo concluiu uma obra monumental, jamais feita antes, irradiando pelo mundo inteiro, a Luz Imperecível do Evangelho, desfazendo toda treva.
     Trazendo a Segunda Revelação, Jesus promete mandar a Terceira Revelação, o Espírito Consolador, que falará tudo que ELe não pode dizer, pois não suportariam. Séculos depois, na França, surge a Doutrina dos Espíritos, codificada por outro enviado de Jesus; com a encarnação de: Hipollyte Leon Denizart Rivail, mais tarde adotando o pseudônimo de Allan Kardec.
     Entre os doze companheiros de Jesus, apenas um não suportou o assédio moral das entidades sombrias, sucumbindo ao executar o ato simbólico de um beijo. Mais uma vez, o homem é protagonista do mais vil ato de toda história terrena.
     Então, quando se falar de traição, lembrem que somente Jesus foi realmente traído; na qualidade de Espírito membro da Consciência Universal, não tinha nada a dever, pois é Um com o Pai.
     Portanto, cuidemos para não levantar falso testemunho ao acusar alguém de traição, somos ainda seres imperfeitos e devedores perante a Lei Maior, assim, o máximo que poderá nos ocorrer é circunstâncias e necessidades, jamais a traição; não temos ainda moral para tal cobrança.
     Embora apenas um dos Amigos do Cristo tenha ido as raias da loucura, houve aqueles que também não resistiram à insegurança, medo e tentações de entidades sombrias. O amoroso Apóstolo Pedro, num átimo de pouca fé, insegurança e medo, nega Jesus por três vezes, fraqueza prevista pelo Mestre; na ocasião, veementemente negada pelo Discípulo.
    Também o Apóstolo Tomé, duvidou da vitória do Mestre sobre a "morte", mesmo tendo Jesus dito que ao terceiro  dia ressuscitaria. Tomé somente acreditou, quando pode tocar os ferimentos do peito e dos membros de Jesus.
    É digno de registro, a renovação espiritual alcançada por Maria de Magdala, mulher de vida obscura, atormentada por várias entidades malignas, que somente conseguiu dar um salto quântico moral, pela sua Fé nos ensinamentos do Mestre. Esta mulher de grande coragem, consegue reeducar seus sentimentos e receber a honra de ser a primeira a ver Jesus e  anunciar aos Apóstolos, que ELe tinha ressuscitado.
     Assim é o homem, sujeito as várias imperfeições, falível, julgador, condenando todos que são contrários a sua opinião, porém, onde vemos um malfeitor, o Cristo vê um anjo em potencial.
     Estamos em plena era da separação do joio e do trigo, prevista nas profecias.
     Já se passaram "um tempo, mais um tempo e estamos na metade de um tempo". A regeneração do mundo será concluída a partir da regeneração de cada um de nós. Observando o exemplo simbólico do drama da primeira família humana, contida no Livro Gênesis, do Antigo Testamento, também denominada de Primeira Revelação, já passou da hora do homem tomar uma atitude de valor em benefício  próprio. Com o evangelho sendo difundido em toda parte -- como previu Jesus -- "Este Evangelho do Reino será pregado em toda Terra." Já é hora da humanidade despir o traje surrado do homem "velho", e vestir o traje do homem renovado.
      Basta ter vontade, força de vontade e persistência, para uma reforma íntima verdadeira.
      A garantia é o Evangelho, (Física Universal), trazida aos homens pelo Cristo, para salvação do mundo. Denominamos "Física Universal", porque o Evangelho foi Dito pelo Creador, para todos os Universos da Criação.
      Estamos passando por uma época conturbada, como se o mal reinasse na Terra. Porém, isso é passageiro, Jesus enquanto Governador do Orbe terrestre, está no controle de tudo. A hora final da permanência do mal na Terra, ainda está para chegar. Como o próprio Jesus anunciou no Evangelho, "Olhai, orai e vigai, porque não sabeis quando chegará o tempo". (Marcos, 13:33).
     Estamos prestes a ver um novo Pentecostes, quando todo médium de boa vontade será chamado a dar o testemunho em nome do Cristo.
     Quem viver verá, mesmo não estando no plano da matéria, não poderá ficar alheio aos fatos que ocorrerão a partir de agora. Todos nós teremos que dar o testemunho perante a Lei Maior. A voz do Senhor far-se-á ouvir em nossa consciência: "Que fizeste despenseiro infiel dos bens que te confiei?".
      Aqueles que enterraram os talentos recebidos do Alto, prestarão contas de tais atitudes, pois a Lei de Deus, está escrita na própria consciência do homem.
      Os bens que levaremos para a pátria espiritual, serão somente aqueles que a traça não come; já os bens transitórios, ficarão na terra para serem reciclados.
       Portanto, não devemos olvidar as palavras de Pedro, dirigindo-se ao Mestre e grafadas por João, 6:68, "Tu tens as palavras da vida eterna."
       Retenhamos em nossa alma, as Palavras da Vida Eterna que nascem do coração de Jesus, elas serão a Luz que nos guiará, na difícil caminhada das grandes renovações.
 
Muita Paz.
    
     
   
   
    

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

PALAVRAS DA VIDA ETERNA.

"Tu tens as palavras da vida eterna." (João, 6:68).
              
          
               Estamos cercados de palavras, desde o nascimento até o dia de abandonar a matéria. São palavras de conteúdo variado, algumas para incentivar, outras para julgar e outras para bajular.
              Podem vir de maneiras variadas.
              Entre este mosaico de palavras que chegam até nós, uma na maioria das vezes, passa completamente desapercebida; são "as palavras da vida eterna". Estas são Benção do Cristo! Guardemos no coração e escutemos.
             Nascem do Coração magnânimo de Jesus para instruir a criatura. Nem sempre distinguimos sua lição ou notamos o brilho da sua Luz; é que, na maior parte, estamos com os olhos nublados com as sombras de nosso coração.
           Por isso, a importância do "vigiar e orar", para  não perder esta grande oportunidade de iluminação.
           Estas benditas palavras, exortam-nos a pensar na Grandeza, Sabedoria e Misericórdia Divina, para viver em conformidade com suas Leis.
           Ensinam, que a Terra é o nosso lar e a humanidade nossa família. Mostram que o Amor é o laço que une a todos.
           Indicam que, somente pelo trabalho em nome do Bem e amor ao próximo, nos aproximam de Deus.
           Esqueçamos pois, todos que nos incitam as coisas menores e inúteis, tais como, todas as ilusões do materialismo e satisfação exagerada de nossos sentidos.
           Não olvidemos as palavras que nos despertam para o entendimento do Bem e para a Luz.
           Elas chegam até nós de várias maneiras, por um livro, por um amigo, por uma mensagem; porém, elas tem somente uma fonte: Jesus, o Divino Amigo de todos.
          Portanto, tenhamos sempre guardadas em nosso coração, as palavras da vida eterna, pois, são elas o nosso principal apoio para as horas mais difíceis de nossa vida.
     
Muita Paz.
          
             

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

O PODER DA ORAÇÃO.

"Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos que estão no Céu, nem o Filho, senão o Pai." (Marcos, 13:32).
                  
      
                Nesses tempos tortuosos, muitos queixam-se dos tormentos, que por hora assolam suas mentes; são preocupações com a segurança, com a profissão, com os filhos -- principalmente os adolescentes -- com a família; são muitas as inseguranças. E para piorar, existem aquelas entidades sombrias querendo a todo instante perturbar a nossa vida através da atribulação mental.
              É sabido que cada um tem o seu "calcanhar de Aquiles", ou seja, o nosso ponto fraco. É por essa fraqueza, que estas entidades presas ao mal, tentam nos perturbar.
             Jesus nos alertou para esta situação quando recomendou: "Olhai, vigiai e orai..."
             Esse sábio conselho, é o único remédio contra todas as tentações.
             Prece é mudança do estado mental!
             Estamos inseguros, com medo, desanimado, sem energia para nada; devemos estar alerta para esses sintomas, então, imediatamente façamos uma prece, para promover a mudança do estado mental para melhor, pois, somente assim, entraremos em sintonia com o Altíssimo.
           Quando for sair de casa, faça uma prece pedindo a proteção Divina; quando chegar em casa, faça outra prece, em agradecimento, pela proteção recebida; quando chegar ao local de trabalho, faça uma prece; na hora de sair, faça outra prece; quando for dormir, faça uma prece; quando acordar, outra prece deve ser feita, agradecendo por mais um dia de luta pela evolução. Outro importante cuidado a tomar, é com a língua, esse importante órgão destinado a materializar o pensamento, deve ser mantido em extrema vigilância, para que não se torne motivo de escândalo para nós.
          Assim, a nossa mente estará ocupada com algo que realmente é útil, bom, e verdadeiro. Mente vazia de coisas boas, é oficina do diabo.
         "E as coisas que vos digo digo-as a todos: Vigiai." Jesus em, Mateus, 13:37.
      

Muita Paz.
         

O QUE A CIÊNCIA ATUAL SABE SOBRE OS CANANEUS. (P - 3)

 1. Engenharia de Construção e Urbanismo.                          Os cananeus, foram mestres em adaptar suas cidades ao terreno montanhoso ...