"Que farei então de Jesus, chamado o Cristo? (Mateus, 27:22).
Para o mundo cristão, a pergunta feita por Pilatos é muito importante.
O que fazemos nós cristãos diariamente, em nome do Cristo?
Estamos cumprindo seus preciosos e sábios ensinamentos, ou estamos ociosos, a espera de alguma graça sem realizações na sua seara?
A vaidade quando nos escraviza, nos leva a exibir Jesus, como propaganda de algo que na verdade, não realizamos. Ficando assim, exposto nosso personalismo sombrio.
A insensatez conduz o homem a usar o nome do Cristo, na tentativa de justificar toda a concupiscência que se entregam, como uma máscara que sempre cai diante da verdade incontestável do Amor de Jesus.
Muitos o seguem, como fizeram aqueles no sermão do Monte. A maioria equivoca-se, pensando que, somente com isso obterão alguma coisa, para satisfazer seus sentidos materialistas.
Mesmo na atualidade ainda existem cristãos que, esperam do Mestre sinais, na esperança do arrebatamento. Esquecem dos ensinamentos evangélicos pregados por Jesus, incansavelmente, na tentativa de nos ensinar os caminhos da "porta" estreita, do trabalho diário na sua seara de Amor.
Outros, assim como Jairo, acreditam na palavra do Mestre, quando não existe nenhum problema em sua vida; basta uma pequena nuvem escura em seu íntimo para abandonar a seara em que se propôs a trabalhar.
Outros tantos, na hora do testemunho, também acham o discurso do Cristo demasiadamente duro para ser suportado. A grande maioria, procede como Pilatos, lavando as mãos diante da caridade que bate a sua porta.
Apenas uma pequena quantidade de cristãos, imitam o exemplo do Apóstolo Pedro; que após o Pentecostes, segue Jesus até o supremo sacrifício de morrer pelo seu Mestre.
Todos nós, assim como Paulo, já estivemos "a nossa porta de Damasco." No entanto, somente um pequeno número, imita Paulo de Tarso, colocando-se a disposição do Cristo, para o penoso testemunho na nossa estrada evolutiva, mesmo diante de açoites e sacrifícios, em nome da nossa redenção.
Não basta fazermos de Jesus, apenas aquele que nos protege e cura nossas feridas morais. É necessário fazer de Jesus, um modelo de conduta permanente em nossa vida, como exemplo de amor e caridade; primeiro com a família, para depois com os demais irmãos em humanidade.
Olhai, vigiai, orai.
Paz do Mestre.
Para o mundo cristão, a pergunta feita por Pilatos é muito importante.
O que fazemos nós cristãos diariamente, em nome do Cristo?
Estamos cumprindo seus preciosos e sábios ensinamentos, ou estamos ociosos, a espera de alguma graça sem realizações na sua seara?
A vaidade quando nos escraviza, nos leva a exibir Jesus, como propaganda de algo que na verdade, não realizamos. Ficando assim, exposto nosso personalismo sombrio.
A insensatez conduz o homem a usar o nome do Cristo, na tentativa de justificar toda a concupiscência que se entregam, como uma máscara que sempre cai diante da verdade incontestável do Amor de Jesus.
Muitos o seguem, como fizeram aqueles no sermão do Monte. A maioria equivoca-se, pensando que, somente com isso obterão alguma coisa, para satisfazer seus sentidos materialistas.
Mesmo na atualidade ainda existem cristãos que, esperam do Mestre sinais, na esperança do arrebatamento. Esquecem dos ensinamentos evangélicos pregados por Jesus, incansavelmente, na tentativa de nos ensinar os caminhos da "porta" estreita, do trabalho diário na sua seara de Amor.
Outros, assim como Jairo, acreditam na palavra do Mestre, quando não existe nenhum problema em sua vida; basta uma pequena nuvem escura em seu íntimo para abandonar a seara em que se propôs a trabalhar.
Outros tantos, na hora do testemunho, também acham o discurso do Cristo demasiadamente duro para ser suportado. A grande maioria, procede como Pilatos, lavando as mãos diante da caridade que bate a sua porta.
Apenas uma pequena quantidade de cristãos, imitam o exemplo do Apóstolo Pedro; que após o Pentecostes, segue Jesus até o supremo sacrifício de morrer pelo seu Mestre.
Todos nós, assim como Paulo, já estivemos "a nossa porta de Damasco." No entanto, somente um pequeno número, imita Paulo de Tarso, colocando-se a disposição do Cristo, para o penoso testemunho na nossa estrada evolutiva, mesmo diante de açoites e sacrifícios, em nome da nossa redenção.
Não basta fazermos de Jesus, apenas aquele que nos protege e cura nossas feridas morais. É necessário fazer de Jesus, um modelo de conduta permanente em nossa vida, como exemplo de amor e caridade; primeiro com a família, para depois com os demais irmãos em humanidade.
Olhai, vigiai, orai.
Paz do Mestre.