"Então, disse Jesus claramente: Lázaro morreu." (João,1,14).
Lázaro, embora fosse simpatizante de Jesus, não o seguia efetivamente; acostumara-se as visitas do Mestre a sua família, pois suas irmãs, estas eram seguidoras de Jesus. Lázaro gostava de frequentar a chamada "boa vida" dos jovens daquela época. No entanto, Jesus via nele um grande potencial. Mal sabia o jovem Lázaro, que estava destinado a um dos maiores testemunhos das realizações do Messias da Galiléia.
Na verdade, não existe nas escrituras dos Evangelhos, nenhuma declaração de Lázaro a respeito da sua ressurreição; porém este fenômeno se tornou uma das mais importantes provas da verdade das afirmações a respeito do Cristo e seu monumental trabalho na Terra. Jesus se comoveu até as lágrimas, ao saber da "morte" de seu amigo. Porém, não era uma tristeza vã; mas uma emoção de alegria, pois sabia que, aquela ressurreição seria um testemunho de renovação espiritual do ser. Após longa enfermidade, Lázaro pode refletir sobre o verdadeiro significado de uma existência na matéria.
Quanto tempo Lázaro desprezara esta preciosa benção do Criador? Mas foi preciso os caminhos do sofrimento para que Lázaro compreendesse tamanha importância concedida aos homens pela misericórdia de Deus. Nestas horas, lembrou Lázaro quando estava entre os portais das duas dimensões: "Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que comeres, certamente morrerás" (Gênesis, 2:17).
Quantas e quantas vezes, Lázaro, pelo orgulho comera deste fruto amargo, que consumia seu Espírito? Sempre ignorando os ensinamentos do Divino Amigo. Até que, seu corpo material não aquentando mais, tanta carga negativa, disse: basta! então, veio a morte aparente.
No limiar da vida e da "quase morte" (Talvez tenha sido o primeiro a experimentar tal fenômeno), Lázaro lembra das doces palavras do Mestre amado: que seriam ditas a Paulo, anos depois, através de Estevão: "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor." (Romanos, 6:23).
Todos estes argumentos, ecoaram no Espírito de Lázaro, através das palavras do Cristo Planetário, quando disse: "Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá. (João, 11:25). Disse mais o Mestre da Vida: "Desligai-o, e deixai-o ir" (João, 11:4344).
Desatai-o e deixai-o ir para uma reflexão com ele mesmo. Para que experimentasse a leveza e o sabor da libertação espiritual; experimentada apenas por aqueles que tem a fé e coragem para desvincular dos excessos da matéria. Naquele momento, o recém voltado a vida, necessitava de elaborar novos planos, pois aquele antigo Lazaro que fora ligado e atado com a mortalha dos mortos-vivos, e sepultado, jazia na escuridão do sepulcro. O novo não! Este, estava perfeitamente integrado com a vida verdadeira; pois bebera da água viva ofertada pelo Cristo de Deus. Daquela data em diante, jamais teria sede. Se você que se sente no limiar do sepulcro psíquico e espiritual, lembre-se que: "Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos "mortos," veio por um homem." (I Coríntios, 15:21).
Oração e vigilância.
Paz do Cristo Planetário.
Lázaro, embora fosse simpatizante de Jesus, não o seguia efetivamente; acostumara-se as visitas do Mestre a sua família, pois suas irmãs, estas eram seguidoras de Jesus. Lázaro gostava de frequentar a chamada "boa vida" dos jovens daquela época. No entanto, Jesus via nele um grande potencial. Mal sabia o jovem Lázaro, que estava destinado a um dos maiores testemunhos das realizações do Messias da Galiléia.
Na verdade, não existe nas escrituras dos Evangelhos, nenhuma declaração de Lázaro a respeito da sua ressurreição; porém este fenômeno se tornou uma das mais importantes provas da verdade das afirmações a respeito do Cristo e seu monumental trabalho na Terra. Jesus se comoveu até as lágrimas, ao saber da "morte" de seu amigo. Porém, não era uma tristeza vã; mas uma emoção de alegria, pois sabia que, aquela ressurreição seria um testemunho de renovação espiritual do ser. Após longa enfermidade, Lázaro pode refletir sobre o verdadeiro significado de uma existência na matéria.
Quanto tempo Lázaro desprezara esta preciosa benção do Criador? Mas foi preciso os caminhos do sofrimento para que Lázaro compreendesse tamanha importância concedida aos homens pela misericórdia de Deus. Nestas horas, lembrou Lázaro quando estava entre os portais das duas dimensões: "Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que comeres, certamente morrerás" (Gênesis, 2:17).
Quantas e quantas vezes, Lázaro, pelo orgulho comera deste fruto amargo, que consumia seu Espírito? Sempre ignorando os ensinamentos do Divino Amigo. Até que, seu corpo material não aquentando mais, tanta carga negativa, disse: basta! então, veio a morte aparente.
No limiar da vida e da "quase morte" (Talvez tenha sido o primeiro a experimentar tal fenômeno), Lázaro lembra das doces palavras do Mestre amado: que seriam ditas a Paulo, anos depois, através de Estevão: "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor." (Romanos, 6:23).
Todos estes argumentos, ecoaram no Espírito de Lázaro, através das palavras do Cristo Planetário, quando disse: "Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá. (João, 11:25). Disse mais o Mestre da Vida: "Desligai-o, e deixai-o ir" (João, 11:4344).
Desatai-o e deixai-o ir para uma reflexão com ele mesmo. Para que experimentasse a leveza e o sabor da libertação espiritual; experimentada apenas por aqueles que tem a fé e coragem para desvincular dos excessos da matéria. Naquele momento, o recém voltado a vida, necessitava de elaborar novos planos, pois aquele antigo Lazaro que fora ligado e atado com a mortalha dos mortos-vivos, e sepultado, jazia na escuridão do sepulcro. O novo não! Este, estava perfeitamente integrado com a vida verdadeira; pois bebera da água viva ofertada pelo Cristo de Deus. Daquela data em diante, jamais teria sede. Se você que se sente no limiar do sepulcro psíquico e espiritual, lembre-se que: "Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos "mortos," veio por um homem." (I Coríntios, 15:21).
Oração e vigilância.
Paz do Cristo Planetário.