sábado, 30 de novembro de 2013

HÁ MUITA DIFERENÇA.

"E disse Pedro: Não tenho prata nem ouro, mas o que tenho isso te dou." (Atos, 3:6).
                   
             
                 Existem aqueles interessados em levar vantagens através de políticas sociais, tentando uma explicação pelos ensinamentos do Mestre, para os absurdos que acontecem diariamente em nossa sociedade. No Evangelho encontraremos uma solução para todas as mazelas sociais, desde que o homem se submeta a uma análise de consciência e lute pela renovação interior.
                Normalmente, as leis humanas estabeleceram: "O que é seu é meu também" 
                O cristianismo no entanto, declarou através da inspiração de Pedro: "O que tenho, isso te dou."
                A Terra será renovada, quando o ser humano decidir a dar do seu necessário, e optando a viver somente com o que necessitar.
                Nas oportunidades de caridade comum, as criaturas raramente dão aquilo que ainda lhes é útil em favor do próximo. Podemos esperar alguém disposto a ouvir e instruir o ignorante?
               Muitos estão dispostos a distribuir bens materiais no entanto, não  fazem nenhum bem para própria condição moral. Temos que fixar em nós, tudo de bom que por ventura proporcionamos ao semelhante.
               Todo indivíduo traz em si próprio, certas qualidade já conquistadas, isso é como um pequeno degrau para avançar na aquisição espiritual de ordem mais elevada.
                Portanto, não esqueçamos a palavra Amiga de Pedro, esforçando-nos para avançarmos sempre em direção a Luz Imperecível da Libertação, pois de nada adiantará ajuntar prata e ouro para ajudar a quem necessita, se em nosso coração ainda vibrar a indiferença, ganância e ambição.
           
 Muita Paz.

MADALENA.

"Disse-lhe Jesus: Maria! - Ela voltando-se, disse: Mestre!" (João, 20:16).
                          
              
              Para muitos cristãos, é intrigante o fato de Jesus ter tido contato primeiro com Madalena após a ressurreição, deixando de procurar os seus discípulos e até mesmo sua mãe.
              No entanto, esta atitude de Jesus trás importantes ensinamentos.
              Dentre as pessoas que seguiam o Mestre, nenhuma passou por tão difíceis e amargos sacrifícios na luta para redimir-se, quanto Maria  Madalena. Maria lutara contra os vícios mais tenebrosos, fora assediada pelas entidades mais sombrias e perversas,  no entanto, quando aproximou-se do Cristo pela primeira vez, não teve dúvidas quanto a necessidade da sua renovação. Estava morta, mas a partir daqueles rápidos minutos com o Salvador, sente uma inesplicável sede da água viva que somente Jesus podia saciar.
              Deitou por terra toda a miséria que cobria sua alma, tomou a cruz que lhe competia no calvário redentor de sua angustiosa existência, na firme resolução de reeducar os seus sentimentos.
              É natural, que a maioria dos aprendizes do Evangelho, não compreendam as razões do Mestre não ter ido ao encontro dos discípulos após ter vencido a "morte".
              Devemos reconhecer que, com isso Jesus nos mostra o valor da doutrina que ensinava como condição única para vencer o que há de pior em nós mesmo; o Evangelho é para todos os aprendizes e seguidores, um caminho iluminado para os que lutam a fim de transformarem suas vidas na glória do Bem.
              Ninguém como Maria Madalena, houvera transformado sua vida à luz do Evangelho Redentor.
                 
Muita Paz.
              
             
              

A CADA UM.

"Levanta-te direto sobre os teus pés." (Atos, 14:10).
                   
       
              Na maioria das vezes quando alguém vê uma pessoa com uma deficiência física, considera-a aleijada.
              Porém, o número de pessoas com aleijão moral é muito maior e mais sério do que se imagina; são os doentes do Espírito, coxos do pensamento e cegos do coração.
              Se em uma sociedade somente existissem pessoas cegas, ninguém saberia descrever a natureza ao seu redor; algo semelhante acontece numa sociedade corrupta, onde as virtudes morais são escassas, raros são os homens que lutam para manter a própria  saúde espiritual observando os ensinamentos contidos no Evangelho.
             A missão do Evangelho é muito mais bela e importante que possamos imaginar.
             O Mestre ainda continua a distribuir bênçãos, e todas as  ações que já operou e ainda opera, são infinitamente superiores as que realizou em Jerusalém e na Galiléia  curando doentes, mesmo porque, a maioria dos cegos, paralíticos e leprosos que ELe curou voltaram a recalcitrar.
             A cura das nossas doenças morais são mais importantes, pois visam à eternidade.
            Necessário é não ter medo de olhar para o "espelho" da própria alma, vigiando e levantando sempre com os próprios pés, não tendo a ilusão de esperar asas de anjos que ainda  não conquistamos.
            
Muita Paz.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

AO SALVAR-NOS.

"Salva-te a ti mesmo e desce da cruz." (Marcos, 15:30).
                       
              
                 Até hoje em pleno século 21, Jesus é afrontado por aqueles que se julgam "senhores" do mundo, e também pelos que estão atolados na culpa acusados pela própria consciência; mas devido o orgulho, não admitem o seu estado miserável.
                A maioria das criaturas ainda não compreendem o sacrifício do Cristo.
               Antes DEle, a Terra somente conhecia vencedores comandando exércitos e cheios de glórias efêmeras, com as mãos manchadas de sangue.
               O Mestre era muito diferente do padrão dos vencedores, não era senhor da guerra, não comandava nenhuma legião de soldados, como ELe próprio disse, não possuía nem mesmo uma pedra para encostar a cabeça; nada pretendia dos homens para si próprio; para salvar o que estava perdido, entregou-se a fúria louca das criaturas, venceu a morte para a glória do Evangelho.
              Deixou-nos a lição, que ao darmos o testemunho do Evangelho, também sofreríamos gritos de acusação e afrontas.
             Diante dos adoradores de Mamon, somente seremos plenamente aceitos, se também nos entregarmos aos prazeres dos sentidos e das fantasias do materialismo. Estamos em plena era das trevas, todo cuidado é pouco, o aprendiz do Evangelho deve olhar, orar e vigiar sempre, para não cair nas armadilhas do mal.
            Quando o cristão cumpre com seus deveres e caminha na estrada traçada pelo Mestre, é chamado de louco pela maioria dos homens. Também, quando estamos dando o nosso testemunho ao enfrentarmos algum problema, jamais nos oferecem ajuda, passam junto de nós lançando ironias e críticas, condenando os altos princípios morais praticado por nós, exclamando em gargalhadas: -- "Salva-te a ti mesmo e desce da cruz."
            
Muita Paz.
            

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

AS VARAS DA VIDEIRA.

"Eu sou a videira, vós as varas." (João, 15:5).
                 
              
             Jesus é o único caminho seguro para chegar ao Pai. Todos os princípios morais elevados, nasceram dos seus ensinamentos. A humanidade estaria irremediavelmente perdida, se ELe não viesse até nós.
             Com a simbologia da videira, nos mostrou que seu Espírito representa a árvore da vida e os  seus seguidores fiéis, os galhos da árvore.
            Sem Jesus, não poderia existir realização humana, pois tudo estaria envolto em trevas, com a autodestruição eminente.
            Nem mesmo o racionalismo científico existiria, devido a enorme desordem moral e psíquica; as escolas "religiosas" estariam tomadas por uma degradação sem precedentes.
            Toda a vida planetária depende da infinita misericórdia do Cristo. No centro de toda manifestação do bem e da nobreza, vibra o seu coração repleto de Amor.
            Os seres humanos são as varas verdes da árvore, se não absorverem a seiva dos ensinamentos de Jesus, secam-se ao afastarem dessa seiva benfazeja, caindo no despenhadeiro das ilusões efêmeras. No entanto, Jesus concede a essas almas em aflição, novas oportunidades através das reencarnações.
           Façamos uma reflexão no grande número de vezes que nos ressecamos no passado e penhoremos nossa fidelidade ao Mestre da vida.
              

Muita Paz.
           
           
          
           

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

A VIDEIRA.

"Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador." (João, 15:1).
                     
                
                Deus, Pai Eterno, Soberanamente Bom e Justo, Pai de todos indistintamente.
                Era isso que Jesus queria dizer, quando disse a parábola da videira; ELe como a videira, a qual nos deu os frutos da bem aventurança.
               O Creador é o Senhor de todos os Universos da creação. Pequeno e ainda obscuro em evolução, o homem não consegue perscrutar a grandeza do Altíssimo. Mesmo assim, o Creador nos envolve com sua Divina Misericórdia.
               ELe é a Alma de tudo a Essência do Universo.
               Ocupamos a Terra, que é uma minúscula parte de seu Reino Eterno.
               Pela sua Eterna bondade, mandou-nos seu Filho Unigênito, Jesus, para salvar o que estava perdido.
               O Mestre trouxe-nos O Evangelho do Pai, que é a Física Universal. Reconhecendo a nossa condição de seres extremamente necessitados e sujeito a todo tipo de fraquezas, humildemente nos dirigimos ao Cristo na condição de aprendizes sinceros, a fim de salvar a nossa alma.
              Com todas as mazelas contidas no coração, certamente seriamos condenados ao suplício da consciência, se não fosse a Videira da verdade e da vida que é Jesus, a nos ensinar o caminho da Luz.
             Da sua Divina Seiva, alimentaremos o coração de todas as realizações elevadas, no serviço da seara. Sem os ensinamentos do Cristo, todas as organizações da Terra seriam tomadas pela barbárie, e a autodestruição humana, seria inevitável.
             Pelo Mestre fomos alimentados com o pão da vida e matamos nossa sede com a água viva ofertada por ELe, através do seu ensinamento.
            O seu Amor infinito no orbe terrestre é o fundamento Divino de todas as verdades da vida.
             
Muita Paz.
              
              

terça-feira, 26 de novembro de 2013

ORIENTADORES DO MUNDO.

"Respondeu-lhes Jesus: És mestre em Israel e não sabes isso?" (João, 3:10).
                       
               
                   Sempre houve aqueles que se colocam como orientadores de todos os saberes, principalmente nas organizações religiosas.
                   Com Nicodemos não foi diferente, na condição de doutor da lei Hebraica, não se preocupou em avançar no seu modo de entender as coisas, preferindo ser escravo da letra; mesmo depois de ser instruído pelo Cristo, não abandonou o seu acanhado modo de pensar.
                  Na verdade, as pessoas se apegam as tradições mais por medo da mudança, do que por não ter entendido uma nova idéia. Para a maioria das criaturas, o novo significa uma maior responsabilidade, então rejeitam tudo que for novidade, optando permanecer na rotina de uma vida minúscula.
                Chegará um tempo, que essa mudança será estritamente necessária, pois a própria ciência a defenderá; então, essas indagações tornar-se-ão inúteis, porque todos os orientadores do mundo, donos da verdade, estarão perguntando no fundo se eles próprios existem.
               Embora a resposta de Jesus a Nicodemos falasse a respeito da reencarnação, enquadra-se perfeitamente na questão a que referimos sobre os "orientadores" do mundo, visto que os filósofos modernos continuam indagando a respeito da continuidade da vida.
              Vamos pedir ao Creador que auxilie o homem para que não continue encontrar as respostas, segundo as próprias concupiscências.
             O médico materialistas, até que se depare com a verdade espiritual, terá que passar por experiências dolorosas e erros que poderiam ser evitados, se em seu coração brilhasse a luz do Evangelho.
            O professor, escravo da teoria, não irá além dos postulados da matéria que ensina, não conseguindo alcançar o coração dos seus  alunos.
           Aqueles que administram, sempre serão dependentes das variações da economia, pois em sua ganância, não tem olhos de ver as responsabilidades sociais perante seus empregados.
          Os cientistas, quase sempre em nome da ciência, provocam o sofrimento e martírio à milhares de pessoas.
          Por isso, é que a resposta do Mestre ainda continua a ecoar em todas as perguntas dos instrutores modernos. De posse de seus títulos acadêmicos, eles exigem provas da existência do Espírito; mesmo sendo orientadores e interferindo na vida dos nossos irmãos em humanidade.
         Assim, façamos-lhes uma pergunta: És detentor de títulos acadêmicos e não sabem a resposta?
              
Muita Paz.
              

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

NA LUTA VULGAR.

"Pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará." (Gálatas, 6:7).
                 
              
                  Ninguém estando de mãos dadas com a maldade, deve esperar bom tratamento por parte do semelhante. O que plantamos colheremos. É Lei Universal do Altíssimo.
                  Então, sofreremos o abandono e o desprezo como pagamento por tudo de menos bom que praticamos, contra coisas e seres.
                  Ao nosso derredor plasmamos luz ou sombras, dependendo da nossa sintonia mental; quando damos evasão as nossas concupiscências, atraímos um quanta de energias negativas, advindas das ondas mentais de todos que sintonizam com nossas idéias.
                 Ao contrário, quando estamos em equilíbrio e praticando a fraternidade, seja com as coisas ou com os seres, ganhamos a confiança da espiritualidade maior, e assim vamos galgando os degraus da evolução.
                Pequenos gestos de fraternidade provocam fontes de esperança e otimismo, alegrando os corações.
                O trabalho bem vivido produz os benefícios da competência.
                A honestidade atrai o respeito daqueles que estão próximos de nós.
                Otimismo, esperança, nobreza de caráter e intenções puras, devem ser abundantes em todo trabalhador da causa do Cristo.
                Tanto a semeadura quanto a  colheita, devem ser diárias.
                Para encontrarmos a justiça, é necessário cultivar atitudes justas em nosso coração; ainda aqui no plano material.
                Diante da Lei de causa e efeito, achamo-nos incessantemente sob a orientação dela, em todos os momentos de nossa vida.
              
Muita Paz.
              
            
                 

domingo, 24 de novembro de 2013

O FILHO EGOISTA.

"Mas, respondendo ele, disse ao pai: Eis que te sirvo, há tantos anos, sem jamais transgredir um mandamento teu, e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos." (Lucas, 15:29).

                 
                
               Esta parábola apresenta-nos duas personalidades que deram ouvidos para lado sombrio do seu coração.
               Aquele que exigiu do pai a sua parte na herança, porque queria ganhar o mundo, teve o seu momento de reflexão, depois de passar pelos espinhos do aprendizado pela experiência.
               No entanto, o outro irmão que permaneceu ao lado do pai, nem por isso poderia ser considerado um modelo de lealdade. Este, embora ajudando o seu progenitor, estava fazendo exatamente a sua obrigação, porém deixando-se levar pela inveja e o egoísmo, nunca aconselhou seu irmão a permanecer no lar, ao invés de se entregar as aventuras mundanas da vida, pelo contrário, ele até estimulava o outro a ir embora para sempre, iludido pela fantasia da satisfação dos sentidos; o que ele não contava, era com o despertamento do seu irmão para a razão e o bom senso.
                Perante a maioria das pessoas, somente aquele que retornou para o lar, é o merecedor de toda corrigenda, esquecendo que o próprio Mestre disse, que haveria mais aclamações no Céu para a ovelha desgarrada que reencontrou o seu caminho, do que para aquelas que permaneceram junto do rebanho.
                Isso porque, nós como o filho egoísta, que exigiu do pai mais atenção, também temos as mesmas mazelas, somos invejosos e egoístas, cobramos sempre dos outros o que não fazemos, além de julgar conforme a nossa visão estreita das coisas.
                Aproveitando-se da generosidade do pai, o egoísta tenta tirar vantagens para si próprio, que no seu pensamento distorcido, temia perder parte da herança para o filho pródico recém acordado para a vida verdadeira.
                Quem nunca teve uma atitude egoísta como esta? Ou nunca tenha se arrependido de uma atitude irresponsável?
                O importante é termos a humildade bastante para assumir nossos erros e mudar de vida, aceitando todas as nossas dificuldades, procurando solucioná-las.
                Ajuda existe sempre, pois Deus é Pai de misericórdia, no entanto, é necessário que nós façamos a nossa parte pelo testemunho próprio.
                Todo egoísta, nunca está satisfeito com o que tem, pois é escravo da inveja e do ciúme.
                 Na parábola, vemos o filho dissimulado, que desrespeitou o seu progenitor em nome da própria ganância.
                 Este tipo de indivíduo é comum em toda parte, não suportando o sucesso e nem a felicidade de ninguém.
                 Não atrevemos a apontar qual dos irmãos é o mais infeliz, pelo que entendemos do ensinamento, o que voltou e se humilhou diante do pai, reconhecendo os próprios erros, já possuía as bênçãos do auto-perdão a seu favor.
                  
Muita Paz.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

NÃO TIRANIZES.

"E, com muitas parábolas semelhantes, lhes dirigia a palavra, segundo o que podiam compreender." (Marcos, 4:33).
                            
               
                    Em determinados núcleos da fé cristã, existem aqueles dirigentes que pregam o Evangelho a "ferro e fogo". Na verdade, o Cristo usou de  energia quando foi necessário emprega-la, mas na maioria das vezes, a sua palavra foi sempre acompanhada pelo Amor Fraterno e o carinho.
                   Estes que pregam a palavra com rigor excessivo e com exigência, não estão respeitando o livre arbítrio daqueles que ouvem, pois são severos e exigem que todos façam a sua vontade. Jesus não agia assim, pelo contrário, ELe dizia: "...vinde a mim, todos que estão cansados e oprimidos... aprendei de mim que sou manso e humilde de coração. (Mateus, 11:28, 29).
                  A palavra da verdade poderá ser mal interpretada nos seus fundamentos, quando o pregador obriga a todos aceitar o seu ponto de vista. Diante da imposição, surgem sempre discussões e discórdias; contudo, aqueles que permanecerem fiéis a palavra do Mestre, nada o afetará, pois na verdade, o Senhor sempre ensinou os que o ouviam, "segundo o que podiam compreender."
                O Mestre ensinou aos Apóstolos, os valores necessários do Evangelho para que eles pudessem transmiti-los a todos dispostos a ouvir a Palavra Salvadora; ao povo em geral, transmitiu os ensinamentos fundamentais através da simplicidades dos contos, seguindo os hábitos de cada um, pescadores, donas de casa e etc.
               A aceitação do Evangelho, diferia segundo o cotidiano e os hábitos de cada um que ouvia o Cristo; no entanto o Salvador jamais violentou a posição natural de nenhum deles.
              Aqueles que estiverem no serviço de esclarecimento e instrução da palavra do Evangelho, lembre sempre os imperativos da iluminação, porque o mundo está carente  de Amigos dispostos a servir com amor na seara de Jesus, e não de inquisidores doutrinários.
            
Muita Paz.
               
                
                 

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

ANTE O CRISTO LIBERTADOR.

"Eu sou a porta." (João, 10:7).
                        
               
               Porta, significa uma passagem para dar entrada em algum lugar, porem este lugar, poderá ser muito bom ou enganador, dependendo do tipo de pessoas que ali habitam.
               Mesmo porque, tomando como exemplo o mundo, veremos que na Terra simbolicamente falando, existem uma grande quantidade de portas enganadoras.
              A mais procuradas dessas portas, é aquele que conduz a criatura ansiosa na conquista dos bens efêmeros, para os perigos que isso representa. A grande maioria dos homens prefere esta porta, e ao adquirirem o vício da usura, acordam encarcerados em seus tormentos.
             Outros, são seduzidos pela ilusão do poder temporal,  pagando um alto preço por isso.
             Existe também o portal do prazer dos sentidos, aqueles que o atravessar, não escaparão das malhas das aflições e da morte.
             Tanto a popularidade quanto a evidência pública, são portas largas se ao ultrapassa-las, escolhermos a  satisfação do egoísmo e ambição.
             Somente o Cristo, é a Porta para a vida abundante. Quando seguimos os seus passos, estaremos aptos para fazer a Vontade do Pai, pois aceitamos a existência como aprendizado e serviço em favor do autoconhecimento e trabalho em prol do semelhante.
            Tenhamos pois, o bom discernimento na hora de escolher qual porta vamos atravessar na luta cotidiana, porque somente Jesus poderá nos ensinar, qual o caminho da verdadeira Libertação.
          
Muita Paz.
             
             

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

ENTRE O BERÇO E O TÚMULO.

"Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem, porque as que se vêem são temporais e as que se não vêem são eternas." (II Coríntios, 4:18).
             
          
                Mesmo que todas as rosas desapareçam, ainda ficará o que ela representou pela beleza que a todos encantou.
                O tempo pode apagar qualquer monumento de pedra, mas jamais apagará uma idéia que tenha trazido benefícios para a humanidade.
                Todas as obras de arte criadas pela mão do homem, um dia desaparecerá, no entanto a genialidade do artista permanecerá.

                O madeiro infamante onde o cristo foi supliciado, era para todos um instrumento de degradação, depois do Mestre, tornou-se o símbolo do Amor e da Paz.
                Não nos apeguemos a carne transitória.
                Não olvidemos que passaremos pela infância, mocidade, madureza e velhice do corpo. Somente o Espírito é infinito.
                Todos os bens materiais que acumulamos na vida, serão divididos após o nosso desencarne. Daqui levaremos somente os bens espirituais que conquistamos.
                Usa somente o que vês, e guarde o que ainda não pode ver.
                Entre este e o outro plano, o homem detém o usufruto da terra, com a finalidade de aperfeiçoar-se.
                Desvinculemos já das coisas e dos seres, antes que seja tarde.
                Aprendamos a servir na medida de nossas forças, trabalhando sempre em nome do Bem com humildade e paciência, para acumular em nossa Alma, as riquezas da vida eterna.
           
Muita Paz.
               

terça-feira, 19 de novembro de 2013

CURAS.

"E curai os enfermos que nela houver e dizei-lhes: É chegado a vós o reino de Deus." (Lucas, 10:9).
                      
               
                A cura de qualquer mal no corpo físico, somente será completa, se o beneficiário livrar-se de todas as mazelas que atormentam sua alma.
                O principal corretivo deve ser do Espírito.
                Para que o homem fique realmente livre das enfermidades, é de suma importância que mude de sintonia, procurando ligar-se ao mais alto.
                Devemos sempre fazer uma reflexão, por que fiquei doente? Por que caiu tanto as minhas defesas orgânicas, como está o meu estado íntimo? Dependendo das resposta saberemos o que melhorar.
                Caso encontremos dificuldades na compreensão dessa análise íntima, recorreremos a Jesus para obtermos as respostas. Certamente que o Mestre não recomendaria o remédio somente para o corpo físico, e sim que buscasse em nosso coração, a Fé verdadeira e a vontade em servir na sua seara, somente assim, poderemos merecer todas as bênçãos que o Pai nos oferece diariamente, reconhecendo o valor dos elementos vitais colocados a nossa disposição.
               Existem doentes que preferem permanecer na condição de vítimas do Universo, prologando a enfermidade e culpando os outros pelo mal que contraiu; se existir culpados, este seria a própria pessoa enferma, devido a falta de vontade para lutar pela cura, prolongando o seu desatino.
               Curar os enfermos é praticar a caridade ensinada pelo Cristo, no entanto, não basta apenas a fraternidade do cristão praticante, é necessário que o enfermo também tenha vontade e principalmente Fé em sua cura. Contudo, diante de semelhante concessão do Creador, é  bom que o doente reconsidere também, todo o seu antigo modo de vida, compreendendo que chegou para ele uma nova oportunidade de redenção.
          
Muita paz.
              
               

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

SIGAMOS A PAZ.

"Busque a paz e siga-a." (I Pedro, 3:11).
                          
                  
                  As pessoas enganam, sempre que buscam a paz na fartura dos bens materiais.
                  A verdadeira paz está na consciência tranquila e na certeza do dever cumprido.
                  O ser humano deseja sempre estar em paz, porém equivoca-se, confundindo-a com excessos.
                  A maioria pede bens financeiros, acreditando que com isso, terá a tão sonhada paz; mas, por não saber controlar e distribuir a fortuna, torna-se escravo dela, o resultado é a preocupação e o tormento.
                  Outros, sentindo-se solitários, rogam a Providência Divina a benção do matrimônio, para depois esquecer os compromissos assumidos ao formar uma família.
                  Alguns candidatam a cargos públicos, prometendo honra e ética, mas logo que o poder lhes sobe a cabeça, esquecem os bons costumes e a honestidade.
                 A paz não é indolência do corpo. É saúde e alegria na alma.
                 Embora todos busquem a paz, poucos sabem que ela é resultado do equilíbrio entre razão e sentimento, entre os nossos desejos e os propósitos do Senhor.
                 Quando formos chamados pelo Alto ao testemunho, serviremos com coragem e confiança na Vontade Divina, pois a nossa recompensa será a paz no coração.
                 Disse o Apóstolo - "Busque a paz e siga-a."
                 Jamais encontraremos paz sem Cristo no coração, somente ELe pode proporcionar a Luz que iluminará o nosso caminho, ao negar a nós  mesmo cumprindo os compromissos que assumimos perante a Lei Divina.
                 Quando resistimos ao impulso renovador do Mestre, ao invés de paz, teremos no coração somente o gosto amargo da guerra íntima.
         
Muita Paz.

domingo, 17 de novembro de 2013

O "NÃO" E A LUTA.

"Mas seja o vosso falar: sim, sim, não, não." (Mateus, 5:37).
                      
            
                  O amor, não deve ser um empecilho, pois não é como o amor próprio, próprio dos "animais", mata-se por este "amor" e comete-se as maiores torpezas.
                  Devemos estender a mão ao irmão? Sim! No entanto, não podemos obriga-lo a fazer somente a nossa vontade.
                  Atenderemos quando nos pedirem um favor, não pedindo nada em troca.
                  Receberemos a quem nos procurar de braços abertos, sem olvidar de instruí-los sempre que necessário.
                  Cultivemos a boa educação e os bons modos, sem deixar de sermos leal com todos.
                  De nada adiantará, dizer sempre o "sim" somente para ser aceito por todos, pois em determinadas ocasiões, o "não" poderá ensinar muito.
                  Jamais conseguiremos agradar o mundo, se tentamos, corremos o risco de rolar pelo abismo e perder a vida.
                  Ao pronunciar o "sim", devemos estar convictos de que em outra ocasião, pronunciaremos o "não" com a mesma segurança.
                  Quando dizemos "não", estaremos certos da oportunidade de pronunciarmos o "sim" segundo as circunstâncias e necessidades. Tudo na vida é uma constante mudança, só não muda a Lei de mudança, porque muda tudo.
                  As vezes, é necessário contrariar, para que a criatura aprenda que a evolução é conquista do ser, e não é gratuita. O mal está, em contrariar apenas para a satisfação do egoísmo.
                  As atitudes, geralmente falam mais que palavras. O Evangelho recomenda-nos o sim, sim, não, pois a pior postura, é não tomar posição diante dos ataques das sombras, nos colocando como a vítima do universo. Como diz o ditado, não precisamos ser de mel e nem de fel, tenhamos sempre no coração e na mente o ensinamento do Mestre: "Seja o vosso falar: sim, sim, não, não." Pois, o que passar disso, vem do maligno.
                
Muita Paz.
                 
                
                

sábado, 16 de novembro de 2013

INCONSTANTES.

"Porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento e lançada de uma para outra parte." (Tiago, 1:6).
                      
                 
                  As indagações científicas quanto as filosóficas, são válidas, pois estimulam as descobertas que proporcionam a evolução do saber humano.
                 No entanto, o homem terá que se posicionar perante as Leis do seu Creador, para que não caia no desfiladeiro das vantagens egoístas. "Que o seu dizer seja sim sim, não não" disse o Mestre, instruindo-nos, no sentido de sabermos separar o que for bom e o que for menos bom para a alma.
                 A ciência, muito ajuda o homem, porém não possui todas as respostas; onde ela encontra uma encruzilhada, a questão Divina indica o caminho certo.
                 Aquele que tentar transpor várias portas, não encontrará o caminho verdadeiro a percorrer.
                 O leviano nunca merecerá a confiança, visto que nem ele mesmo, possui autoconfiança para levar avante qualquer empreitada.
                 Para todo e qualquer projeto de vida, a experiência é condição essencial, enumerando os anos gasto dentro dela, vivendo-lhe as características.
                 A confiança em Deus, é a principal atitude para todos que abraçar uma causa, que irá nos ajudar na caminhada evolutiva.
                 O inconstante viverá como as ondas do mar, no vai e vem, atirados de um lado para outro, pelos ventos das ilusões.
                 Quem espera pelas bênçãos do Alto, jamais poderá deixar-se conduzir por qualquer desejo doentio, somente Deus sabe na medida certa, o que é bom e menos bom para nossa evolução.
                 A Dádiva Divina não falha, vai depender de nós estar com o coração aberto para recebe-la.
            
Muita Paz.
                

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

AJUDEMOS SEMPRE.

"E quem é o meu próximo?" (Lucas, 10:29).
                    
                
             A palavra já disse tudo, o próximo é a pessoa que estiver mais perto de nós.
             É a criatura que se avizinha de nós ou que por ventura, tenha nos procurado. Então, esta pessoa deve merecer a nossa atenção, preparando-nos para prestar-lhe o auxílio necessário.
             Poderá ser um familiar, colega de trabalho, vizinho ou até mesmo um estranho, não importa quem for, o importante é fazer por ela o que estiver ao nosso alcance, pois aquele que faz o que pode, está fazendo o máximo.
             É necessário o nosso respeito, carinho, boa vontade e atenção, ao atender o irmão necessitado.
             Cada um que nos procure, receberá tratamento igual, com amor fraterno; não lhe daremos nada pronto, mas, os ensinaremos a trilhar o caminho  certo, aquele mesmo que Jesus nos ensinou.
             Respeitaremos suas crenças e ideologias, mas não compactuaremos com a preguiça e nem com a má vontade; apresentaremos o Evangelho como única condição para uma reforma íntima segura, como o próprio Mestre disse: "Eu sou o caminho, a verdade e avida, e ninguém vai ao Pai, se não através de mim."
             Se aquele que nos procurou, estiver com o coração cheio de maldade e revolta, atenderemos mesmo assim, no entanto, jamais deixaremos de mostrar-lhe sem alarde os caminhos do Evangelho, se ele realmente quiser mudar de vida.
             Quando a nossa vida tem a segurança da prática do Evangelho, a nossa palavra tem a mesma força.
             Cristão sem atividade no Bem, é vazio por dentro.
             No Evangelho, a posição de neutralidade significa menor esforço.
             O nosso principal esforço, é resistir a sombra a todo momento através do trabalho na seara.
             Jesus, amou, amparou, lutou em favor da Luz, entregando-se ao supremo sacrifício, venceu a morte, e salvou o que estava perdido.
             Devemos sempre lembrar, que estamos na Terra para aprender, auxiliar, trabalhando sempre em prol de um grande futuro.
           
Muita Paz.
            

CADA QUAL.

"Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo." (I Coríntios, 12:4).
                      
            
                Todos podem desenvolver qualidades divinas, para isso basta a vontade e a persistência em perseverar no Bem.
                Aprendamos e ensinamos, este é o caminho para o  aperfeiçoamento do homem.
                Em todos os campos de nossa atuação na vida, podemos distribuir tesouros de fraternidade. Se administramos, aproveitemos a ocasião para dar o exemplo de como é ser justo e magnânimo.
                Se estivermos sob as ordens de alguém, daremos a demonstração de humildade e lealdade.
                Aquele que é rico, poderá dividir as bênçãos da oportunidade de trabalho e salário justo a cada empregado.
                Já o pobre, poderá ensinar os frutos da sua experiência, no campo da paciência, força, esperança, dignidade e fé.
                O sábio poderá ensinar como proceder para não cairmos nas efêmeras fantasias do mundo, apresentada a criatura descuidada como a "porta larga", no ensinamento do Mestre, como sendo a porta para a perdição.
                O aprendiz do Evangelho, pode ajudar aquele que ainda não decidiu que direção tomar em sua vida, através do exemplo, na atitude voltada para o bem e a fraternidade.
               Os que estiverem enfermos, podem demonstrar fé na cura e paciência diante dos padecimentos.
               São diferentes os dons que a criatura pode desenvolver dentro de si mesmo, pois como Jesus disse: "Que brilhe vossa luz".
               Temos a inteligência fruto da  evolução milenar, já está na hora do homem fazer uso dela em favor dele mesmo, e não contra ele.
                Todos temos plenas condições de realizar muito no campo de trabalho em que nos encontramos.
               Basta prestar atenção na posição em que estamos, para atendermos os imperativos do Bem. Se colocarmos a Vontade Divina acima de nossos desejos egoístas, a Vontade Divina poderá contar com a nossa boa vontade e fraternidade.
             
Muita Paz.

                

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

A EXEMPLO DO CRISTO.

"Ele bem sabia o que havia no homem." (João, 2:25).
                            
               
                    O Mestre sempre acreditou na parte melhor do homem, o seu lado luz, foi por isso que disse: "Que brilhe vossa luz".
                    Acreditou em Zaqueu, mesmo sabendo do seu apego ao dinheiro.
                    Não negou a Madalena o auxílio que ela necessitava, apesar da sua conduta.
                    Teve a maior paciência para com Nicodemos, mesmo sendo ele pertencente ao Sinédrio.
                     Nunca reprovou Pedro por te-LO negado por três vezes.
                     Não desamparou Tomé, pela sua incredulidade.    
                     Não condenou Judas e nem negou-lhe o seu afeto, apesar da sombra que havia no coração daquele discípulo.
                     Jesus jamais julgou a ninguém, antes, instruiu a todos para que nunca condenassem o próximo, para que não fossem também julgados; preferiu instruir para que fizessem ao irmão, o que gostariam de receber.
                     A exemplo do Cristo, ajudemos o semelhante na medida de nossas forças e condição.
                     O Divino Amigo nos conhece muito bem, sabe de nossas fraquezas e de nossas possibilidades; e também de todos os compromissos que assumimos em vidas passadas. Sabe que o nosso presente é cheio de hesitações e de erros, e nem por isso deixa de nos estender as mãos amorosas.
         
Muita Paz.
                     

terça-feira, 12 de novembro de 2013

NA AUSÊNCIA DO AMOR.

"Mas aquele que aborrece a seu irmão está em trevas e anda em trevas e não sabe para onde deva ir, porque as trevas lhe cegaram os olhos." (I João, 2:11)
              
            
                     Coração sem fraternidade é como a terra seca, onde é difícil brotar a vida.
                     A intransigência não tolera nada que não comungue com sua cartilha.
                     Ao fugir do amor ao próximo, alegando que não temos obrigação, adotamos o fel como alimento da alma, veneno este que somente nos proporcionará intolerâncias e tristezas.
                    Recuamos diante da oportunidade do trabalho bendito, alegando que a humanidade está irremediavelmente perdida, preferindo o nosso próprio bem-estar.
                    Se por ventura frequentamos um culto cristão, logo apelamos para o sectarismo religioso e o julgamento, vendo em toda parte a maldade e a desilusão.
                    Se a caridade vem até nós, apelando pela nossa intervenção em favor do mais necessitado, vemos neles apenas desocupados e pedintes.
                    Caminhamos no mundo entre a amargura e a indiferença.
                    Somos insaciáveis quanto ao carinho, se não recebemos depois da exigência, vampiramos sem o menor pudor e mesmo assim, choramos, lamentamos, reclamamos.
                    Em primeiro lugar, nós, em segundo lugar, nós, em terceiro lugar, nós, depois os outros. Pensamos somente, no estreito círculo de nossas necessidades, e nenhum respeito pelo direito alheio.
                    Declaramos incompreensão por parte dos demais, no entanto, jamais compreendemos alguém. Somos a vítima do universo.
                    Perdemos a visão espiritual, pois não temos olhos de ver!
                    Viramos as costas ao bem e demos as mãos ao mal.
                     Para interromper toda esta sequência de atitudes sinistras, oremos, olhemos e vigiemos constantemente, pedindo ao Senhor que multiplique nossas forças, para resistirmos ante o ataque das trevas.
                    Caminhemos para uma nova vida, em harmonia com a natureza e com todos os irmãos, tolerando para sermos tolerados, ajudando para sermos ajudados, assim, o amor e a fraternidade nos fará viver como seres uteis e otimistas, no clima luminoso da luta e do trabalho que são as bênçãos do Senhor.
                   
Muita Paz.
                   
                   

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

OUÇAMOS.

"E logo os chamou." (Marcos, 1:20).
                      
           
                 Quando ouvirmos o chamamento do Cristo, logo saberemos, pois sua voz suave e Amiga, falará direto em nosso coração que já está pronto para o trabalho na seara.
                 Porém, é possível dar-lhe um significado mais amplo.
                 Em cada momento e situação de nossa vida, é possível identificar o chamado do Mestre, convocando-nos para o testemunho laborioso.
                 Podemos citar onde se encontra essa oportunidade mais próxima de nós, ou seja no nosso próprio núcleo familiar.
                 Em nosso ambiente de trabalho, diante daquele(s) colegas de difícil convivência. Tenhamos maior tolerância.
                 Ao visitar um enfermo, onde emprestamos os nossos ouvidos e manifestamos nosso carinho.
                 Diante de uma criança, que sempre exige mais atenção.
                 Em todos os lugares, Jesus espera e confia nos corações fraternos e dispostos a servir.
                 Para exercer o bem, basta a boa vontade, pois as oportunidades estão onde menos esperamos, na via pública, no lar, no lazer.
                 Assim, o aprendiz do Evangelho terá um amplo campo para a prática do bem; o mundo é o santuário de sua Fé, e a humanidade a sua família.
                 Se tivermos olhos de ver e ouvidos de ouvir, sempre teremos a inspiração do Mestre, para o aprendizado e principalmente, para a semeadura no campo do amor fraterno.
                  
Muita Paz.
                

MALEDICÊNCIA.

"Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de um irmão, fala mal da lei e julga a lei; e, se tu julgas a lei, já não és observador da lei, mas juiz." (Tiago, 4:11).
                   
            
                 Temos que saber distinguir, a hora certa para as palavras ternas e as enérgicas com o devido cuidado para não ferir, mas instruir.
                  O maledicente sempre ouve, para depois distorcer tudo e inutilizar a palestra com sua língua venenosa.
                  O mal não merece nenhuma réplica. Jamais lhe daremos a importância que sempre reivindicou. Aqueles que dão as mãos a maldade, ainda não estão preparados  para a Luz; em seus corações o que predomina é a figura do juiz, com toda soberba e maledicência.
                  Se por ventura, em um agrupamento cristão, surgir desavenças entre os aprendizes, jamais poderão procurar abrigo entre as sombras, ao contrário, procurem a lucidez da Luz Evangélica para solucionar o problema, evitando a maledicência e as desconfianças. Nada como a verdade frente a frente.
                  A maledicência, é um tóxico sutil que pode nos levar imensas quedas.
                  Quem sintonizar com semelhante atitude deletéria, é acima de tudo, escravo da tolice, no entanto está também, a um passo de uma grande desventura íntima.
           
Muita Paz.

ROTULAGEM.

"Mas quem não possui o espírito do Cristo, esse não é dele." (Romanos, 8:9).
               
      
              Símbolos materialistas não traz a tranquilidade. Procuremos a essência.
              Muitos levantam estandartes em  nome de Jesus, mas não abandonam a animosidade.
              Em todos os tribunais louvam o Mestre, no entanto, nem sempre se faz justiça.
              Dirigentes de organizações religiosas profissionais falam do Cristo, mas não seguem o seu exemplo de Amor e Fraternidade.
              Juram pelo Cristo, de mãos dadas com as trevas.
              Muitas línguas invocam o Cristo por questões puramente materiais, atentando a própria consciência.
              Em primeiro lugar, devemos meditar a respeito de nossos deveres com a própria evolução, assumindo a responsabilidade que nos cabe com a fé cristã.
              Jesus é lembrado em imagens, cartazes, cânticos, poemas, narrativas, discurso, sermões, estudos, isso tudo de nada adianta se não tivermos no coração os seus ensinamentos vivos.
              É fácil o entusiasmo e convicção, votos brilhantes e frases bem-feitas.
              Devemos ter muita cautela com os rótulos.
              Sigamos o conselho de Paulo: se não estivermos com o Cristo no coração, estaremos sujeitos a muitos desenganos.
              
Muita Paz.
             
             
                     

domingo, 10 de novembro de 2013

BUSQUEMOS A ETERNIDADE.

"...ainda  que o homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova dia dia." (II Coríntios, 4:16).
                    
             
                 Qualquer incomodo físico, não deve ser motivo para nos abater e desanimar.
                 Devemos buscar sempre o bom ânimo e caminhar em frente.
                 Se estamos em paz com a consciência, nenhuma doença irá nos abalar.
                 A velhice é chamada de melhor idade, justamente porque nessa fase da vida o ser humano já está de posse das melhores experiências, se sua vida foi bem conduzida e proveitosa.
                 Juventude não é estado da carne.
                 Existe uma grande quantidade de jovens que trazem o coração repleto das piores mazelas e pavorosas ruínas.
                 O homem interior deve renovar-se sempre. As dificuldades da vida nos dá o enriquecimento necessário para continuar a jornada evolutiva, aprimorando nossos sentimentos e caráter.
                 A alma sofre as transformações exteriores a fim de aprimorar o interior, buscando o ser integral do futuro.
                 Nosso estágio na Terra é uma jornada espiritual, não estamos aqui para acumular bens que a traça come.
                 Assim como todo calçado fica gasto com o uso constante, nossa alma também vai se depurando com as dificuldade e sacrifícios que enfrentou pelo caminho, rumo a grande Luz.
                Portanto, elevemos o coração em sintonia com o mais sublime, aprendendo a viver longe das influências negativas e do desânimo, fortalecendo o Espírito, mesmo diante das piores provações; assim seremos como um sol a brilhar radiante, expulsando as sombras e promovendo a esperança nos corações.
           
Muita Paz.
                
                
                

sábado, 9 de novembro de 2013

OBSERVEMO-NOS.

"Aquele que diz permanecer nele, deve também andar como ELe andou." (I João, 2:6).
                     
              
                 Muitos dizem ter aceitado o Cristo no coração, no entanto não conseguem se desvincular das próprias mazelas.
                 Outros tantos admiram o otimismo, a bondade e a perseverança do Mestre, porém optam pelos desenganos do materialismo indiferente e o desânimo.
                 Jesus nunca recusou a fraternidade a ninguém e mesmo assim, a maioria dos cristãos não seguem o seu exemplo.
                 Em toda a tribuna, é ressaltada a disposição do Mestre para o trabalho, no entanto é pequeno o número daqueles que estão dispostos ao serviço na seara.
                 O Divino enviado exemplificou a humildade, sendo marcante a sua atitude, ao lavar os pés dos discípulos.
                 A paciência, foi mais um dos importantes ensinamentos de Jesus que a maioria não aprendeu.
                 Para sermos verdadeiros seguidores do Evangelho, primeiro devemos examinar as nossas atitudes, estamos sendo coerentes com o seu conteúdo?
                 Não devemos esquecer que o nome do Cristo está empenhado em nossas mãos.
                 Permanecer no Cristo e andar como ELe andou, deve ser a conduta de todo verdadeiro Cristão.
          
Muita Paz.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

OUÇAM-NOS.

"Disse-lhe Abraão: Eles tem Moisés e os profetas; ouçam-nos." (Lucas, 16:29).
                   
               
                 Este ensinamento de Abraão, ao que estava em tormento de consciência, é válido ainda hoje onde impera o materialismo e o consumismo desenfreado.
                 A maioria das criaturas somente admite a existência do mundo espiritual, se obtiverem provas, porém para os que não querem acreditar, nem mesmo provas os convenceriam.
                 Na verdade, toda esta incredulidade é uma desculpa para não assumir responsabilidade, mentem para eles mesmos. Ao passo que, ao admitir esta verdade, não poderão alegar desconhecimento diante da prática de atos ilícitos. Crer na vida além da matéria, implica também na aceitação de suas Leis Naturais, tais como: Ação e reação e Reencarnação.
                Há um século, que o mundo espiritual revelou-se oficialmente aos encarnados, através da Codificação da Doutrina dos Espíritos, por Allan Cardek. É a terceira Revelação, o Consolador  prometido por Jesus.
               A partir desse fato, o cristianismo redivivo começou a ser praticado na Terra.
               Mesmo assim, ainda existem muitos que rogam ao céu, para que permitam que seus filhos, filhas, progenitores, se comuniquem com aqueles que ainda estão na carne. Alguns abandonam a sua crença, por não conseguirem comunicação com alguém que já desencarnou.
              Para esses, somente terão fé, se os seus desejos egoístas forem satisfeitos; pensam somente na satisfação dos sentidos. O impulso animal tem limites.
              Ser cego por capricho, é um erro crasso.
              Em todos os tempos da história da humanidade, tem vindo emissários do bem ao planeta, o Cristo veio para salvar o que estava perdido.
              De nada adianta, querer conhecer a verdade somente para atender ao nosso círculo exclusivista.
              Devemos sim, ouvir o que Jesus tem a nos ensinar, para seguir em frente com o próprio esforço, na direção das realidades eternas.
         
Muita Paz.
             
             
              

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

NÓS E CESAR.

"E Jesus, respondendo, disse-lhes: Dai, pois, a César, o que é de César, e a Deus o que é de Deus." (Marcos, 12:17).
                      
           
                A figura de César está simbolizada em toda autoridade política do poder executivo, onde as leis lhe garante a cobrança de tributos.
               Vai depender do caráter daqueles que conduzem esse poder, para que beneficiem os cidadãos, com o bom emprego dos impostos cobrados, ou desviando-os para questões ilícitas.
               Mesmo porque, o povo terá sempre o governo que merece; sociedade ociosa e indiferentes receberão uma administração displicente.
               Sempre teremos as influências das questões materiais, cobrando e exigindo os nossos compromissos sociais.
               É nosso dever, cumprir com nossas obrigações perante as leis dos homens.
               Jamais poderemos nos isentar de  tais compromissos, alegando questões religiosas ou ideologias próprias inventadas pelo próprio homem, com objetivo de subverter as leis.
               Não existem leis erradas, não esqueçamos dos compromissos que contraímos perante a Lei Divina no passado. Cada um recebe o que merece, segundo as próprias conquistas no campo moral.
               Devemos cumprir com o nosso dever cívico perante a governança humana, usando somente os nossos direitos legitimados pelo código de leis, lembrando que a revolta somente trará prejuízos para a sociedade, além de não resolver nossos problemas.
               Tudo é passageiro na superfície da Terra, assim, se determinadas leis são duras, é que precisamos de uma disciplina que não tivemos em vidas passadas, preferível é que o aprendiz do Evangelho se sacrifique agora, para no futuro receber os louros da vitória; quem paga o que deve, está em boa situação porque saldou a dívida!
              Portanto, coopere sempre com aqueles que te governam a paisagem material, vivendo em harmonia com os superiores em hierarquia, lembrando que o equilíbrio é a melhor atitude.
              Se pretendemos viver com tranquilidade e paz, abandonemos todas as críticas, principalmente aos nossos governantes, desejando-lhes sempre a paz transmitida pelo Cristo através de nossas orações.
              Ajude-os a terem sucesso na difícil empreitada de governar, sabendo que ele e nós fomos creados pelo mesmo Deus.
          
Muita Paz.
             
              
              

O QUE A CIÊNCIA ATUAL SABE SOBRE OS CANANEUS. (P - 3)

 1. Engenharia de Construção e Urbanismo.                          Os cananeus, foram mestres em adaptar suas cidades ao terreno montanhoso ...