"Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras e as pratica, assemelha-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha..." (Mateus, 7:24).
O apóstolo Pedro já em idade avançada, certa feita foi abordado por um cristão recentemente convertido, acerca de um método eficiente contra a tentação.
O velho apóstolo contou-lhe uma história para ilustrar a sua instrução:
-- Certo homem de Gaza cumpridor de seus deveres como bom cristão, já na meia idade consagrara-se a contemplação da obra Divina. Admirava a natureza e tudo que a envolvia, dando graças ao Creador por tamanha beleza.
Certa feita, permitiu o Alto que o maligno se aproximasse do bondoso homem para provocá-lo. Rogando ao Céu uma diretriz, o valoroso cristão novo recebeu a resposta de abnegado mensageiro, aconselhando-o a cultivar a terra. O devoto atendendo à ordem, comprou um lote e lançou-se ao trabalho.
O maligno não encontrando guarida na mente do valoroso devoto, retirou-se. Com o tempo a lavoura tornou-se uma benção para todos aqueles que tinham a mesa vazia. Terminado o trabalho, o cristão voltou a repousar. Novamente a entidade do mal tornou à atormentar o servo do Senhor. "Outro combate silencioso" e o devoto suplicou a intervenção de Deus.
Foi-lhe recomendado fiar a lã dos carneiros. Imediatamente ele adquiriu os animais e comprou novo lote de terras, para as pastagens. Tendo o negócio prosperado, deu oportunidade de trabalho para várias pessoas aumentando a renda das famílias. Chegando o maligno, encontrou o cristão tão ocupado que não conseguia intervir em sua mente.
Mais uma vez o servidor entregou-se a contemplação. Encontrando-o livre, a entidade da sombra pode tormentar-lhe. O aprendiz da Boa Nova novamente rogou ajuda pela oração. O Mestre da Bondade através de um anjo, intuiu-o a cultivar sereais para benefício da comunidade.
Voltando ao trabalho, o favorecido ergueu grande plantação vindo a beneficiar enorme quantia de trabalhadores que o serviam. A fome desapareceu por completo naquele lugar. Então o espírito maligno não encontrando resposta, retirou-se.
Novo descanço entregou-se o valoroso cristão, nova investida das sombras. Outra rogativa ao Creador, nova resposta do Alto: Entregue-se ao cultivo de frutas, em benefício de todos que estavam sob sua tutela. Outra compra de mais um lote e a semeadura do mesmo. O trabalho fiel do servo de Deus e seus auxiliares, renderam-lhe grande pomar com enorme variedades de frutas, beneficiando a todos. Tão absorto encontrava-se o trabalhador em sua labuta, que não deu a mínima para as sugestões do demônio que retirou-se.
Estando o crente das letras evangélicas no seu descanço contemplativo, eis que outra vez retorna o maldito para novo duelo mental.
O devoto, entretanto tendo aprendido a lição, não se internou em novas rogativas. Saltou do local em que estava deitado, convocou todos os empregados e mais uma vez entregou-se ao trabalho e aos semelhantes, até o fim de seus dias na Terra.
"O ouvinte sorriu, apreensivo, e Pedro, calejado no sofrimento e no sacrifício, terminou, muito calmo:
--O único remédio seguro que conheço contra as tentações é o mergulho do pensamento e das mãos no trabalho edificante na Seara do Senhor."
Muita Paz. (Inspirado no capítulo 17 do livro: Luz Acima, de Irmão X, psicografado por Francisci C. Xavier).
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
A Escolha.
"E respondendo o presidente, disse-lhes: Qual desses dois quereis vós que eu solte? E eles disseram: Barrabás!!!" (Mateus, 27:21).
Já passaram-se mais de dois mil anos, e a nossa resposta continua a mesma, exceto por uma pequena minoria da população que opta por Jesus sempre. Todo ano optamos por mamon ao invés do Mestre de Amor, no natal. Não estamos condenando nenhuma manifestação de carinho para com os filhos e familiares, mas, a comilança e a bebedeira muito comum nesta época.
A maioria nunca propõe-se a um ato de fraternidade para com aqueles que não tem nada na mesa na noite "feliz". Não seria bom, todos tirar um pouquinho de sua fartura em favor daquele que nada tem? Ao agir assim, estaríamos fazendo uma escolha por Jesus. Ao passo que, quando não nos importamos com o menos favorecido, alegando que ele é problema do governo, pois já pagamos impostos demais, estamos pedindo a condenação do Mestre. Como fizemos naquela época.
Quando é que isso vai parar? Acho que, vai ser quando chegar a "Grande Tribulação". "Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor..." (Mateus, 24:42).
A maioria dos humanos são como crianças na questão espiritual, negligênciam a oportunidade de aprender e depois quando já é tarde, fazem-se de vítimas.
Como não sabemos quando teremos que estar diante do tribunal da nossa consciência, é bom estar preparados. O que sabemos é que: "Um Tempo, mais Um Tempo e, a Metade de Um Tempo", já passaram.
Muita Paz.
Já passaram-se mais de dois mil anos, e a nossa resposta continua a mesma, exceto por uma pequena minoria da população que opta por Jesus sempre. Todo ano optamos por mamon ao invés do Mestre de Amor, no natal. Não estamos condenando nenhuma manifestação de carinho para com os filhos e familiares, mas, a comilança e a bebedeira muito comum nesta época.
A maioria nunca propõe-se a um ato de fraternidade para com aqueles que não tem nada na mesa na noite "feliz". Não seria bom, todos tirar um pouquinho de sua fartura em favor daquele que nada tem? Ao agir assim, estaríamos fazendo uma escolha por Jesus. Ao passo que, quando não nos importamos com o menos favorecido, alegando que ele é problema do governo, pois já pagamos impostos demais, estamos pedindo a condenação do Mestre. Como fizemos naquela época.
Quando é que isso vai parar? Acho que, vai ser quando chegar a "Grande Tribulação". "Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor..." (Mateus, 24:42).
A maioria dos humanos são como crianças na questão espiritual, negligênciam a oportunidade de aprender e depois quando já é tarde, fazem-se de vítimas.
Como não sabemos quando teremos que estar diante do tribunal da nossa consciência, é bom estar preparados. O que sabemos é que: "Um Tempo, mais Um Tempo e, a Metade de Um Tempo", já passaram.
Muita Paz.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Administração.
"Dá conta da tua administração." (Jesus, em Lucas:16:2).
Cada ser humano é na essência um servidor por tudo que realiza de positivo. Como realizador não é somente o que cumpre em todos os setores da sociedade. Cada um devará dar conta daquilo que lhe foi confiado pela Suprema Inteligência.
Os bens materiais e a capacidade intelectiva, não são os únicos valores o qual deveremos prestar contas no presente ou no futuro.
O nosso corpo é um templo sagrado.
A saúde é um bem precioso.
A oportunidade de trabalho é uma bênção.
A oportunidade de servir é obséquio divino.
O aprender é libertação.
O tempo é patrimônio precioso.
O lar é uma dádiva do Céu.
O Amigo é um benfeitor.
A experiência benéfica é uma conquista enorme.
A oportunidade de ajudar os menos favorecidos é oportunidade preciosa. O chão para semear, a instrução da ignorância, o consolo da dor, são dádivas que o Alto nos envia, para a nossa redenção.
Cuida pois dos talentos que lhe foram confiados por Deus e que repousam em teu coração, em teu caminho e nas tuas mãos. Cuida das suas tarefas no bem, "porque chegará o momento em que o Poder Divino te pedirá:" - "Dá conta de tua administração."
Muita Paz.
Cada ser humano é na essência um servidor por tudo que realiza de positivo. Como realizador não é somente o que cumpre em todos os setores da sociedade. Cada um devará dar conta daquilo que lhe foi confiado pela Suprema Inteligência.
Os bens materiais e a capacidade intelectiva, não são os únicos valores o qual deveremos prestar contas no presente ou no futuro.
O nosso corpo é um templo sagrado.
A saúde é um bem precioso.
A oportunidade de trabalho é uma bênção.
A oportunidade de servir é obséquio divino.
O aprender é libertação.
O tempo é patrimônio precioso.
O lar é uma dádiva do Céu.
O Amigo é um benfeitor.
A experiência benéfica é uma conquista enorme.
A oportunidade de ajudar os menos favorecidos é oportunidade preciosa. O chão para semear, a instrução da ignorância, o consolo da dor, são dádivas que o Alto nos envia, para a nossa redenção.
Cuida pois dos talentos que lhe foram confiados por Deus e que repousam em teu coração, em teu caminho e nas tuas mãos. Cuida das suas tarefas no bem, "porque chegará o momento em que o Poder Divino te pedirá:" - "Dá conta de tua administração."
Muita Paz.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Lesões Cerebrais Irreversíveis.
"Se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto a luz que em ti há são trevas, quão grandes serão tais trevas!" (Mateus, 6:23).
Violaram o direito de muitos, as vezes de cidades inteiras para a satisfação do orgulho e do poder. Abateram homens dignos e mulheres que foram mães dedicadas, massacraram crianças e velhos indefesos sem nenhuma piedade. Foram tantos os crimes, que não valeria a pena enumera-los. Porém, também estes grandes criminosos são filhos da luz.
Também foram crianças indefesas e, talvez até tenham tido mães dedicadas e amorosas.
Chegando o desencarne, foram honrados como grandes personalidades da política. Sua alma, foi "encomendada" por autoridades eclesiásticas de grande vulto. Tendo seu nome gravado em bronze, a nomear praças e instituições de ensino.
Recuperando os sentidos, após a passagem para o plano extra físico, passaram a "escutar, terrificados e indefesos, o vozerio de condenação e a algazarra do desespero com que eram recebidos em novo nível de consciência".
Atormentados, principalmente pela própria consciência, e por aqueles que foram suas vítimas, suplicaram da providência divina, a internação em caridosas instituições de socorro no plano espiritual, onde abnegados seareiros de Jesus os prepararam para o resgate que, por eles próprios pedido como único meio de aplacarem a consciência culpada.
"Quando passes diante de um irmão torturado por lesão cerebral irreversível, não lhe voltes o rosto, nem recorras à eutanásia inconsciente." A maioria desses irmãos, presos a estas "válvulas de segurança", é um gênio fulgurante, cumprindo a Lei que ele mesmo violou. Lembre-se desse Espírito em vossas preces.
Paz.
Violaram o direito de muitos, as vezes de cidades inteiras para a satisfação do orgulho e do poder. Abateram homens dignos e mulheres que foram mães dedicadas, massacraram crianças e velhos indefesos sem nenhuma piedade. Foram tantos os crimes, que não valeria a pena enumera-los. Porém, também estes grandes criminosos são filhos da luz.
Também foram crianças indefesas e, talvez até tenham tido mães dedicadas e amorosas.
Chegando o desencarne, foram honrados como grandes personalidades da política. Sua alma, foi "encomendada" por autoridades eclesiásticas de grande vulto. Tendo seu nome gravado em bronze, a nomear praças e instituições de ensino.
Recuperando os sentidos, após a passagem para o plano extra físico, passaram a "escutar, terrificados e indefesos, o vozerio de condenação e a algazarra do desespero com que eram recebidos em novo nível de consciência".
Atormentados, principalmente pela própria consciência, e por aqueles que foram suas vítimas, suplicaram da providência divina, a internação em caridosas instituições de socorro no plano espiritual, onde abnegados seareiros de Jesus os prepararam para o resgate que, por eles próprios pedido como único meio de aplacarem a consciência culpada.
"Quando passes diante de um irmão torturado por lesão cerebral irreversível, não lhe voltes o rosto, nem recorras à eutanásia inconsciente." A maioria desses irmãos, presos a estas "válvulas de segurança", é um gênio fulgurante, cumprindo a Lei que ele mesmo violou. Lembre-se desse Espírito em vossas preces.
Paz.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Liberdade e Responsabilidade.
"Mas vede que essa liberdade não seja dalguma maneira escândalo para os fracos." (I Aos Coríntios, 8:9).
A criatura humana tem sua liberdade. Porém é responsável por todo seus atos, sejam eles bons ou menos bons. Para maiores esclarecimentos, vamos examinar alguns dos setores em que o homem aplica o seu livre-arbítrio.
POSSE - O homem é livre para acumular bens materiais, sendo o administrador de tudo que acumula. Se os administra com sabedoria, usando-os para ajudar o semelhante mais necessitado em forma de salário, terá o seu galardão quando voltar a pátria espiritual. Ao contrário, se utilizar da posse para prejudicar o semelhante ou para satisfazer o ego sedento de poder e prestígio político, "encontrará nas consequências disso a fieira de provações com que aprenderá a acender em si mesmo a luz da abnegação.
NEGÓCIO - O homem é livre para as transações comerciais, desde que não procure levar vantagem com a ignorância do seu semelhante, que talvez não possua a mesma experiência em negociar. Ou então, usa as suas habilidades para prejudicar a sua freguesia na qual deveria servir com o seu comércio honesto. Caso contrário, "encontrará nas consequências disso a fieira de provações com que aprenderá a acender em si mesmo a luz da retidão."
ESTUDO - O homem é livre para escrever e ampliar seus conhecimentos intelectuais, conquistando a posição de sábio, quando transmite seus conhecimentos em auxílio daqueles que não tenham a mesma facilidade. Mas, se colocar todo seu conhecimento em apoio do mal, em prejuízo daqueles que porventura absorveu suas malícias através de seus escritos ou pela sua própria boca, "encontrará nas consequências disso a fieira de provações com que aprenderá a acender em si mesmo a luz do discernimento."
TRABALHO - O homem é livre na realização da labuta diária, onde encontra o seu sustento e de sua família. E se o seu trabalho é feito em forma de prece, terá contribuído para o bem e o progresso da comunidade em que vive. Mas, se usa o seu trabalho para atingir seus objetivos obscuros, contaminando-o com atividades pertubadoras e infelizes, "encontrará nas consequências disso a fieira de provações com que aprenderá a acender em si mesmo a luz dos serviços aos semelhantes."
SEXO - O homem é livre para canalizar as energias sexuais na direção que preferir, sendo abençoado pelo Alto, quando trouxer "braços para terra" na forma de rebentos que educará dentro dos princípios da Luz do Evangelho. Poderá também direcionar as energias sexuais, na criação de obras de arte e na transmissão da cultura em benefício da população.
Por outro lado, se transforma as energias genésicas em dor, desequilíbrio ou angustia e desespero do semelhante, transformando-os em seus escravos sentimentais quer seja no seio familiar ou no seu círculo de amigos e colegas, "encontrará nas consequências disso a fieira de provações com que aprenderá a acender em si mesmo a luz do amor puro."
O homem é livre até para recusar a reencarnação, porém colherá invariavelmente os frutos amargos dessa atitude perante a Lei Divina. Todos somos livres para desejar, fazer, adquirir, mas, somos também constrangidos a arcar com as consequências disso tudo.
Através da Doutrina dos Espíritos compreendemos que os princípios da Justiça Eterna, em todos os universos, não funcionam a base de paraíso e inferno, castigos e suplícios infindáveis. A Lei Divina é perfeita, por isso que é imutável. E em um de seus "Artigos", está escrito que o Espírito resgatará as suas faltas através da Benção da reencarnação, "em nós, conosco, junto de nós e por nós." Jesus, compreendendo que não pode haver direito sem obrigação e nem equilíbrio sem consciência tranquila, nos afirmou, "claro como a luz do sol": "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará."
Este texto, foi inspirado na lição: "Livres, mas responsáveis." do livro: Encontro Marcado, pag. 160. de Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier.
Muita Paz.
A criatura humana tem sua liberdade. Porém é responsável por todo seus atos, sejam eles bons ou menos bons. Para maiores esclarecimentos, vamos examinar alguns dos setores em que o homem aplica o seu livre-arbítrio.
POSSE - O homem é livre para acumular bens materiais, sendo o administrador de tudo que acumula. Se os administra com sabedoria, usando-os para ajudar o semelhante mais necessitado em forma de salário, terá o seu galardão quando voltar a pátria espiritual. Ao contrário, se utilizar da posse para prejudicar o semelhante ou para satisfazer o ego sedento de poder e prestígio político, "encontrará nas consequências disso a fieira de provações com que aprenderá a acender em si mesmo a luz da abnegação.
NEGÓCIO - O homem é livre para as transações comerciais, desde que não procure levar vantagem com a ignorância do seu semelhante, que talvez não possua a mesma experiência em negociar. Ou então, usa as suas habilidades para prejudicar a sua freguesia na qual deveria servir com o seu comércio honesto. Caso contrário, "encontrará nas consequências disso a fieira de provações com que aprenderá a acender em si mesmo a luz da retidão."
ESTUDO - O homem é livre para escrever e ampliar seus conhecimentos intelectuais, conquistando a posição de sábio, quando transmite seus conhecimentos em auxílio daqueles que não tenham a mesma facilidade. Mas, se colocar todo seu conhecimento em apoio do mal, em prejuízo daqueles que porventura absorveu suas malícias através de seus escritos ou pela sua própria boca, "encontrará nas consequências disso a fieira de provações com que aprenderá a acender em si mesmo a luz do discernimento."
TRABALHO - O homem é livre na realização da labuta diária, onde encontra o seu sustento e de sua família. E se o seu trabalho é feito em forma de prece, terá contribuído para o bem e o progresso da comunidade em que vive. Mas, se usa o seu trabalho para atingir seus objetivos obscuros, contaminando-o com atividades pertubadoras e infelizes, "encontrará nas consequências disso a fieira de provações com que aprenderá a acender em si mesmo a luz dos serviços aos semelhantes."
SEXO - O homem é livre para canalizar as energias sexuais na direção que preferir, sendo abençoado pelo Alto, quando trouxer "braços para terra" na forma de rebentos que educará dentro dos princípios da Luz do Evangelho. Poderá também direcionar as energias sexuais, na criação de obras de arte e na transmissão da cultura em benefício da população.
Por outro lado, se transforma as energias genésicas em dor, desequilíbrio ou angustia e desespero do semelhante, transformando-os em seus escravos sentimentais quer seja no seio familiar ou no seu círculo de amigos e colegas, "encontrará nas consequências disso a fieira de provações com que aprenderá a acender em si mesmo a luz do amor puro."
O homem é livre até para recusar a reencarnação, porém colherá invariavelmente os frutos amargos dessa atitude perante a Lei Divina. Todos somos livres para desejar, fazer, adquirir, mas, somos também constrangidos a arcar com as consequências disso tudo.
Através da Doutrina dos Espíritos compreendemos que os princípios da Justiça Eterna, em todos os universos, não funcionam a base de paraíso e inferno, castigos e suplícios infindáveis. A Lei Divina é perfeita, por isso que é imutável. E em um de seus "Artigos", está escrito que o Espírito resgatará as suas faltas através da Benção da reencarnação, "em nós, conosco, junto de nós e por nós." Jesus, compreendendo que não pode haver direito sem obrigação e nem equilíbrio sem consciência tranquila, nos afirmou, "claro como a luz do sol": "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará."
Este texto, foi inspirado na lição: "Livres, mas responsáveis." do livro: Encontro Marcado, pag. 160. de Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier.
Muita Paz.
sábado, 10 de dezembro de 2011
Natal.
"Glória a Deus nas Alturas, paz na Terra e boa vontade para com os homens." (Lucas, 2:14).
A legião de Anjos que assistia Jesus na manjedoura, não empunhava nenhum armamento de destruição, e sim o Amor radiante.
"Glória a Deus no Universo Divino. Paz na Terra. Boa vontade para com os homens." (Fonte Viva, pag. 399).
O Mestre dos mestres, não veio como um julgador e sim como Salvador. Naõ castigou aqueles poderosos que exploravam os mais fracos, e sim, deu-lhes a necessária instrução. Naõ desprezou os moralistas e julgadores, mas, abriu-lhes os olhos.
Naõ destruiu nenhuma lei humana, porem acrescentou o Amor.
Desde aquele dia memorável até hoje, muita coisa mudou! A violência atingiu patamares inimaginaveis. Apesar do incrível avanço tecnológico, o homem no quesito moral parece que regrediu. A ganância sobrepõe a fraternidade. A ambição política sobe a cabeça daqueles que escolheram a carreira publica.
Nos tempos modernos, o natal é sinônimo de consumo e comilança, sem falar na bebedeira na maioria dos lares do chamado "mundo cristão".
Está na hora de todos nós abrirmos o coração e os olhos para o verdadeiro Espírito do Natal. Lembrando que Jesus continua a nos Amar. Estendamos a simpatia para todos e comecemos a viver com Jesus.
Paz.
A legião de Anjos que assistia Jesus na manjedoura, não empunhava nenhum armamento de destruição, e sim o Amor radiante.
"Glória a Deus no Universo Divino. Paz na Terra. Boa vontade para com os homens." (Fonte Viva, pag. 399).
O Mestre dos mestres, não veio como um julgador e sim como Salvador. Naõ castigou aqueles poderosos que exploravam os mais fracos, e sim, deu-lhes a necessária instrução. Naõ desprezou os moralistas e julgadores, mas, abriu-lhes os olhos.
Naõ destruiu nenhuma lei humana, porem acrescentou o Amor.
Desde aquele dia memorável até hoje, muita coisa mudou! A violência atingiu patamares inimaginaveis. Apesar do incrível avanço tecnológico, o homem no quesito moral parece que regrediu. A ganância sobrepõe a fraternidade. A ambição política sobe a cabeça daqueles que escolheram a carreira publica.
Nos tempos modernos, o natal é sinônimo de consumo e comilança, sem falar na bebedeira na maioria dos lares do chamado "mundo cristão".
Está na hora de todos nós abrirmos o coração e os olhos para o verdadeiro Espírito do Natal. Lembrando que Jesus continua a nos Amar. Estendamos a simpatia para todos e comecemos a viver com Jesus.
Paz.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Semeadores.
"Eis que o semeador saiu a semear." (Mateus, 13:3).
Vamos fazer uma reflexão sobre o texto de Emmanuel, no livro: Fonte Viva, pg. 149. Psicografia de Francisco C. Xavier.
O verdadeiro Semeador, não contratou ninguém para fazer o seu trabalho. Ele mesmo tomou para si a responsabilidade da semeadura. A lição é profunda!
O seareiro do evangelho também lança-se ao trabalho, beneficiando aqueles que são necessitados. A lavoura do Espírito é grande e os seareiros de boa vontade são poucos. No dizer de Emmanuel, "a terra das almas é sufocada de espinheiros, ralada de pobreza, revestida de pedras ou intoxicada de pântanos..."
Quem não afogar o ego, certamente não terá o necessário ânimo revestido de fraternidade para aceitar o convite do Mestre ao trabalho na sua Seara Bendita, como semeador de esperança e Amor.
O Construtor do Orbe, O Cristo Cósmico, revestindo-se de grande humildade, iniciou o Seu Trabalho de Salvação, entre tratadores de animais numa manjedoura. "O Semeador do Céu ausentou-se da grandeza a que se acolhe e veio até nós, espalhando as claridades da Revelação e aumentando-nos a visão e o discernimento."
Em um ato de extremo Amor, humilhou-se num madeiro para que toda a humanidade tivesse Vida. Abandonemos as nossas mesquinharias, e sigamos o exemplo de Jesus a "sair para semear".
Paz.
Vamos fazer uma reflexão sobre o texto de Emmanuel, no livro: Fonte Viva, pg. 149. Psicografia de Francisco C. Xavier.
O verdadeiro Semeador, não contratou ninguém para fazer o seu trabalho. Ele mesmo tomou para si a responsabilidade da semeadura. A lição é profunda!
O seareiro do evangelho também lança-se ao trabalho, beneficiando aqueles que são necessitados. A lavoura do Espírito é grande e os seareiros de boa vontade são poucos. No dizer de Emmanuel, "a terra das almas é sufocada de espinheiros, ralada de pobreza, revestida de pedras ou intoxicada de pântanos..."
Quem não afogar o ego, certamente não terá o necessário ânimo revestido de fraternidade para aceitar o convite do Mestre ao trabalho na sua Seara Bendita, como semeador de esperança e Amor.
O Construtor do Orbe, O Cristo Cósmico, revestindo-se de grande humildade, iniciou o Seu Trabalho de Salvação, entre tratadores de animais numa manjedoura. "O Semeador do Céu ausentou-se da grandeza a que se acolhe e veio até nós, espalhando as claridades da Revelação e aumentando-nos a visão e o discernimento."
Em um ato de extremo Amor, humilhou-se num madeiro para que toda a humanidade tivesse Vida. Abandonemos as nossas mesquinharias, e sigamos o exemplo de Jesus a "sair para semear".
Paz.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Jesus paga o Tributo.
"Mas, para que os não escandalizemos, vai ao mar, lança o anzol, tira o primeiro peixe que subir, e, abrindo-lhe a boca, encontrarás um estáter; toma-o, e dá-o por mim e por ti." (Mateus, 17:27).
Embora possa a princípio para a maioria das pessoas parecer uma simples atitude de pagamento de imposto, a lição acima tem um significado profundo.
Para algumas pessoas pagar imposto representa algo muito penoso, alegando que o mesmo é pesado demais e que o Estado não o emprega corretamente, dai a causa de tanta sonegação. Alegam aqueles que não gostam de cumprir as leis dos homens a qual estão submetidos. Hora! Se, não cumprem as leis humanas, também não cumprirão a Lei Divina.
Jesus, como o mais perfeito modelo a ser seguido, fez questão de ensinar o cumprimento desse dever que diz respeito a todo encarnado em idade produtiva. Legando-nos outro ensinamento, O Mestre de Amor, quis que o imposto fosse pago em nome DEle e de Pedro. Para isso, designou o amoroso apóstolo que buscasse o dinheiro do imposto, com o que ele sabia melhor fazer, ou seja, a pesca. Assim, o imposto foi pago com o fruto do trabalho de Pedro, "Não foi de graça não!", como diria um Amigo querido.
Portanto, se estamos debaixo das leis do homem é natural que as respeitemos e as cumprimos, pois isso é o melhor para nós. E nós que somos Cristãos praticantes, respeitamos e cumprimos acima de tudo, as Leis de Deus. Exercendo a nossa cidadania como bons cidadãos e praticando os ensinamentos Do Mestre de Amor, agindo assim seremos Cidadãos Universais.
Paz.
Embora possa a princípio para a maioria das pessoas parecer uma simples atitude de pagamento de imposto, a lição acima tem um significado profundo.
Para algumas pessoas pagar imposto representa algo muito penoso, alegando que o mesmo é pesado demais e que o Estado não o emprega corretamente, dai a causa de tanta sonegação. Alegam aqueles que não gostam de cumprir as leis dos homens a qual estão submetidos. Hora! Se, não cumprem as leis humanas, também não cumprirão a Lei Divina.
Jesus, como o mais perfeito modelo a ser seguido, fez questão de ensinar o cumprimento desse dever que diz respeito a todo encarnado em idade produtiva. Legando-nos outro ensinamento, O Mestre de Amor, quis que o imposto fosse pago em nome DEle e de Pedro. Para isso, designou o amoroso apóstolo que buscasse o dinheiro do imposto, com o que ele sabia melhor fazer, ou seja, a pesca. Assim, o imposto foi pago com o fruto do trabalho de Pedro, "Não foi de graça não!", como diria um Amigo querido.
Portanto, se estamos debaixo das leis do homem é natural que as respeitemos e as cumprimos, pois isso é o melhor para nós. E nós que somos Cristãos praticantes, respeitamos e cumprimos acima de tudo, as Leis de Deus. Exercendo a nossa cidadania como bons cidadãos e praticando os ensinamentos Do Mestre de Amor, agindo assim seremos Cidadãos Universais.
Paz.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Deus É Justo.
"E te levantaste contra O Senhor do Céu, pois foram trazidos os vasos da casa dele perante ti, e tu, os teus grandes, as tuas mulheres e as tuas concubinas, bebeste vinho por eles; além disto, deste louvores aos deuses de prata, de ouro, de cobre, de ferro, de madeira, e de pedra que não vêem, não ouvem, nem sabem; mas a todos os teus caminhos, a ele não glorificaste. Esta pois é a escritura que se escreveu: MENE, MENE, TEQUEL, UFARSIM. Esta é a interpretação daquilo: MENE: Contou Deus o teu reino e o acabou.
TEQUEL: Pesado foste na balança, e foste achado em falta.
Peres: Dividido foi o teu reino, e deu-se aos medos e aos persas.
Naquela mesma noite foi morto Belsazar, rei dos Caldeus. E Dario, o medo, ocupou seu lugar, aos sessenta e dois anos." (Daniel, 5:23 a 31).
Escolhi este texto do livro de Daniel - no Antigo Testamento - porque me pareceu atual.
O materialismo está tão presente na vida das pessoas, que não sobra nenhum espaço para Deus. O deus que a maioria cultua, é o mesmo daqueles povos politeístas da antiguidade. Naquela época os metais é que eram o dinheiro que tudo comprava e media o poder de quem o possuía mais.
O rei Belsazar era um deportado, que aqui encarnou para resgate das suas dívidas. Tendo assumido um alto posto em uma civilização, deveria bem conduzí-la, dentro de rígidos princípios morais, que já conhecia do planeta de onde veio, optando pelo contrário.
Daniel, Espírito "contratado" por Jesus, veio até a Terra para orientar o povo Hebreu, na sua época a respeito das questões do Deus Único. O grande profeta alertou o rei a respeito das suas atitudes, desrespeitando aquele povo que cultuava O Deus Único, e ainda impedindo-o de exercer sua crença.
Daniel tinha evolução e autoridade moral bastante para - vamos dizer - dar um puxão de orelha em Belsazar. A própria rainha tinha consciência disso, deixando bem claro no versículo "11": "Há no teu reino um homem, que tem o espírito dos deuses santos; e nos dias de teu pai se achou nele luz, e inteligência, e sabedoria, como a sabedoria dos deuses..."
Naturalmente que a rainha também era uma deportada, e além disso, uma médium de psicofonia.
Nos dias atuais, além do materialismo, presenciamos diariamente pela mídia, cenas de barbarismo típicas dos tempos dos deuses de pedra. Jesus nos alerta: "Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a mamom." (Mateus, 6:24).
O Mestre também nos alerta a respeito da "Grande Tribulação": "Quando pois virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, (Daniel, 9:27, 11:31, 12:11, 12:1 a 13) está no lugar santo; quem lê, atenda..." (Mateus, 24: 15 a 22).
Aquele que tem a Fé Verdadeira, está preparado.
Paz.
TEQUEL: Pesado foste na balança, e foste achado em falta.
Peres: Dividido foi o teu reino, e deu-se aos medos e aos persas.
Naquela mesma noite foi morto Belsazar, rei dos Caldeus. E Dario, o medo, ocupou seu lugar, aos sessenta e dois anos." (Daniel, 5:23 a 31).
Escolhi este texto do livro de Daniel - no Antigo Testamento - porque me pareceu atual.
O materialismo está tão presente na vida das pessoas, que não sobra nenhum espaço para Deus. O deus que a maioria cultua, é o mesmo daqueles povos politeístas da antiguidade. Naquela época os metais é que eram o dinheiro que tudo comprava e media o poder de quem o possuía mais.
O rei Belsazar era um deportado, que aqui encarnou para resgate das suas dívidas. Tendo assumido um alto posto em uma civilização, deveria bem conduzí-la, dentro de rígidos princípios morais, que já conhecia do planeta de onde veio, optando pelo contrário.
Daniel, Espírito "contratado" por Jesus, veio até a Terra para orientar o povo Hebreu, na sua época a respeito das questões do Deus Único. O grande profeta alertou o rei a respeito das suas atitudes, desrespeitando aquele povo que cultuava O Deus Único, e ainda impedindo-o de exercer sua crença.
Daniel tinha evolução e autoridade moral bastante para - vamos dizer - dar um puxão de orelha em Belsazar. A própria rainha tinha consciência disso, deixando bem claro no versículo "11": "Há no teu reino um homem, que tem o espírito dos deuses santos; e nos dias de teu pai se achou nele luz, e inteligência, e sabedoria, como a sabedoria dos deuses..."
Naturalmente que a rainha também era uma deportada, e além disso, uma médium de psicofonia.
Nos dias atuais, além do materialismo, presenciamos diariamente pela mídia, cenas de barbarismo típicas dos tempos dos deuses de pedra. Jesus nos alerta: "Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a mamom." (Mateus, 6:24).
O Mestre também nos alerta a respeito da "Grande Tribulação": "Quando pois virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, (Daniel, 9:27, 11:31, 12:11, 12:1 a 13) está no lugar santo; quem lê, atenda..." (Mateus, 24: 15 a 22).
Aquele que tem a Fé Verdadeira, está preparado.
Paz.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Perante Ofensas.
"Porque, perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós..." (Mateus, 6:14)
Nós, que seguimos o Evangelho explicado pela Codificação Kardequiana, possuímos entendimentos bastante para colocar em prática o versículo de Jesus referente ao perdão das ofensas. Mesmo com todo o conhecimento proporcionado pelos livros da codificação e pelas obras subsidiárias, ainda assim somos capaz de retribuir alguma ofensa.
Mediante esta atitude, como criticar a postura daquele que não detém o mesmo conhecimento que nós? Um Amigo fraterno, já dizia com a sabedoria que lhe era peculiar: "O que o ignorante faz é lei, lei de evolução."
Nós que temos algum entendimento, temos que separar as coisas para não cometer julgamento algum. Caso contrário, não estaremos em coerência com tudo o que já recebemos pela nossa conquista, na forma de conhecimentos.
"É razoável concluir, assim, que se nós, os que sabemos tanto da verdade e recolhemos tanto amparo, ainda ofendemos a outrem sem perceber, como exibir demasiada severidade perante aqueles irmãos da humanidade que nada recebem do muito que conhecemos e recebemos." (Encontro Marcado, Emmanuel - Francisco C. Xavier, pg.55).
Reflitamos.
Paz a todos.
Nós, que seguimos o Evangelho explicado pela Codificação Kardequiana, possuímos entendimentos bastante para colocar em prática o versículo de Jesus referente ao perdão das ofensas. Mesmo com todo o conhecimento proporcionado pelos livros da codificação e pelas obras subsidiárias, ainda assim somos capaz de retribuir alguma ofensa.
Mediante esta atitude, como criticar a postura daquele que não detém o mesmo conhecimento que nós? Um Amigo fraterno, já dizia com a sabedoria que lhe era peculiar: "O que o ignorante faz é lei, lei de evolução."
Nós que temos algum entendimento, temos que separar as coisas para não cometer julgamento algum. Caso contrário, não estaremos em coerência com tudo o que já recebemos pela nossa conquista, na forma de conhecimentos.
"É razoável concluir, assim, que se nós, os que sabemos tanto da verdade e recolhemos tanto amparo, ainda ofendemos a outrem sem perceber, como exibir demasiada severidade perante aqueles irmãos da humanidade que nada recebem do muito que conhecemos e recebemos." (Encontro Marcado, Emmanuel - Francisco C. Xavier, pg.55).
Reflitamos.
Paz a todos.
Sim e Não.
"Antes, como Deus é fiel, a nossa palavra para convosco, não foi sim e não." (II Aos Coríntios, 1:18)
A Lei Divina é imutável, porque é perfeita. E a Palavra de Deus é uma só. Do Amor incomensurável do Creador foi creado todos os universos e tudo que está inserido neles.
Jesus vindo até este vale de misérias, trouxe a Palavra do Pai na forma do Evangelho de Amor, para redenção dos homens. O tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem, para lhe servir de guia e modelo, é Jesus. (Livro dos Espíritos, pergunta 625)
E foi Jesus que ensinou aos homens, que o seu dizer deveria ser: sim, sim, não, não. (Mateus, 5:37) porque o que passar disto, é de procedência maligna. Quantas e quantas vezes temos omitido a verdade para em nosso proveito levar vantagens? A maior parte do tempo, temos sido infiel a Deus.
Se não aprendemos a falar e ouvir na hora certa, é porque damos mais atenção ao menor que existe em nós. Se não aprendemos agir segundo o sim, sim, não, não, os nossos filhos também serão levianos, agindo segundo a própria malidicência.
Em Jesus sempre houve o perfeito equilíbrio entre razão e sentimento. Sigamos o Seu exemplo.
Paz.
A Lei Divina é imutável, porque é perfeita. E a Palavra de Deus é uma só. Do Amor incomensurável do Creador foi creado todos os universos e tudo que está inserido neles.
Jesus vindo até este vale de misérias, trouxe a Palavra do Pai na forma do Evangelho de Amor, para redenção dos homens. O tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem, para lhe servir de guia e modelo, é Jesus. (Livro dos Espíritos, pergunta 625)
E foi Jesus que ensinou aos homens, que o seu dizer deveria ser: sim, sim, não, não. (Mateus, 5:37) porque o que passar disto, é de procedência maligna. Quantas e quantas vezes temos omitido a verdade para em nosso proveito levar vantagens? A maior parte do tempo, temos sido infiel a Deus.
Se não aprendemos a falar e ouvir na hora certa, é porque damos mais atenção ao menor que existe em nós. Se não aprendemos agir segundo o sim, sim, não, não, os nossos filhos também serão levianos, agindo segundo a própria malidicência.
Em Jesus sempre houve o perfeito equilíbrio entre razão e sentimento. Sigamos o Seu exemplo.
Paz.
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