Há só um legislador e um juiz que pode salvar e destruir. Tu, porém, quem és, que julgas a outrem? - (Tiago, 4:12)
Da nossa parte - particularmente a respeito dos outros - deveria haver muito cuidado ao emitirmos opiniões a respeito do comportamento particular de cada um. Quem somos nós - como disse o apóstolo - para julgarmos alguém.
Primeiro olhemos para o próprio umbigo para ver se, nós estamos agindo dentro da razão e bom senso. Se a resposta for positiva, continuemos assim, sem incomodarmos quem quer que seja; a não ser quando nossa opinião for requisitada pelo outro.
A leviandade poderá causar maiores danos até mesmo, que a conduta duvidosa de outrem.
É claro que em determinadas situações, não podemos prescindir da análise acurada. Por exemplo: Em uma empresa, um determinado candidato ao cargo pretendido, terá que submeter-se a um teste de avaliação de suas habilidades profissionais.
E assim por diante em todos os setores de uma sociedade organizada.
Haverá vários setores da administração. Economia, educação, justiça, cultura, ciência, saúde, segurança, dentre outros. Todos com critérios determinados pela necessidade de avaliações dentro dos parâmetros legais de cada uma. Tudo em nome do bem coletivo.
No entanto, nem tudo em um grupamento social é flores. Assim, existe a necessidade de garantir a paz social; e para isso, existem leis humanas que encarregando-se disso em determinadas ocasiões, terá que aplicar a justiça.
Para isso, a lógica, razão, bom senso; aliados as questões espirituais, e do equilíbrio entre razão e sentimento, muito auxilia nestas questões difíceis. Com este equilíbrio, os desviados do caminho, poderão ser regenerados e recambiados a responsabilidade.
Porém, na caminhada da vida, encontramos grande número de pessoas viciadas e precipitadas na leviandade e desengano.
Assim, é de extrema importância uma reflexão, antes de lançar-se às empreitadas duvidosas. Isso prejudicará a mim, a segundos ou a terceiros?
Se, qualquer um destes for prejudicado por nossas ações, abstenhamo-nos.
Outras questões a serem levadas em conta: Quem sou eu? Estou, de fato, em condições de julgar o semelhante?
Muita Paz.
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