Glória, porém, e honra e paz a qualquer que obra o bem. - Paulo. (Romanos, 2:10)
A malícia, a maledicência e demais mazelas do homem, sempre o impediram de colocar as boas atitudes em primeiro lugar. Ao contrário do que deveria fazer para um efetivo resgate de seus débitos, o ser humano inventou a negociata com Deus.
Prometendo fazer uma penitência se, em troca tiver o pedido realizado. Como se o Criador fosse um balcão de negócios. Assim vem caminhando a humanidade desde o concílio de Nicéia; quando o imperador romano Constantino, mata a igreja original e autêntica, para criar uma organização religiosa segundo o seu entendimento.
A verdade é que o egoísmo e a prepotência impedem o Bem de prosperar entre a maioria dos homens na Terra. Mesmo sendo o bem fluindo incessantemente do Criador, a grande maioria dos seres humanos não conseguem a necessária vibração para recebê-lo.
Isso é devido ao sectarismo alimentado e praticado pelos homens que, transformaram-se em combatentes contumazes, de ações negativas e inúteis à própria evolução, contrárias a lógica, razão e bom senso. Ficando assim muito longe da glória do Bem Maior.
Por mais que a mensagem evangélica vibre entre os homens, por diversos canais, estes insistem em continuar com atitudes prepotentes, orgulhosas e destrutivas. Porém, o Criador jamais cessará de promulgar o Bem, onde quer que haja sintonia em recebê-lo.
Não importa por qual pessoa Deus promova o Bem; o importante é a sua prática, difusão e a sua devida compreensão deste Bem, que Deus nos envia, por determinado indivíduo.
O importante é praticarmos o bem segundo nossas condições - aproveitando a oportunidade ofertada por Deus - e gradecermos a confiança depositada em nós. Todo bem que possamos fazer - por menor que possa parecer - é merecedor da paz e da honra de Deus.
Muita Paz.
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