E disse-lhe: Sai da tua terra e dentre a tua parentela e dirigi-te à terra que eu te mostrar. - (Atos, 7:3)
Existe certa diferença entre "parentes" e a família propriamente dita. Tendo como exemplo, a ordem recebida do Senhor, Abraão deixou sua terra, juntamente com esposa e seus pertences, seguindo segundo as determinações recebidas.
Mesmo porque, a parentela do Patriarca era politeísta e por isso mesmo, não compartilhavam do mesmo ideal. O casal ao receber filhos e esforçarem-se para reeduca-los, tornam-se uma família. Isso porque, é no seio familiar que encontram-se os inimigos de vidas passadas para o necessário reajuste. Já a parentela representa todo o esforço que será realizado na busca dos acertos e equilíbrios; e assim resgatar os compromissos assumidos na erraticidade, para a conquista definitiva da "terra prometida" redentora.
A parentela somente torna-se a verdadeira família quando conquistar o equilíbrio, a paz e expressar sem nenhum interesse, o amor incondicional; não somente entre sua consanguinidade, mas também entre seus semelhantes.
Estes conceitos deveriam estar bem vivos na mente de todo cristão prevenido e atento aos ensinamentos evangélicos.
Seguir Jesus, seria abandonar os conceitos equivocados de uma "parentela" e assumir o ideal inconfundível de Amor e Paz do modelo de Família Universal; constituído por Jesus, Maria e José.
E assim, exortando-a para que todos também participem dos direitos da Família maior, que é a do Cristo Galáctico.
Muita Paz.
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