Cada um administra aos outros o dom como recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus. - (I Pedro, 4:10)
Apesar da criatura humana ser devedora das Leis Divinas, nunca é tratada como um ser desprezível pelo seu Criador. Pelo contrário, Deus abençoa sua criação diariamente. No entanto, é o homem que - na ambição desenfreada - não querendo entrar em sintonia com o Bem Maior, deixa de receber as referidas bênçãos Divinas, em seu próprio benefício.
Assim, vem caminhando a humanidade, recusando a redenção ou impondo condições ao Criador, através de promessas vãs. As sociedades humanas - pelas próprias mazelas - foram divididas em abastados e pobres; sendo que existe honestidade até na mais humilde atividade profissional.
Isso sem contar que, todo trabalho é necessário! Desde o mais especializado até o mais simples. A interdependência existe, tanto no macro como no micro universo.
Se não tivesse ninguém para recolher o lixo, seria um caos; trabalhadores braçais, operários industriais, da construção civil dentre outros. A maioria das criaturas humanas fecham os olhos para a necessária cooperação, entre as atividades humanas na Terra. A qual será condição indispensável para própria evolução, além de transforma-los em dispenseiros das graças Divinas.
Somente quando o ser humano entender que viver com o necessário, evitará uma série de problemas em sua caminhada terrestre, a ideia de "capitalista" e "operário" terão conotações inteiramente renovadas.
Todos deveriam entender de uma vez por todas, que somos servidores do Senhor da Vida - como afirmou Jesus - que eLe próprio, não veio para ser servido; e sim, para servir. Imaginem nós! Seres endividados e recalcitrantes?
Assim, com a exta compressão das Leis Divinas, terão entendimento também da sua infalível e imutável JUSTIÇA. O operário compreenderá que a sua atividade é tão importante quanto a do gerente da fábrica. Cada um tendo a devida sintonia, para receber e administrar, os bens recebidos do Criador.
O enriquecimento não será apenas o acúmulo exagerado de bens materiais; e sim, o de servir em nome do Pai.
Muita Paz.
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