Mas de vós ó amados, esperamos coisas melhores. - Paulo. (Hebreus, 6:9)
Temos o costume de jugar aqueles que entregam-se de corpo e alma, às piores atitudes.
Sempre perguntam, por que os ímpios levam vantagem em todas as empreitadas obscuras, permanecendo impunes. E clamam-se todos: Onde está a Justiça Divina, que permite isso?
Esta atitude de revolta partindo daqueles que possuem conhecimento das questões espirituais, é sempre uma surpresa, para a espiritualidade amiga, que os acompanha em sua jornada na carne. Os discípulos do Mestre não têm o costume de questionar as determinações Divinas; sejam elas quais forem.
Questionamentos sobre os andamentos do livre arbítrio, constituem mais ignorância que bom senso, lógica e razão; além do desequilíbrio entre razão e sentimento. O melhor a fazer é cuidar da própria vida - que já não é nada fácil - de que ficar acompanhando a vida alheia, com finalidade de críticas daquilo que não temos autoridade moral para fazê-lo.
Mesmo porque - em nossa reencarnação passada - não fomos um primor em questões morais. Do contrário, não estaríamos criticando os outros.
Se pararmos para pensar nem que seja por pouco tempo, entenderíamos que os ímpios serão tragados pela própria ambição. Mesmo porque, já temos consciência que, daqui somente levamos as conquistas no campo moral e os conhecimentos úteis.
"Vão-se os dedos e ficam os anéis." Assim, tornam-se inúteis, todo acúmulo exagerado de bens materiais. Quando a fortuna não possui uma finalidade útil, torna-se um peso morto. São escravos, aqueles que não conseguem desvincular-se dos bens materiais, na hora derradeira de abandonar a matéria.
Para a ETERNIDADE, bens materiais não constitui o mais importante. Já está na hora desta conscientização.
Ao invés de julgar, devemos ter piedade daqueles que ainda não conseguem desvincular-se do vil metal, vivendo na ilusão de que depois desta vida, somente existe o nada. São mais ignorantes do que os antigos - possuidores da crença - da necessidade de levar uma moeda, para o barqueiro, que os atravessaria para o outro lado da vida.
Aqueles que já possuem conhecimento das letras evangélicas, não deveriam agir como os ignorantes apontando dedo e julgando a todos. Se já possui o discernimento, aja como verdadeiro discípulo de Jesus. Ao invés de críticas e acusações, vigilância e prece; que é mudança do estado mental.
A nossa riqueza é a bagagem espiritual; aquela ensinada por Jesus. Pois os amados do Senhor, tem identificação com o Bem Maior em todos os lugares. Nos momentos difíceis - principalmente nos atuais - não teme e nem desesperam-se; e sim, a fé raciocinada e a confiança em Deus e em seu Filho.
Dos ímpios não podemos esperar fraternidade e nem bom senso e razão; além de ambição, avareza e atitudes loucas. E não é sem razão que o apóstolo dos gentios exclamou: "Mas de vós, ó amados, esperamos coisas melhores."
Muita Paz.
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