segunda-feira, 30 de janeiro de 2023

PEDIR.

 Jesus, porém, respondendo, disse: Não sabem o que estão pedindo. - (Mateus, 20:22) 

                            

                                                Para onde vão a maioria dos crentes quando desejam algo do alto? Aos templos de pedra! Pois, estão sempre necessitados. Ora, a máxima do Cristo não diz que: "Onde estiver o tesouro estará também o coração?" Temos que entender primeiramente a necessidade premente de uma reforma íntima séria. O tempo está passando e as coisas acontecendo muito rápido; e ainda existem cristãos presos aos dogmas do passado distante. 

                                            A maioria não quer ver a necessidade urgente de atender a convocação do Cristo Galáctico às boas obras. Deixemos de adiar - até quando? - a interpretação ao pé da letra, dos textos evangélicos, com medo de desvincular-se da satisfação dos sentidos e dos desejos da carne. 

                             Nem só de diversão vive o homem! Todo ser humano tem o direito ao lazer, isso é inegável. Porém, a felicidade não se resume apenas, no banco de um bar, todas as sextas feiras; na chamada "hora da felicidade." Isto é recusar sair da ilusão e do "sono sem sonhos." É o eterno medo das mudanças. 

                             Já foi dito que estamos vivendo a época da PROVA FINAL, para toda a humanidade - não somente para os cristãos - é a separação final do joio e do trigo, prevista pelo próprio Cristo Galáctico. 

                             A rigor, os homens deveriam construir o templo, no "terreno" do próprio coração, e assim, burilar com maior segurança, o sentimento, promovendo o equilíbrio necessário. Porque, o sentimento deveria andar de mãos dada com a razão e o bom senso. Evitando assim, as armadilhas constantes do mal. 

                            Petitórios e lamentações são constantes na alma insegura dos seres humanos - tal como crianças exigem alguma coisa o tempo todo - mesmo não estando preparados para receber aquilo que pedem. Quando a Justiça Maior atendem-lhes os desejos, ao não darem conta de sua execução no plano terrestre, ficam frustrados e desanimados - as vezes até depressivos - sem saber o que fazer. É o desejo que falou mais alto que a responsabilidade e a humildade, em reconhecer a própria incapacidade momentânea. 

                         O ego adâmico sempre direcionou as ações, da maioria dos seres humanos, através dos tempos. E até o momento, ainda não aprendemos a reeduca-lo. 

                         A maneira do filho pródigo, exigimos do Pai, aquilo que ainda não nos pertence e nem temos o direito; pois não fizemos nada para merece-lo. E então, logo cedo, percebemos que o desencanto é como um veneno da imprevidência e da irresponsabilidade. Entendendo também que o tédio é como o fruto amargoso, da precipitação e dos desejos ambiciosos. 

                         Crescemos o olhar aos patrimônios que ainda não nos compete possuir; ainda mais quando não lutamos - pelo próprio esforço - para adquiri-lo. Todo cuidado é pouco na hora de pedirmos algo ao Criador. Pois, primeiramente deveríamos solicitar - a maneira de Salomão - todo os bens necessários ao bom desempenho de nossa caminhada evolutiva. Principalmente a compreensão de Jesus a nosso respeito. 

Muita PAZ.  

                          

                          

                              

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