Jesus, porém, respondendo, disse: Não sabem o que estão pedindo. - (Mateus, 20:22)
Para onde vão a maioria dos crentes quando desejam algo do alto? Aos templos de pedra! Pois, estão sempre necessitados. Ora, a máxima do Cristo não diz que: "Onde estiver o tesouro estará também o coração?" Temos que entender primeiramente a necessidade premente de uma reforma íntima séria. O tempo está passando e as coisas acontecendo muito rápido; e ainda existem cristãos presos aos dogmas do passado distante.
A maioria não quer ver a necessidade urgente de atender a convocação do Cristo Galáctico às boas obras. Deixemos de adiar - até quando? - a interpretação ao pé da letra, dos textos evangélicos, com medo de desvincular-se da satisfação dos sentidos e dos desejos da carne.
Nem só de diversão vive o homem! Todo ser humano tem o direito ao lazer, isso é inegável. Porém, a felicidade não se resume apenas, no banco de um bar, todas as sextas feiras; na chamada "hora da felicidade." Isto é recusar sair da ilusão e do "sono sem sonhos." É o eterno medo das mudanças.
Já foi dito que estamos vivendo a época da PROVA FINAL, para toda a humanidade - não somente para os cristãos - é a separação final do joio e do trigo, prevista pelo próprio Cristo Galáctico.
A rigor, os homens deveriam construir o templo, no "terreno" do próprio coração, e assim, burilar com maior segurança, o sentimento, promovendo o equilíbrio necessário. Porque, o sentimento deveria andar de mãos dada com a razão e o bom senso. Evitando assim, as armadilhas constantes do mal.
Petitórios e lamentações são constantes na alma insegura dos seres humanos - tal como crianças exigem alguma coisa o tempo todo - mesmo não estando preparados para receber aquilo que pedem. Quando a Justiça Maior atendem-lhes os desejos, ao não darem conta de sua execução no plano terrestre, ficam frustrados e desanimados - as vezes até depressivos - sem saber o que fazer. É o desejo que falou mais alto que a responsabilidade e a humildade, em reconhecer a própria incapacidade momentânea.
O ego adâmico sempre direcionou as ações, da maioria dos seres humanos, através dos tempos. E até o momento, ainda não aprendemos a reeduca-lo.
A maneira do filho pródigo, exigimos do Pai, aquilo que ainda não nos pertence e nem temos o direito; pois não fizemos nada para merece-lo. E então, logo cedo, percebemos que o desencanto é como um veneno da imprevidência e da irresponsabilidade. Entendendo também que o tédio é como o fruto amargoso, da precipitação e dos desejos ambiciosos.
Crescemos o olhar aos patrimônios que ainda não nos compete possuir; ainda mais quando não lutamos - pelo próprio esforço - para adquiri-lo. Todo cuidado é pouco na hora de pedirmos algo ao Criador. Pois, primeiramente deveríamos solicitar - a maneira de Salomão - todo os bens necessários ao bom desempenho de nossa caminhada evolutiva. Principalmente a compreensão de Jesus a nosso respeito.
Muita PAZ.
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