Pois que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma? - Jesus. (Marcos, 8:36)
Neste mundo ainda não aprendemos a sustentar bens materiais sem que haja também a necessidade de acumula-los egoisticamente. Ainda somos vinculados aos excessos.
Excesso de dinheiro, dos prazeres, de lazer, e até mesmo do amor; exigimos muito amor! Principalmente no campo afetivo. No seio familiar, exigimos respeito; na maioria das vezes esquecemos do exemplo que deveria partir de nós, enquanto pai ou mãe.
Isso estende-se também na vida profissional e social. Nem sempre o que falamos - no alto do púlpito - é o que realmente acreditamos e praticamos. E o referido púlpito vai além do religioso. Recomendou Jesus que procurássemos o bem insistentemente.
Em sua ânsia na conquista do mundo o homem olvida da conquista do próprio equilíbrio - entre sentimento e razão - para depois lançar-se às empreitadas mais complexas. De preferência àquelas que lhe proporcionarem as conquistas dos bens que a traça não possa devorar.
Porém, sempre fazemos o contrário - ao recomendado pelas letras evangélicas - buscando sempre tudo que inflama o nosso ego adâmico. Até quando? Na insistência desta inconsequência estaremos apressando os momentos finais; e por conseguinte, desprezando as oportunidades concedidas pelo Senhor da vida, para a própria redenção. Referimo-nos àqueles que ainda continuam teimando em desafiar o Criador.
Isso não quer dizer que Deus irá castiga-los! Eles próprios é que irão ser tragados pelo mesmo furacão de sombras em que criaram; devido a sintonia com o mal. O próprio homem materializa o seu castigo. O Mestre Divino sempre orientou que mantivéssemos a razão, o bom senso, e principalmente o amor fraterno; nas questões de bens materiais.
Sempre que estivermos envolvidos na mina lucrativa, que saibamos administrar estes bens transitórios com sabedoria, para que sejam aplicados em finalidades uteis e dignificantes. E assim, todos possam ser beneficiados sem causar situações de miséria ou abandono em um meio social.
Renovemos enquanto é tempo esta atitude egoísta; pois de nada valerá acumular nesta vida, algo que não poderemos levar para o outro mundo. De que adiantará conquistar o poder temporal se, perdermos - indefinidamente - a nós mesmo para a verdadeira vida imortal.
Muita Paz.
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