quarta-feira, 8 de dezembro de 2021

ECLESIÁSTICO.

Continuação do capítulo "11"  

22- A bênção do Senhor é o sorte do justo, e a seu tempo floresce sua esperança. 

23- Não digas: Já resolvi meus assuntos; e agora o que resta-me? 

24- Não digas: Já tenho bastante, que  mal poderá acontecer-me? 

25- Um dia feliz faz esquecer a desgraça, um dia infeliz faz esquecer a felicidade; 

26- fácil é para Deus, na hora da morte, pagar um homem sua conta. 

27- Um mau momento faz esquecer os prazeres; o fim do homem declara quem ele é. 

28- Não declares ninguém feliz antes de te informares; seu fim mostrará se ele era feliz; não declares ninguém feliz antes que ele morra; no fim conhece-se o homem. 

                                  

                            Nestes últimos versículos deste capítulo, temos o final das instruções do autor, ao alertar sobre os cuidados com aquelas pessoas de nosso relacionamento bem como aqueles que porventura cruzar o nosso caminho. Um dos versículos mais importantes, é quando aconselha não esquecer das bênçãos Divinas, para que não  venhamos a tropeçar nas vária pedras, dos incertos caminhos de nossa jornada evolutiva. Todas estas dificuldades que são enumeradas ao filho querido, jamais terão um efeito de desânimo; pelo contrário, caso não sejam ditas o neófito não saberia como evitar seus perigos. 

                           Um pai zeloso instrui o filho a respeito do bem e do mal; dos prazeres da vida, quando são desfrutados com parcimônia e sabedoria, e das consequências desagradáveis dos excessos dos desejos e satisfação dos sentidos materialistas. Como já foi dito: "Tudo me é lícito mas nem tudo me convém." (I Coríntios, 6:12) 

                           Na caminhada dos reencarnados, haverá sempre dificuldades porque é um compromisso assumido por ele antes do seu nascimento. Muitos dizem que não pediram para nascer, ledo engano! PEDIRAM DE JOELHOS! Porque não aguentavam mais o peso na própria consciência, causado pela culpa, quando em  vidas pregressas usaram mau o direito de arbitrar. Finalizando o autor aconselha a não fazermos nenhum julgamento apressado baseando-se em nossas concupiscências; para que não tenhamos que  responder pelas nossas irresponsabilidades. Sejamos cuidadosos, responsáveis, respeitadores, educados, gentis, fraternos, humildes, simples mas não simplórios, confiantes mas não confiados, sobretudo analisando: Se é verdade, se é útil, se é bom. 

Muita Paz. 



 

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