segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

ECLESIÁSTICO.

17 1- O Senhor formou da terra o homem e o fez voltar de novo a ela; 

2- concedeu-lhe um prazo de dias contados dando-lhe domínio sobre a terra; 

3- revestindo-o com um poder criativo, fazendo-o à própria imagem; 

4- impôs o temor a todo vivente, 

5- para que dominasse feras e aves. 

6- Formou-lhes boca, língua, olhos, ouvidos, mente para entender; 

7- cumulou-os de inteligência e sabedoria, mostrando-lhes o bem e o mal; 

8- mostrou-lhes suas maravilhas, 

9- para que levassem-nas em conta, 

10- e louvassem seu santo nome contando suas grandes façanhas. 

11- Concedeu-lhes inteligência e em herança uma Lei que dá vida; 

12- fez aliança eterna com eles, ensinando-lhes seus mandamentos. 

13- Os olhos deles viram a grandeza de sua glória e os ouvidos deles ouviram a majestade de sua voz. 

14- Ordenou-lhes abster-se de toda idolatria, dando-lhes preceitos sobre o próximo. 

                           

                            Dando continuidade ao "Deus Criador," o autor descreve aspectos evolutivos do ser humano, desde sua evolução no planeta Terra, tendo o Princípio Inteligente (PI) iniciando a materialização no reino mineral, passando pelo vegetal, animal, para finalmente chegar ao homem primitivo e homem sapiens. Segundo os ditames de nossa ciência, conquistadas pelo mesmo ser humano através das eras. Iniciando o círculo das reencarnações de resgates, trouxe Jesus suas ovelhas desgarradas; conhecedoras do bem e do mal, na simbologia da árvore do conhecimento e da vida, cujas escolhas seriam a Porta larga do materialismo simbolizada na serpente que rasteja bem junto ao solo, ou nos sacrifícios da Porta estreita, cujo premio é o resgate de acerbos compromissos em uma nova morada, acolhedora e promissora. Sendo o prêmio, o retorno ao REBANHO DO BOM PASTOR. 

                          Como equivocadamente continuam pensando a maioria das  ovelhas trazidas ao novo lar, que a felicidade é conquistada pelas facilidades de uma mordida no fruto do pecado; satisfazendo sentidos e realizando desejos, na aquisição e acúmulo de bens que a traça destrói, em detrimento dos bens imperecíveis do Espírito. Assim vem caminhando grande parte dos homens até agora! Em que deparando-se com uma encruzilhada moral, teima em buscar a felicidade nas escolhas equivocadas do seu Ego adâmico; recusando a realidade e optando pela fantasia da escravidão do mal. Como os "zumbis" dos filmes de terror, caminham seduzidos pela tecnologia que fascina-os e magnetiza-os, distanciando-os da realidade. 

                         Finalizando o texto, o autor lembra a máxima implícita na sua frase: O que atrai-nos na árvore da vida? A vinculação e consequente escravização do mal ou os sacrifícios da Porta estreita, para a conquista do REINO DE DEUS? A hora é agora! Façamos nossa escolha. 

Muita Paz.

                             

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