sábado, 4 de dezembro de 2021

ECLESIÁSTICO.

11- Morre o homem e herda vermes, larvas e insetos. 

12- A soberba começa por um homem rebelde, quando seu coração afasta-se de seu Criador; 

13- pois o pecador é poço de insolência e fonte que mana planos perversos; por isso, Deus envia-lhes terríveis pragas e castiga-o até acabar com ele. 

14- Deus derrubou do trono os soberbos, e sobre ele fez sentar-se  os oprimidos; 

15- o Senhor arrancou as as raízes dos povos, e em seu lugar plantou os oprimidos; 

16- o Senhor apagou as pegadas dos povos e os destruiu até os alicerces; 

17- apagou-os do solo e os aniquilou, acabando com seu nome na Terra. 

18- Não é digna de nome a insolência, nem a crueldade do nascido de

mulher. 

                          

                            Fechando a narrativa sobre esta mazela que contamina os corações invigilantes, acrescenta também outra "substância" ácida que nossa língua nervosa costuma destilar, sempre que discorda de determinada postura de outrem. O autor alerta-nos do fatal destino do nosso corpo. Mesmo depois de ter frequentado os mais finos ambientes, de ter vestido somente roupas de grifes famosas, de solver os mais caros vinhos e experimentado os prazeres, mais delirantes, de ter provado as melhores iguarias dos restaurantes mais finos, de ser convidado por reis e poderosos mandatários; e o poder temporal. Mesmo assim! Não diferimos em NADA DAQUELE MAIS MISERÁVEL MENDIGO QUE NÃO TEVE, NEM MESMO UMA COVA PARA O SEU CORPO. Os mesmos vermes que com a mesma voracidade, devoraram as entranhas daquele homem que outrora foi um elegante lorde; também sorveram e com a mesma voracidade, reciclaram o corpo do miserável mendigo. Os vermes não tem nenhum preconceito. FAZEM SEU TRABALHO FIELMENTE. 

                            Quando tivermos a coragem de parar para pensar, se realmente somos nós que detemos o poder, a fortuna, e se realmente somos nós que tomamos todas as decisões. E se esta nossa reflexão for baseada na verdade, razão, lógica e bom senso; ficaremos perplexos o quanto fomos insensatos e o quanto deixamo-nos escravizar. A quanto tempo estamos agindo no "automático"? Não precisamos de um "piloto" automático! Milhões de anos atrás conquistamos o raciocínio! 

                               Então, por que razão, agora não somos donos de nossas atitudes? Por que necessitamos que uma entidade invisível comandando nossas ações? "NÃO É DIGNA DE NOME A INSOLÊNCIA, NEM A CRUELDADE DO NASCIDO DE MULHER." Então, já está passando da hora de dar seu grito de INDEPENDÊNCIA. Pense seriamente nisso. Pois o tempo urge. 

Muita Paz.



 

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