11- Eram raça maldita desde sua origem; se perdoasse-lhes os delitos, não foi por medo de alguém.
12- De fato, quem pode dizer-te: "O que fizestes?" Quem protestará contra tua sentença? Quem te denunciará pelo extermínio das nações que criastes? Quem apresentar-se-á a ti como vingador de delinquentes?
13- Além disso, fora de ti não há outro deus que cuide de todos, diante do qual tenhas que dar justificativas;
14- não há reis nem soberanos que possam desafiar-te por tê-los castigados.
15- Tu és justo! Governas todos os Universos e todas a Dimensões com JUSTIÇA, e consideras incompatível com teu poder condenar quem não merece castigo.
16- Porque tua força é o princípio da Justiça verdadeira.
17- Diante de quem não crer na perfeição de teu poder, exerce tua força, e deixas convicto de seu atrevimento os que a reconhecem;
18- mas tu dono de sua força, julga com moderação governando-nos com muita indulgência; ao teu alcance podes fazer uso de seu poder, quando, como, e no tempo que quiser.
19- Agindo assim ensinaste teu povo que o homem justo deve ser humano, infundindo em teus filhos a esperança, pois deixas arrepender-se os que pecam.
20- Pois se com tanto cuidado e indulgência castigas, réus de morte, os inimigos de teus filhos, dando-lhes tempo e ocasião de arrepender-se de suas culpas,
21- com quanto esmero não julgastes teus filhos, a cujos pais prometestes favores com juramento e alianças?
Continuando o capítulo "12" onde comentávamos que os Hebreus foram a solução, para dar fim as abominações, que aconteciam na Terra da Promessa - mais precisamente entre os Cananeus - não porque os Hebreus fossem um povo perfeito, longe disso, mas porque acreditavam no Deus único e Verdadeiro; cujas razões dispensa comentários. Do versículo 11 ao 21 o autor exalta todas as Divinas qualidades deste Deus Misericordioso, Bom e Pai de todos indistintamente. Como Pai cuidadoso, seu Julgamento é SOBERANAMENTE JUSTO; dá oportunidade de redenção, através de infinita REENCARNAÇÕES, A TODOS Espíritos arrependidos de suas faltas - por ter violado as Leis Divinas - de saldar suas dívidas, reeducando-se na matéria.
Ninguém questiona a Lei de Deus, porque é perfeita e não tem jurisprudência. Muitos poderosos da Terra, desafiaram e ainda desafiam a Lei de Deus, cometendo crimes contra a humanidade; porém, mau sabem eles, o que os espera neste final de transição planetária. Pode até parecer que o mal venceu, pois como disse Jesus: "Virá, pois, como ladrão o dia do Senhor, no qual os céus passarão como grande estrondo, e os elementos, ardendo, se dissolverão, e a Terra, e as obras que há nela, serão descobertas." (II Pedro, 3:10) Então todos poderão sentir a Justiça infalível de Deus; Crédulos e incrédulos. Como aconteceu em Canaã, os adoradores de "deuses" sanguinários - simbolicamente representados pelo poder político e financeiro - conhecerão o peso do martelo, da Justiça Divina.
Fechando esta parte do capítulo "12" o autor lembra-nos da fidelidade da Justiça Divina que, ao fazer a promessa da Terra Prometida a Abraão, prometeu também, que seus filhos teriam a oportunidade de galgar os infinitos degraus da evolução, através do sonho de Jacó; prometeu sempre o melhor para a humanidade até culminar na melhor de suas promessas, ao enviar entre os homens seu Filho Jesus, que através do ventre venturoso de Maria, veio para salvar o que estava perdido. E agora, no tempo atual - final da Transição Planetária - a última promessa será realizada - o inicio do Reino de Deus, para todos os seres humanos de Boa Vontade; aqueles que fazem a vontade SOBERANA DE DEUS.
Continua.
Muita Paz.
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