Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças. - (Apocalipse, 3:18)
Se, a maioria dos homens, tivesse interesse sincero, em aprender a viver com o necessário, não estaríamos enfrentando momentos tão difíceis, durante esta transição planetária. Pois, cada um tomando conta de si próprio e não almejando as aquisições vulgares e de custo fácil, suas vibrações seriam mais suaves e a sintonia mais propícia ao recebimento das bênçãos do Alto.
As recomendações Divinas não deixam dúvidas de sua clareza, ao instruir os seres humanos, quanto ao bem senso e parcimônia, na distribuição dos bens perecíveis. Pois ao deixarmos o vaso de carne em sete palmos de terra, todos somos exatamente iguais. Reis, súditos, ricos, pobres, sábios, ignorantes, poderosos e miseráveis. Então, por que tanta ambição?
A verdadeira riqueza é aquela provada e forjada no fogo renovador das provações, renúncias e sacrifícios, de nossas mazelas morais. Então, vamos combinar que, tão só os bens morais - representados pelas conquistas do Espírito - é que terão o valor reconhecido e aprovado, no tribunal de nossa própria consciência.
Pelo esforço incessante na constante caminhada rumo a luz - cujo resultado é a posição de ascendência justa e legitima - do bem-estar permanente de uma consciência tranquila. Isto sim é o verdadeiro céu!
Assim, pelas transformações impostas pelo sepulcro - segundo o bem ou o mal que praticamos - durante a permanência no macacão de carne, seremos ou não, usufrutuários das benesses Divinas. Quando o homem deixa-se mobilizar pelo homem, certamente entrará na mina lucrativa, enquanto sua idade estiver dentro dos parâmetros da empresa ou a instituição que o contratou.
Ao fim deste período considerado favorável, a malfadada criatura, será descartada como qualquer mercadoria que já cumpriu sua validade. Ainda lhe será lembrado que - para a instituição em que trabalhava - era apenas um número.
Porém, os trabalhos em nome do bem e amor ao semelhante, adquire para sempre - fruto do esforço, sacrifícios e renúncias - o ouro imperecível, intransferível e eterno.
Muita Paz.
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