Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem. - Paulo. (I Timóteo, 4:16)
Ter cuidado conosco a princípio, poderá provocar aos que convive em nosso círculo social certa surpresa. Isso acontece porque, eles estavam acostumados com aquela pessoa que partilhava com eles, o mesmo modo de viver; imediatista e materialista.
Em dado momento - ao depararmo-nos com nós mesmos - começamos a entender que, ser igual a todos, não é a melhor atitude. Isto porque, não estamos conquistando nada que nos faça sentir bem; ao contrário, cada vez que acordados, sentimo-nos com uma certa sensação de total inutilidade. Quando olhamos para dentro da própria alma, vemos apenas aridez.
Um bendito dia, abrimos - os olhos de ver - e ouvidos de ouvir; então começamos a sair da fantasia. Encarando a realidade, deparamos com um enorme terreno a ser preparado e semeado com a semente do bem. O bem em prol de nós mesmos; antes que seja tarde demais.
Aqueles que estiveram à nossa volta, logo percebendo nossa mudança, começam a tentativa de desanimar-nos - do que eles chamam de empreitada inútil - tentando convencer-nos a voltar a cruzar os braços. Assim como fazem eles.
Entre estas pessoas, as vezes encontramos também, aqueles cujo trabalho é o de instruir seus semelhantes - como professores ou até mesmo pregando o Evangelho - mesmo com a devida importância de suas atribuições, optam em permanecerem no engano.
Com todas as dificuldades deste vale de misérias, nada justifica a inatividade, o pessimismo. O atrito inútil, somente nos levará a frustração, desânimo e depressão. Por isso, a necessidade premente do bom ânimo; boa vontade, força de vontade e persistência. Não perdermos o cuidado com nós mesmos e olharmos por onde andamos, vigiando o campo íntimo e orando, para estarmos sempre em sintonia com o Bem.
Valorizando, aceitando e adotando a disciplina, em nossas atitudes diárias, examinando sempre as necessidades do coração. O resultado disso, é a conquista de vastos horizontes em nosso processo evolutivo. O cuidado com nós mesmos, é trabalhar na edificação do equilíbrio, entre o que está no sentimento e o que vai na mente. Para que possamos materializar isso em benefício de nossa vida familiar, profissional, e em todas nossas relações sociais; culminando na prática do bem. Sempre que houver as circunstâncias e as necessidades; dentro da máxima: Quem faz o que pode faz o máximo.
Então, compreendermos que, a teoria é necessária; porém seu excesso é ficar no menor atrito, sem resultados práticos. De nada adianta a permanência do trabalhador, às margens dos trabalhos apenas observando.
Ainda mais quando entregamo-nos às críticas maliciosas - descuidando da sintonia - e caindo no terreno perigoso de vinculações malignas; a respeito de tudo que nunca experienciamos.
Muita Paz.
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