segunda-feira, 3 de abril de 2023

HOMENS E ANJOS.

 Enquanto os anjos, sendo maiores em força e poder, não pronunciam contra eles juízo blasfemo diante do Senhor. - (II Pedro, 2:11)  

                

                     A maioria das pessoas - apesar dos compromissos assumidos antes de reencarnarem - olvidando as próprias propostas, lançam uns contra os outros, os tais "juízos blasfemos" referidos por Pedro, em sua epístola. 

                    Isso significa a total ausência de respeito entre os relacionamentos sociais; a começar no próprio seio familiar, onde encontram-se - para o devido reajuste - os inimigos ferrenhos de vidas passadas. Estendendo isso, ao ambiente de trabalho e demais relações em sociedade. 

                   Tudo na Terra, leva o homem à reeducação - principalmente do ego - já que ainda estagiamos - em um planeta condicionado às provas e expiação. Porém, já existem aqueles que, devido aos seus esforços e ao próprio auto perdão, encontram-se na condição de regeneração. Mesmo que a sua volta, exista um vale de misérias. 

                   O que devemos evitar - os que no terreno do coração - já brotou os bons frutos - são as antipatias injustas contra aqueles que ainda permanecendo na prova e expiação, não aceitam opiniões, daqueles que não pensam como eles. A Lei do retorno é infalível e implacável! Recebemos do que damos; seja bom ou menos bom. 

                  Recebendo do semelhante as mesmas vibrações emitidas. Luz ou sombras; dependendo de nossos sentimentos. Isso porque as guerras silenciosas - as guerras "frias" individuais - já existem desde o atávico do homem.

                  Como a Clemência do Cristo é infinita, mesmo diante de tantos concupiscentes agindo ainda no planeta - escravos da maldade - apesar da suposta autoridade ilusória, a ação benéfica dos mensageiros do Senhor do mundo que, quanto mais revestidos de Luz, maior é também seu compadecimento pelas fragilidades dos homens. 

                 Estendendo suas mãos acolhedoras - como sempre fez e faz Jesus - para que voltem ao rebanho - sem nunca pronunciar contra qualquer um - juízos condenatórios diante do Senhor da vida. 

                 Sempre que as circunstâncias e necessidades, conduzir-nos a análises das atitudes dos semelhantes, recordemos as palavras do amoroso apóstolo. Nunca olvidemos que as Potestades angélicas - portadoras vivas e sublimes de força e poder, jamais pronunciam sentenças e condenações - quaisquer que sejam as criaturas humanas - diante do Criador. 

Muita Paz.      

                  

                        

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