E os fariseus, vendo isto, disseram aos seus discípulos: Por que come vosso Mestre com os publicanos? - (Mateus, 9:11)
Jesus nuca fez distinção de classe ou etnia para ministrar a instrução, a quem quer que fosse. Por isso - naquele tempo - causava incômodo ao sacerdócio organizado; principalmente a classe farisaica.
Nos tempos atuais, não é muito diferente! Só mudando os nomes, porque os personagens com suas normas e tradicionalismos de organizações religiosas, cada uma querendo ser dona das verdades eternas. E assim, permanecendo na rigidez de seu modo de pensar, repassam estas ideais aos seus seguidores.
Naquela oportunidade, o Mestre estava comemorando a Páscoa com aqueles que as autoridades do sinédrio abominavam, por serem cobradores de impostos dos romanos e os que eram considerados a margem daquela sociedade.
Foi um encontro de amigos o qual Jesus despedia-se; e ao mesmo tempo, mais uma importante lição prática do Cristo de Deus.
Este banquete com os publicanos, representa um momento importante; pois é nele que começa a ser formado, o embrião do futuro cristianismo. Naquela hora memorável, o Mestre do Amor, exemplificava a importância e necessidade dos trabalhos em sua seara de amor e caridade.
Não somente estar presente junto aos que amamos; mas também, levar a paz em qualquer tempo ou situação; segundo as circunstâncias e necessidades - dentro de nossas possibilidades - àqueles que ainda não abriram o coração para a luz do Senhor.
A mesa do Mestre, nunca esteve vazia. E o banquete espiritual, continuando pronto para quem tiver necessidade de luz e o Amor do Cristo Galáctico, indistintamente.
Este banquete para os pecadores, aconteceu antes da última ceia de Jesus, com seus discípulos. Não olvidemos! A mesa do Mestre continua sempre posta, dando continuidade com seu serviço de iluminar e redimir.
Cabendo aos famintos aproveitar a oportunidade.
Muita Paz.
Nenhum comentário:
Postar um comentário