Nem se vindimam uvas dos abrolhos. - Jesus. (Lucas, 6:44)
Verdadeiro cristão não permanece no atrito inútil.
Seu ideal espiritual é vivificante e ativo, mesmo diante de adversidades e ameaças do mal - comum nestes tempos de transição - tropeços, perigos diversos, ervas daninhas...
Então, sendo o Evangelho a sementeira de Luz por excelência, sempre esclarece que no meio de espinheiros, não pode germinar a semente do bem. Assim sendo, Jesus sempre trabalhou e instruiu; e por que então, o seu seguidor não fará o mesmo? Não podemos cruzar os braços e somente contemplar.
Há que trabalhar o terreno que porventura esteja impedido de germinar pelos abrolhos. A convocação do Mestre é para os trabalhadores da última hora. É por isso que ele cumpriu sua promessa de não deixar-nos órfãos - quando daqui partiu - mandando o Espírito de Verdade, representado no Espiritismo cristão.
A sua seara de Amor não pode esperar! Que se apresentem todos os convocados, encarando o trabalho de amor e caridade, face a face; pois os mesmos exigirão de nós coragem e sacrifício, em prol do bem Maior. Nunca é demais lembrar que, tudo inicia-se no próprio ceio familiar; onde encontram-se os inimigos mais recalcitrantes. Não é sem motivo que a família é alvo dos piores ataques das sombras.
Durante nossa caminhada não podemos amedrontar-nos, com nenhum espinheiro, que venha impedir nosso esforço evolutivo. Tudo faz parte do processo de resgate do reencarnado e neófito do amor e do Bem maior.
Lavraremos o solo sem medo de sua aridez; adubemo-lo com suor e lágrimas, mas também com a Fé raciocinada e confiança no Cristo Galáctico. Sempre haverá a fecunda chuva de Bênçãos, pelo esforço despendido. A Divina Providência é onipresente. Não esqueçamos a urgência e a necessidade do trabalho! Porque, onde havia abrolhos, agora colhemos os doces frutos da videira.
Muita Paz.
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