E dá a qualquer que te pedir; e, ao que tomar o que é teu, não lhe tornes a pedir. - Jesus. (Lucas, 6:30)
Ao recomendar-nos Jesus prestar maior atenção no ato de "dar," seria para que abríssemos nosso coração, à fraternidade e não ficarmos presos demasiadamente nas atitudes egoístas do "Ter."
Podemos ilustrar isso, quando o Mestre encontrou o Jovem rico, e este perguntara-lhe - qual a verdadeira e melhor atitude - para conquistar o Reino Divino. Segundo o Cristo, seria ser justo, fraterno, caridoso; praticar o bem primeiramente na própria casa, pagando um salário que garantisse a sobrevivência digna aos seus empregados.
Porém - como aquele abastado jovem - possuía um grande número de pessoas ao seu serviço e como ainda dava mais atenção a questões do "ter" que propriamente "dar", preferiu a vinculação com o acúmulo de bens, a seguir Jesus.
Ainda hoje, podemos ver um grande número de criaturas, vinculadas e por que não dizer, escravas à mina lucrativa. Onde vultuosos capitais financeiros circulam no mundo, gerando lucros exorbitantes; sem a mínima preocupação na distribuição destes recursos, ao bem-estar dos mais necessitados.
Também na questão puramente moral, observamos aqueles que optam na distribuição leviana de bens morais, cujo conteúdo é nefasto aos incautos que os absorverem. Faltou honestidade daqueles que ministraram e vigilância dos quer receberam.
Jesus sempre será o nosso guia e modelo de perfeição. Recomenda-nos, para que estejamos prontos a fazermos o que estiver ao nosso alcance àqueles que pedir. Lembrando sempre que, quem fizer o que pode faz o máximo.
Jesus era justo em todas as suas palavras e atitudes. Foi enérgico quando necessário; e todo amor com os necessitados e abandonados, pelos caminhos por onde andou. Sempre doou tudo que fosse vinculado ao Bem Maior.
Dando com abundância - antes e até mesmo hoje - nunca visto. O legado do Mestre é que, apesar do madeiro infamante, exemplificou - pelo sublime sacrifício - compreensão aos ignorantes de todos os tempos. Jamais reclamando ou condenando ninguém, pois tinha plena consciência que o ato de "dar" procede do Pai; não existindo maior glória em colaborar com a obra do Criador.
Muita Paz.
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