E eis que estavam falando com ele dois varões, que eram Moisés e Elias. - (Lucas, 9:30)
Esta passagem evangélica é - vamos dizer assim - a identificação do mundo espiritual - nenhuma outra religião do ramo cristão, deu ao fato extraordinário acontecido no monte Tabor - a importância que lhe é merecida - a não ser a Doutrina dos Espíritos. Naquele momento memorável, fincou as bases do Espiritismo cristão; o intercâmbio entre os homens e os Espíritos desencarnados.
Jesus conversou com dois de seus grandes mensageiros - que haviam desempenhado missões importantes - antes do Salvador vir até os homens.
Em várias ocasiões, o Mestre esteve diante de entidades desencarnadas, por motivos variados. No deserto, permitiu que uma entidade maligna, aproximasse mentalmente - pois o mal não consegue ficar na presença da Luz - muito menos da Luz intensa do Cristo de Deus.
Permitiu também - em outra ocasião - que grande número de Espíritos malignos, voltassem aos infernos de onde procediam, no simbolismo da manada de porcos caindo voluntariamente no abismo.
Em diversos momentos e circunstâncias especiais, vemos Jesus diante de almas perturbadas e até mesmo diabólicas, aliviando o sofrimento de pobres perseguidos. Mesmo assim o sectarismo dogmático, entendeu equivocadamente, que isto fora somente a manifestação do maligno.
Porém, nesta passagem, é o acontecimento inegável da transfiguração do Cristo no Tabor; diante de Pedro, João e Tiago. O que seus três discípulos presenciaram não foi nenhuma manifestação de entidades do mal; e sim, dois gloriosos Espíritos, conversando intimamente com o Cristo Galáctico em pessoa.
E ainda mais que, não fora um fenômeno generalizado; pois aquelas duas entidades espirituais que confabulavam com o Mestre, foram devidamente identificadas. Dando a entender que os 'mortos," podem perfeitamente voltar e comunicarem-se com os reencarnados. Pois assim é a vontade de Deus e de seu Filho.
Muita Paz.
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