Mas alegrai-vos no fato de serem participantes das aflições do Cristo. - (Pedro, 4:13).
Pedro refere-se às perseguições, que sofriam, todos os seguidores de Jesus - não somente naquela época - mas em todas as épocas em que a concupiscência humana assim agiu.
Sempre que as esperanças feneceram e o ódio tomou o lugar da razão e bom senso entre os humanos, alguns pagaram um alto preço, ao expressar o amor e a fraternidade cristã.
E isso aconteceu também entre os religiosos; cujo pensamento divergisse da autoridade central. Vide as inquisições.
Ao surgir no horizonte tempos semelhantes - como se o céu ficasse em nuvens escuras impedindo o brilho do Sol - não apavoremos. Lembremo-nos da preciosa recomendação no Monte Tabor: "Este é o meu Filho amado! A eLe ouvi."
Certamente que, com os ensinamentos do Cristo no coração, escuridão alguma - quer seja geofísica ou moral - jamais perturbará os ânimos, dos discípulos do Cristo.
Mesmo porque, nem o Pai e nem o Filho, habitam esferas inacessíveis em que os pedidos justos, dos homens de Boa Vontade, não possam alcançar. O mais significativo exemplo é a oração do "Pai nosso." Onde Jesus aproximou o Criador de sua criatura; demonstrando que, Deus é Pai de Amor e misericórdia - soberanamente bom e justo - e que jamais abandona seus filhos, principalmente quando estiverem fazendo sua soberana vontade.
Jesus conhece nossas necessidades antes mesmo que nasçam em nós. Assim como entristece com nossos erros. Diariamente, o Pai e o Filho, são acusados pelos homens, por todo o mal que lhes aconteça. Como se o próprio homem fosse isento de tudo.
Se, realmente desejamos livrarmo-nos de todo sofrimento e aflição, a receita é: Mudar nossa sintonia com o mal já; não ficando à espera de que alguém faça isto por nós. Evoluir é resultado do esforço próprio e constante; é particular e intransferível.
Muita Paz.
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