domingo, 30 de janeiro de 2022

ECLESIÁSTICO.

A mulher Malvada.

13- Nenhuma ferida como a do coração, nenhuma maldade como a da mulher, 

14- nenhuma briga como a das rivais, nenhuma vingança como a das competidoras; 

15- não há veneno como o da serpente nem há cólera como a da mulher; 

16- é melhor viver com um Leão e um dragão que viver com uma mulher briguenta. 

17- A mulher raivosa deforma seu aspecto e faz cara feia como ursa; 

18- quando seu marido senta com os companheiros, suspira sem poder sustentar-se. 

19- Qualquer maldade é pequena junto à da mulher; que toque-lhe em sorte um pecador; 

20- ladeira  arenosa para os pés anciãos é a mulher charlatã para marido paciente. 

21- Não tropeces pela beleza de uma mulher nem deixes-te caçar por suas riquezas; 

22- é uma infâmia e uma vergonha que a mulher sustente o marido. 

23- Coração abatido rosto sombrio, sofrimento da alma é a mulher malvada, braços fracos, joelhos vacilantes, quando a mulher não faz feliz o marido.  

24- Por uma mulher começou a culpa, e por causa dela morremos todos. 

25- Não abras as comportas para a água nem dê confiança a mulher malvada; 

26- e se não quiser submeter-se a ti, corta-a de tua própria carne.  

                        

                         Existem dois extremos neste texto, que devem ser destacados para que possamos fazer justiça a este ser maravilhoso chamado mulher. Como sempre, o autor puxa a sardinha para o seu lado como era de costume naquela época em que o regime familiar era estritamente patriarcal. Inicia o texto declarando que a maior maldade é praticada pelo elemento feminino. Em primeiro lugar, vejamos os fatos escabrosos acontecidos na história da humanidade; quantos deles, foram comandados por uma mulher? Quantos conquistadores sanguinários, eram homens e quantas foram as mulheres que comandaram maior número de massacres, provocando mortes e destruições? 

                        Será mesmo que foram elas diretamente responsáveis pela nossa derrocada neste planeta e anteriormente no outro? Prefiro pensar que a responsabilidade - e não culpa - são de ambos. As concupiscências são as mesmas! Se Adão não pecou por ação, pecou por emissão! O Ego adâmico distorcido e equivocado são de ambos e não adianta - depois de mais de trinta e cinco mil anos de erros e acertos - mais erros que acertos - na Terra, ainda continuarmos julgando nossa ajudadora. Não olvidemos que após a ressurreição, foi uma mulher que anunciou aos discípulos o retorno do Cristo.

                        Não existe feminismo e nem machismo! Existe sim! Espíritos infinitos e perfeccionistas compromissados com a Lei de Deus e que necessitam dar as mãos, seguir em frente, para juntos atravessar - principalmente neste final dos tempos - a Porta Estreita da Salvação. Com total confiança e fé no Cristo Galáctico, finalmente conquistando a redenção prometida. 

Muita Paz.

                             

 

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