Lucas, 23:50-56
Mateus, 27:62-66
Já era a tarde de sexta feira, portanto a preparação para o dia de sábado, quando um dos membros do Sinédrio, cujo nome era José da cidade de Arimatéia - que também era discípulo do Mestre - mas em secreto, por causa dos fariseus, pediu ao governador Pilatos, para que pudesse sepultar Jesus. Pedido este que causou espanto ao governador; pois este admirou a coragem daquele homem.
Com essa atitude de José, os demais fariseus do Sinédrio, ficaram surpresos e a partir daquele momento, começaram a desprezá-lo. No entanto, José não estava só naquela empreitada benigna! Outro membro do Sinédrio - de grande prestígio - por sua idade e sapiência, também forneceu seus préstimos, para que o corpo do Mestre tivesse um sepultamento digno. Seu nome era Nicodemos.
Nicodemos - também seguidor de Jesus - sempre conversava com o seu Mestre, em secreto e durante a noite. Este digno e também piedoso senhor, forneceu olhos perfumados para ungir o corpo de seu Mestre, bem como um pano de linho - também perfumado - para envolver o corpo, preparando-o para o sepultamento.
Assim o corpo - do Cordeiro crucificado - foi sepultado em um sepulcro, cravado na rocha, que pertencia a Jose de Arimatéia. Este - também piedoso homem - fechou o sepulcro com uma enorme pedra.
Os demais fariseus - satisfeitos com o acontecido - foram até Pilatos, pedindo a ele para que mantivesse soldados diante do sepulcro. Temiam que os discípulos de Jesus, roubasse o seu corpo e dizer que ele havia ressuscitado. Pedido concedido por Pilatos.
O governador romano, estava impaciente e ansioso, em livrar-se daqueles homens desagradáveis! A noite anterior de Pilatos não havia sido fácil! Sua consciência em enorme culpa, não o deixara dormir. Depois de adormecer - além da consciência culpada - entidades extremamente trevosas - o levaram a locais infernais, do Plano Espiritual.
Ao tentar argumentar - em desespero - seu Espírito foi atirado ao chão e pisado no pescoço por uma Entidade - que para ele parecia um de seus "deuses"- que pisando em seu pescoço, ainda exclamou: "escravo".
Também - com Caifás, Anás e os demais - inclusive com Herodes; a noite que antecedeu o sábado, não foi diferente daquela do governador. Tendo tidos o mesmo tratamento dado ao governador; para que ficasse bem claro a todos eles, que o "poder" que possuíam era efêmero.
Assim, dois soldados ficaram guardando o sepulcro do Mestre.
Muita Paz.
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