Lucas, 23:18-23
Pilatos - ficando sabendo que Jesus era Galileo - manda-o a Herodes; pois este era o tetrarca (governante) da Galileia. Porém, também não encontrando nada para condenar Jesus, Herodes manda que o Mestre fosse novamente levado até o governador romano.
Em vista disso, Pilatos comunica aos fariseus e doutores da Lei que, não tendo Herodes encontrado nada que desabonasse o Mestre, ele também não iria condená-lo. Porém, era legal, soltar algum prisioneiro, por ocasião da Páscoa.
Foi exatamente por isso, que Pilatos julgou encontrar uma "solução"; a qual - para o governador - estava tornando-se um grande e grave problema. Em seu julgamento próprio, não encontrava nada para condenar o Galileo. Porém, o sinédrio em peso, tentava - de todas as maneiras - condená-lo a morte.
A ideia que Pilatos teve, em apresentar dois prisioneiros - para que as pessoas do "povo" - escolhessem qual seria libertado, foi a condenação do governador. Passaria para a história da Terra, como o maior ISENTÃO DE TODOS OS TEMPOS!
O que pensava ser uma solução, para aquele momento fatídico, foi sua maior desgraça! Em todas as suas reencarnações! Porque, ao apresentar o prisioneiro de nome Barrabás, que era do partido chamado zelote - que lutava contra a dominação romana - além de salteador era também assassino.
Dizem que Caifás - em segredo - também era membro do mesmo partido de Barrabás; por isso o interesse em libertar seu "COMPANHEIRO". Outra narrativa - também não comprovada historicamente - somente por intuição; era que, Caifás, havia colocado diante da Fortaleza Antônia, somente aquelas pessoas que foram pagas para gritar: "SOLTEM BARRABAS!"
Daí! A escolha do meliante! E não, do SALVADOR DO MUNDO. Porém, tudo estava previsto no Programa do Cristo Cósmico, e anunciado pelos Profetas.
Assim anunciou Pilatos ao povo (militantes de Caifás) o Galileo; depois de ter sido flagelado, torturado, cuspido e "humilhado"; e ainda colocaram em sua cabeça - com sarcasmo covarde - UMA COROA DE ESPINHOS.
"Quem quereis que vos solte, Barrabás ou Jesus, chamado Cristo?"
Resposta da militância: "Todos gritaram juntos, pela segunda vez: Fora daqui com este! Queremos Barrabás!"
Porém, Pilatos continuava insistindo! Na esperança de que gritassem o nome de Jesus. No entanto, quando Pilatos - novamente esperançoso - pergunta:
"O que farei de Jesus, que chamam rei dos judeus?"
A resposta veio rápida - como a própria ordem do senhor de todos eles; o "deus" antropomórfico - pai da mentira, enganação e de todas as abominações - "Seja crucificado!"
Pilatos continuava a perguntar aos celerados escravos, do Dragão da maldade! Porém, a resposta era sempre a mesma. Ainda argumentou o Governador, que o Galileo nada tinha de criminoso e não fizera nenhum mal. O "Principe das trevas", percebendo a indecisão de seu "tutelado" - para não dizer outra coisa - aumentou a pressão sobre ele - através de seus emissários malignos - para que o Cristo de Deus, fosse finalmente crucificado.
Os clamores de: "CRUCIFICA-O!" cresciam cada vez mais!
Quem, porventura tivesse a mediunidade de clarividência, veria que, a multidão de reencarnados - era animada por outra - multidão MACABRA DE DEMÔNIOS.
Continua.
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