terça-feira, 13 de agosto de 2024

FÍSICA UNIVERSAL. JESUS PERANTE PILATOS.

João, 18:29-32  

                 

                          Pela manhã, todos os sacerdotes do templo, escribas, doutores da Lei e os anciãos conselheiro, decidiram conduzir Jesus, até Pilatos; governador romano da Judeia. 

                         Ao chegar aquele cortejo sombrio, à Fortaleza Antônia - sede do governo romano local - todos eles se deteram e não entraram; porque sendo o lugar solo pagão, não poderiam entrar, para não violar as Leis estabelecidas por Moisés, não se contaminando em solo impuro. 

                      Por isso, Pilatos teve que ir até onde estava o cortejo do sinédrio. Tendo o governador perguntado qual era as acusações contra Jesus, todos responderam que o Mestre estava corrompendo o povo e tentando dissuadi-los a se revoltarem; e também, dizia ser rei e Filho do Deus Vivo. 

                    Argumentou Pilatos, por ser Jesus um judeu, deveria ser julgado pelo sinédrio. No entanto, os fariseus e as demais autoridades presentes, insistiram que eles - por causa da Lei - não poderiam condenar ninguém a morte. 

                E, ainda acusaram Jesus de vários crimes contra a Lei! Porém, não apresentaram nenhuma prova concreta que confirmasse tais crimes. 

                Diante da insistência deles, Pilatos, dominado pelo medo; que os mensageiros - entidades diabólicas - do "deus" antropomórfico, causava em sua psique e com muita insegurança, decidiu interrogar Jesus. 

               O governador pergunta ao Mestre se, ele era realmente o rei? Respondendo ao governador disse-lhe o Mestre, que perguntava por ele mesmo ou porque ouviu de outrem? 

              Pilatos alegou que - não sendo ele um judeu - não poderia fazer juízo daquela situação; pois Jesus havia sido entregue a ele, pelos judeus e suas autoridades. E ainda perguntou ao Mestre, o que realmente ele havia feito? 

             Foi então que Jesus disse àquele pagão, completamente dominado, por trevas expeças, com as seguintes palavras: 

"Meu Reino não é deste mundo". Com esta frase, o Mestre fecha a questão! Pois sendo Pilatos politeísta, ainda não tinha condições de entender e jamais aceitaria a argumentação, sobre um Deus Único e que não fora feito por mãos humanas; esculpido em pedra ou madeira.  

              Continuando a falar, disse também Jesus se, o seu reino fosse em um plano material, logicamente teria também, aqueles que o defenderiam! Mas, o Reino o qual Jesus era Rei, o indeciso e apavorado Pilatos; não conhecia. O governador ainda insistiu na mesma pergunta: "Logo, tu és rei?" 

             O governador estava demasiadamente ansioso, para que tudo aquilo acabasse logo! Entidades de péssimo aspecto e exalando uma maldade extremada, envolviam Pilatos. Seu guia espiritual nada podia fazer, devido a sintonia de seu tutelado; que sempre foi trevosa. Porém - naquele momento - havia piorado muito, pois ele estava sendo dominado completamente em seu ponto fraco. Era a principal peça, do pai da mentira, para condenar o Cristo de Deus. 

           Jesus, responde ao governador que ele viera à Terra para isso, e dar testemunho da verdade. E todos que escutam suas palavras também são da verdade. A resposta do Mestre, teve um forte impacto no governador; não vendo nada para condenar Jesus, perguntou: "O que é a verdade?" Pilatos vai novamente onde estavam as autoridades judaicas.  

          Disse-lhes o governador que não encontrou nenhuma culpa em Jesus. Porém ainda insistiam em condenar o Mestre, porque estavam completamente dominados pelo "deus" antropomórfico - pai da mentira e da enganação - por isso, também estavam apavorados. 

         A pressão era enorme! Tanto nos judeus quanto em Pilatos.  Voltando Pilatos, onde deixara o Mestre, novamente lhe pergunta:

"Não ouves quantos testemunho contra ti e nada responde? Estão te acusando de vários crimes!"  

          Porém, o Cristo de Deus permaneceu calado. Por isso, a admiração do governador por Jesus; aumentou ainda mais e ele ficou admirado com tanta Força; e extraordinária - Inteligência Emocional - jamais experimentada por nenhum ser humano. Algo que somente no futuro distante, poderia ser classificada pela Psicologia.  Na verdade, Pilatos sentia-se em paz na presença do Mestre. 

Continua. 

             

                

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