quinta-feira, 15 de agosto de 2024

FÍSICA UNIVERSAL. ATITUDE FINAL DE PILATOS.

João, 19:4-15 

Mateus, 27:24-26   

                               Depois que os soldados romanos flagelaram Jesus, pondo em sua cabeça uma coroa de espinhos, Pilatos novamente saiu para dizer ao "povo", que não havia encontrado no prisioneiro Galileo, nenhum crime. 

                             Jesus estava vestido com um manto púrpura e uma coroa de espinhos na cabeça - que os soldados o obrigaram a usar - como zombaria, e sangrando muito, na cabeça e em todo corpo; também tinha um dos olhos fechados, devido a um soco. 

                      "Eis o homem!" 

                       Disse Pilatos, com uma voz embargada; não de emoção, mas por um pavor que tomava conta de seu corpo e sua alma. Duas entidades malignas - de péssimo aspecto - lançavam fluídos de cor escura, em seu sistema nervoso central. Em sua corrente sanguínea, Elementais primários, circulavam livremente indo e vindo para, e do cerebelo. O cérebro do governador, estava totalmente tomado por larvas mentais. 

                     Os principais sacerdotes e os escribas, ouvindo as palavras de Pilatos, também gritavam enfurecidos, cujos Espíritos também já estavam tomados por entidades diabólicas, gritando a plenos pulmões: "Crucifica-o! Crucifica-o!"  

                    Pilatos - cada vez mais apavorado - argumentou, para que eles o crucificassem! Pois não havia encontrado nenhuma culpa nele. "Nenhum crime" Dissera Pilatos. 

                   No entanto, todos eles gritavam cada vez mais alto! Para o governador, parecia que seus ouvidos tivessem ampliado a capacidade auditiva - fruto da fluidificação tenebrosa - das horrendas entidades ao seu lado. Claúdia - sua esposa - havia alertado o marido, para que não se envolvesse com aquele Justo! Porque ela, durante um sonho; havia sofrido muito por causa dele.

                  Responderam os judeus ao governador:

"Nós temos uma Lei e, segundo a Lei, ele deve morrer, porque se fez passar por Filho de Deus". 

                Esta resposta, fez com que o pavor de Pilatos aumentasse ainda mais. Voltando novamente a dialogar com Jesus, disse-lhe que tinha o poder de crucificá-lo e também, para soltá-lo. Resposta do Mestre do Amor Universal: 

"Nenhum poder teria sobre mim, se não fosse dado por meu Pai; por isso, quem entregou-me a ti, tem um pecado maior". Com estas palavras de instruções misericordiosas, Jesus ainda tentou acalmar o Espírito do governador, que estava totalmente tomado pelo pavor e em total desorientação psíquica. 

                O desejo de soltar aquele JUSTO - como havia-lhe dito Claúdia - era grande! Porém, o seu medo era ainda maior. Mais apavorado ainda ficou, quando seus ouvidos captaram gritos dizendo: "Se o soltar, não és amigo de César! Todo aquele que se fizer rei, é contra Cézar". 

              Aquelas palavras foram a cartada final do "deus" antropomórfico, contra a indecisão de Pilatos. Seu guia espiritual - também ao seu lado - tentava fazer o que podia, para que seu tutelado não desfalecesse, diante daquela turba enfurecida, e também para que entidades malignas, causasse maiores danos, ao físico e ao corpo perispiritual de Pilatos. A sua consciência o julgaria; segundo as Leis Imutáveis do Inefável e Incriado. 

          Pilatos - meio cambaleante - devido a enorme pressão, ainda disse: "Eis o vosso rei!" Era a hora sexta. (Meio dia)

           A resposta da turba - acompanhada por demônios infernais - responderam, inclusive pelos principais sacerdotes e escribas, em um delírio insano:

"Não temos rei senão Cézar!" 

          Foi então que Pilatos sucumbiu de vez! Totalmente dominado por um pavor indescritível - que ele próprio - nunca houvera sentido, mandou que lhe trouxessem água; para finalmente, em um ato simbólico, também sugerido pelo pai da mentira e da enganação, como que ironizando; Pilatos lavas as mãos dizendo: 

"Estou inocente do sangue desse Justo. Fique o caso com vocês". 

          A turba ainda argumentou que, o sangue de Jesus cairia sobre todos eles e seus filhos; como que uma vingança! Vingança esta, que os descendentes teriam que resgatar. Diga-se de passagem, todos os seres humanos, que não fossem do rebanho do Bom Pastor. 

         Assim - também para satisfação dos loucos, Pilatos libertou Barrabás - que eles aclamavam - que foi lançado na prisão, por motim e homicídio. Quanto ao Cristo de Deus - depois de ter sido flagelado - por psicopatas e sádicos; foi entregue pelo governador à vontade dos demônios e de loucos reencarnados, para que fosse crucificado, Como um Cordeiro manchado pelo próprio sangue; que fora derramado, para Salvar o que estava perdido. 

        Nesse momento, os infernos festejaram! Porém, por pouquíssimo tempo.

Muita Paz. 

Continua. 

        

            

                   

                         

                         

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