João, 18:19-23
Antes de ser levado a casa do Sumo sacerdote Caifás, Jesus foi conduzido a casa o sacerdote Anás; que era sogro de Caifás. Anás teria comentado com os judeus: "É conveniente que um só homem morra pelo povo".
Isso porque - como escravo do "deus" antropomórfico - sempre fazia e obedecia a suas ordens.
Já na casa de Caifás - que era o Sumo sacerdote naquele ano - o Mestre foi interrogado por este sacerdote. O local - infestado por entidades malignas - pois Jesus permitiu a presença delas - para que se cumprisse as palavras dos profetas a respeito de seu martírio.
Caifás, interrogando o Mestre, pergunta-lhe a respeito de sua Doutrina, de seus discípulos e seguidores. Caifás já estava ciente do conselho de seu sogro, em matar Jesus, e então acabar com o temor de todos eles, ao pensar que o Cristo de Deus, viera para tomar seus lugares e destruí-los. Mau sabia eles que, quem iria destruí-los, seria o próprio "Príncipe das trevas"; o pai da mentira e da enganação, que veio ao mundo para enganar e escravizar os seres humanos.
A resposta de Jesus, foi firme, lógica, de bom senso e verdadeira. Disse o Mestre que, ele sempre estivera presente na sinagoga e falou abertamente, para todos os que desejavam ouvi-lo. Por que então, desejavam prendê-lo? Por dizer a verdade? Pois nada foi dito às escondidas.
Também recomendou Jesus, para que Caifás perguntasse a todos que ouviram suas palavras, se estas tinham algum conteúdo contrário, às Leis estabelecidas por Moisés. Pois ele não viera destruir a Lei; e sim. dar-lhe prosseguimento.
Nesse momento um dos guardas do templo, esbofeteia Jesus, alegando desrespeito ao sacerdote. A resposta do nosso Senhor Jesus Cristo foi: "Se falei mal, testifica sobre o mal; se falei bem, por que me bates?"
Na verdade, nada de desrespeitoso havia na resposta do Nosso Senhor Jesus Cristo! Porém, o que sobrava naqueles seres humanos - presente no local - além de trevas expeças, era a concupiscência de cada um deles. E, cada um deles, tinha somente um interesse! Obedecer as ordens do seu senhor - como escravos que eram - do "deus" antropomórfico; ou seja, matar Jesus.
Muita Paz.
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