domingo, 16 de outubro de 2022

FÉ E CULTURA.

 Acolhei o que é débil na fé, não, porém, para discutir opiniões. - Paulo (Romanos, 14:1) 

                       

                            Convenhamos, fé e cultura, nem sempre estarão juntas, durante a caminhada evolutiva das criaturas. Às vezes, determinadas sociedades, conquistam elevados níveis de cultura e desenvolvimento científico tecnológico e, no entanto, permanecem engatinhando como crianças, ao tratar-se de fé religiosa. Por isso, ficam mais vulneráveis às fraquezas morais. Ao passo que, outro grupo de indivíduos que preocuparem-se com a elevação dos sentimentos em torno de um Poder Maior, com esperança e confiança, em um futuro pleno de realizações, em nome do amor e do bem, a isto pode ser chamado de fé. 

                         Certamente, o progresso de uma sociedade - cuja fé no Criador - seja o pilar, a cultura e o progresso científico, far-se-ão com maior segurança moral. E também, sempre que as vicissitudes - que é natural - em nosso mundo de provas e expiações, assombrar nossas vidas, não haverá desespero coletivo; mas, o amparo da fé, para aqueles que a tenham como apoiadora e distribuidora de esperanças.  

                      O trabalho da ciência é a investigação e descoberta dos meios que proporcionam aos homens, viverem com conforto e reconforto, mediante as provações naturais da sua caminhada evolutiva. Já a Fé religiosa, é a garantia de que, quando a ciência não tiver condições de dar a resposta devida às criaturas - mediante catástrofes e pandemias - a Fé religiosa é garantia de amparo salutar, para que uma sociedade inteira, não entre no desespero coletivo. 

                    Assim, havendo equilíbrio entre fé e cultura, haverá também, progresso seguro e moral salutar; evitando ataques das potestades do mal, mau intencionadas - principalmente perante a instituição familiar - com atitudes macabras e perversidades absurdamente trevosas. 

                   O equilíbrio deve ser o objetivo de uma sociedade - a respeito de fé e cultura - ou correremos o risco de desencaminharmos a cultura, e ameaçados pelo fanatismo ou pelo deserto da descrença. O melhor a fazer é o auxílio mútuo, para que na semeadura da fé, aprendamos a ouvir antes de falar com propriedade. 

                  Paulo aconselhou-nos acolhermos aquele que é débito na fé! Não para fazer mais um fanático - entre palavras ocas e inúteis - mas, para ajudá-lo na conquista da Fé raciocinada. É da natureza humana, indagar, procurar, investigar, experimentar, teorizar, porém, na conquista da fé verdadeira é necessário, o trabalho - com humildade - no próprio sentimento, pela compressão, amor, e vontade de servir. E servir é iluminar-se.  

              

Muita Paz. 

                   

                           

                             

                     

                                          

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