Olhai por vos mesmos. (II João, 1:8)
O retorno ao corpo físico, será de acordo com os compromissos assumidos por nós, segundo nosso ônus perante a Lei de Deus. As aflições e dificuldades que enfrentamos é do tamanho dos nossos abusos e violações das Leis Divinas e humanas.
Enfermidades, dificuldades no aprendizado, déficit de atenção, dentre outras barreiras físicas, financeiras, morais que temos que enfrentar e superar, em nosso próprio bem.
Isso tudo, sem contar o encontro com os nossos piores desafetos, reunido no núcleo familiar e profissional. Desafios para nossa paciência, compreensão, resiliência, perdão de ofensas gratuitas, indiferenças e acusações várias. Verdadeiro cadinho angustioso acompanhado do cálice de fel como sobremesa.
Também, enfrentaremos a condição social -na maioria das vezes - não muito animadora, exigindo de nossa parte, grande dose de ânimo e boa vontade e persistência; o qual nos reajustarão posturas mentais e atitudes.
Sentimento de revolta, desânimo, irritação, ansiedade, insegurança, medo, inveja, ciúme, egoísmo, dentre outros sentimentos negativos - tudo que infligimos a outrem no passado - temos que enfrentar e resgatar. Aflorando do labirinto de nosso inconsciente, sempre surgirão para assombrar-nos, nas horas mais impróprias.
Nesse mesmo labirinto, onde encontra-se, nosso "Minotauro" particular! O representante de todas as nossas aflições e provocador por excelência. Destruí-lo é impossível! A única forma de apaziguá-lo é reeducando-o e conquistando sua amizade; através do perdão, paciência, compreensão, tolerância, renúncia, humildade, respeito, amor.
Somente assim teremos um pouco de paz para dar continuidade à nossa caminhada evolutiva, resgatando compromissos, consciente de que somos Espíritos perfeccionistas em evolução infinita; e não apenas como filhos do calvário; aqueles que hora estão no fogo, hora estão na água fria. Em um mosaico cego, de sofrimentos, aflições e constante revolta, odiando a vida e tudo a sua volta. Quando enfrentam também, profundas depressões.
Se não queremos isso, o tempo está acabando! Tomemos uma decisão já ou continuarmos sendo trânsfugas do dever, em todas nossas atitudes. Disputando poderes efêmeros, em benefício próprio - político e econômico - em nome de que e de quem? De Deus é que não é. Não foi isso que Jesus ensinou.
Não desperdicemos esta grande oportunidade de redenção e libertação, valorizemo-la burilando sentimentos buscando entendimento das verdades Divinas, pela exata compreensão dos ensinamentos evangélicos e assim, conquistar a Fé raciocinada. Quem procura acha, acha o que procura; seja Bom ou menos bom.
A dor, quando é bem compreendida, passa de sofrimento para resgate de compromissos. Isto é conversão em roteiro de luz. Tudo isso requer, vontade, força de vontade e persistência; qualidades estas, que estão adormecidas em nosso íntimo; bastando apenas acordá-las com a Fé, esperança e confiança em Deus e Jesus.
Muita Paz.
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