Bem aventurados aqueles que choram. - Jesus (Mateus, 5:4)
Não podemos esquecer que aflição e tranquilidade, ainda são paralelas a influenciar os seres humanos no planeta Terra desde o seus atávico. Lembremo-nos, no entanto, das aflições gerando tranquilidade e também, da tranquilidade gerando aflições. Dependendo da guerra de egos das criaturas.
Ainda na erraticidade - para acalmar a consciência - pede o Espírito, um corpo físico, propondo-se ao reajuste necessário, para quitar seus compromissos perante a Lei Divina. Porém, devido ao obscurantismo do egoísmo e orgulho de casta, olvida e renega, todas e quaisquer dificuldades na caminhada evolutiva.
Assim, acaba mentindo para ele mesmo, numa tentativa negativista da realidade que ele mesmo havia comprometido cumprir. Então, como o mau aluno que recusa a lição ministrada, pela Lei do retorno, vagueia renegando a realidade, para esconder-se em um sono sem sonhos, de ilusões e mentiras materialistas, na tentativa de satisfazer desejos e na satisfação dos sentidos.
São condições efêmeras, idealizadas e construídas pelas criaturas, numa atitude rebelde, que somente adiará as realizações planejadas. Permanecendo em trincheiras de ouro, mas ainda escravos de Potestades sombrias, com a ilusão do poder.
Esta é a verdadeira razão, da permanência do mal na Terra! Por isso, as lágrimas, sofrimentos e sacrifícios em vão. Flagelações e abismos profundos, esperam estas criaturas ainda presas às ilusões do poder financeiro e político; numa tentativa louca da felicidade, em detrimento daqueles que estão na miséria, fome e morte. Guerras e destruição, estarão em suas consciências! Onde prestarão contas, sob acerbos sofrimentos milenares.
Não recusemos problemas! Pois o maior problema é não ter problemas; ou seja, enquanto o Espírito estiver sob o jugo da própria consciência! Então - de joelhos - rogará a Misericórdia Divina, por uma nova oportunidade no macacão de carne, quitar suas dívidas perante as Leis de Deus; de preferência com bastante problemas para solucionar.
Sigamos o exemplo do Mestre, que na Terra, jamais recusou nenhum desafio proposto pelo mal; preferindo - para ensinar-nos - uma cruz infamante - mediante a incompreensão de seus contemporâneos, indiferença dos companheiros e o supremo testemunho de Amor na cruz. Depois de ter vindo até nós, numa manjedoura humilde, acompanhado apenas dos genitores, alguns pastores e seus animais.
Muita Paz.
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