A manifestação do Espírito é concedida a cada um, visando a um fim proveitoso. Paulo - (I Coríntios, 12:7)
Quando o Espírito reencarna, propõe-se a executar um programa, elaborado pelos seus mentores, ainda na erraticidade. Tudo de acordo com seu ônus perante a Lei Divina e sua condição de cumpri-la. Deus nunca dá-nos uma "cruz" que não possamos suportar.
Somos como aquele trabalhador que, ao receber uma determinada tarefa, com atribuições e responsabilidades específicas, tem que prestar contas das atribuições ao término da mesma. E nossa empreitada inicia-se no núcleo familiar o qual fomos destinados, segundo compromissos assumidos em vidas passadas, com os membros desta mesma família. Este será o nosso primeiro encargo.
Como não viemos à Terra para gozar férias, teremos que conquistar nosso sustento com o suor de nosso rosto e também de todo o corpo. Previamente, nossas aptidões já foram estudadas e sugerida a nós, pelos mentores de nossa reencarnação - a maioria das vezes fazemos o contrário - optando pela profissão mais lucrativa. Por isso, pagamos o preço de fazer aquilo que não gostamos. Daí a sensação do alongamento das horas durante o trabalho.
Sendo que, todas as conceções necessárias ao bom cumprimento de nossas tarefas vem do alto, estamos aptos - segundo a necessidade e o compromisso individual do reencarnado - de realizarmos todo o programa aceito ou determinado pelos mentores, de, repito, os compromissos perante a Lei de Deus, de cada reencarnante. Nem todos os Espíritos - ainda na erraticidade - terão o merecimento e direito, de participação, da própria programação de seu reencarne. Existem aqueles, cuja recalcitrância seja tão severa que, não podem opinar; pois tamanha é a gravidade de suas dívidas, perante as Leis do CRIADOR. Isso é denominado de reencarnação compulsória. Os Espíritos nestas condições, de tanto abusarem do livre arbítrio - violando as Leis Divinas - abdicaram-se desse direito, pelas suas ações maléficas, contra seus irmãos na Terra; quer seja por crimes ou atitudes semelhantes.
Olhemos à nossa volta! Com olhos de ver e ouvidos de ouvir; e saberemos onde e quando, apresentarmos para o trabalho edificante. Não estamos em momento algum, privados do ensejo do auxílio o ao próximo, elevar, consolar, instruir, renovar. Nunca nos detenhamos! A única coisa que não muda é a Lei de Mudança; pois muda tudo. Todos nós somos amparados pelo Senhor da Vida. Descubra em seu coração, a indicação que recebeu para servir na seara do Mestre; segundo as próprias possibilidades e habilidades conquistadas; enriquecendo sentimentos e suas mãos, pelas Bênçãos do Senhor.
Muita Paz.
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