"E perguntou-lhes: E vocês, quem diz o que eu sou?" (Lucas, 9:20)
Jesus inqueriu seus discípulos, para saber o que eles pensavam dele; e o que representava para os doze companheiros.
Pois, o Mestre, era alvo de muitos questionamentos, vindos de todos os setores, da sociedade a qual vivia. Todos ficavam atônitos e até mesmo amedrontados, com suas palavras, acompanhadas do testemunho de suas ações coerentes.
Ninguém - naquela época e local - jamais agira, com tanta ética, honestidade e fraternidade humana, para com todos - não importando a classe social - e muito menos, fez distinção de ninguém; que o procurara.
Nunca evitou, a companhia daqueles que - devido a condição social - eram execrados pela elite, do topo da pirâmide. Atendendo a todos, com a mesma atenção, amor e carinho desmedidos.
Muitos daqueles que tiveram contatos com o Mestre do amor, não compreenderam e também, não tiveram e não fizeram nenhum esforço em compreender, seus ensinamentos e suas atitudes, para com todos os necessitados que a ele se dirigiam em total desespero.
Estes - através dos séculos - continuam a serem enganados e engodados, pelo "deus" antropomórfico; pai da mentira. Preferindo a ilusão da liberdade e satisfação dos desejos materialistas. Não percebendo que tornaram-se escravos; ao unirem-se a este ser maligno.
Foram escravizados e enganados, pela vaidade, ambição, preconceito, e demais concupiscências, que os levaram, pela sintonia trevosa, entregar a própria alma, em troca de bens materiais e poder; que permanecerá cativa, até que percebam o grande erro que cometeram.
Porém, no íntimo dos neófitos sinceros e fiéis, a pergunta do Cristo Galáctico, é considerada de grande importância. Cada um - daqueles que uniram-se - ao Cristo de Deus, pela sintonia em sua Luz imperecível.
Assim, terão suas próprias opiniões, relativas à sabedoria e à misericórdia, as quais foram agraciados.
As palavras negativas e vãs - a respeito do Mestre - provem daquelas almas perdidas e escravizadas, pelo pai da mentira e de todas as abominações. Aos verdadeiros discípulos do Mestre, cabe o testemunho - com Fé raciocinada, boa vontade e coragem - sempre que forem convocados, como os trabalhadores da última hora.
O que realmente importa, são os ensinamentos - que nos foram transmitidos - e a nossa coerência, em falar e praticar; tudo que aprendemos com o Cristo de Deus.
Muita Paz.
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