"Porque isso fez ele, uma vez, oferecendo-se a si mesmo." - Paulo. (Hebreus, 7:27)
Para entender e conscientizar-se, de o Cristo de Deus, ter-se entregado, ao suplício no madeiro infamante - e ainda entre dois ladrões - temos que nos reportar, ao comportamento psíquico-espiritual daqueles tempos.
A classe sacerdotal - composta por fariseus e saduceus - duas vertentes políticas que discordavam entre si a respeito dos livros contidos na Torá. Além disso, continuavam presos à forma da Lei antiga, não admitindo nenhuma mudança, segundo as circunstâncias e necessidades, da evolução natural.
Como o próprio Jesus disse - diante dos protestos - daqueles que renegavam a Boa Nova - "Não vim destruir a Lei; e sim, dar-lhe prosseguimento."
Além das questões religiosas, que se misturavam com as sociais, havia o egoísmo extremo, dos componentes daquela sociedade, e nenhuma disposição para a renúncia; por menor que fosse.
Então, para dar o testemunho de tudo que havia dito e praticado - em contrapartida às atitudes e acusações - ao que o Cristo chamou de Sinagoga de Satanás, entregou-se ao supremo sacrifício. E assim, salvou o que estava perdido.
Depois disso, nenhum cristão, que afirmasse autenticidade de sua fé, dentro de suas possibilidades e segundo as circunstâncias e necessidades, também deveria estar disposto a renúncia. Principalmente, ao ser assediado - com as propostas infames - do "deus" antropomórfico, e pai da mentira. Ferrenho inimigo do Cristo Galáctico.
Portanto cada um de nós - não importando a crença religiosa - temos condições de ofertar alguma coisa. Que seja o melhor de nosso coração.
Não olvidando de que, o Cristo de Deus, ofereceu-se em supremo sacrifício; para que toda a humanidade tivesse vida.
Muita Paz.
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