"São vocês tão insensatos que, tendo começado pelo Espírito, acabaram pela carne"? - Paulo. (Gálatas, 3:3)
Pela evolução natural, o Espírito - que foi criado simples e ignorante - procede das coisas mais simples e ínfimas. Passando pelos reinos, mineral, vegetal, animal e hominal; conquistando o raciocínio lógico e a razão. Portanto as "coisas" são o embrião do Espírito. Do átomo ao Arcanjo, e membro da consciência universal.
Porém, nem sempre isso acontece, em linha direta - como acontecera com o Cristo Galáctico - existindo aqueles, como disse Paulo, pela insensatez, ao tropeçarem nas próprias concupiscências - ao longo da caminhada - acabam recalcitrando-se; devido ao mau uso do direito de arbitrar. Desvinculam-se do Deus Verdadeiro, para vincularem-se, ao "deus" antropomórfico, pai da mentira, e deixando escravizar-se por esta potestade maligna.
Muitos são, aqueles que apelando pela misericórdia da espiritualidade de escol, conseguindo a graça, empenham-se na mina lucrativa, ao invés de - como agradecimento - esforçarem-se na manutenção da própria bênção, atendendo à convocação, para o trabalho na seara do amor.
Olvidando totalmente, da máxima do Cristo de Deus: "vai e não peques mais." Ou seja, saia da sintonia maléfica, una-se ao Deus Verdadeiro, e não erre o alvo novamente.
Grande número de iniciados nas letras evangélicas, candidatam-se ao trabalho iluminativo. Porém, surgindo a necessidade, de determinados sacrifícios e renúncias, entregam-se ao desânimo e má vontade. Alegando a dureza das tarefas; e para não dizer, das palavras.
Esquecem também, dos períodos multimilenários, os quais fomos servidos pelo Senhor da vida. Estes desvios do Espírito - perturbando a maioria dos neófitos - procedem da falta do "olhar, vigiar e orar"; sendo que a "oração", além de mudança do estado mental, é também - como a própria palavra diz - "é hora da ação".
Movimento útil e benéfico, para o Espírito que de boa vontade, força de vontade e persistência, abraçando as tarefas; não cede às provocações do "deus" antropomórfico; pai da mentira e de todas as abominações.
Trabalhemos sem espera de recompensas; dando de graça, aquilo que de graça recebemos. Principalmente a sensibilidade psíquica e mediúnica, em nome do Bem Maior.
Muita Paz.
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