sexta-feira, 30 de dezembro de 2022

RECAPITULANDO.

Porque amavam mais a glória dos homens do que a glória de Deus. - (João, 12:43)  

                        

                                               Por todos os séculos até hoje, vivem os homens, entre resplendores e glórias efêmeras, e erguendo estátuas para si mesmo, como que em comemoração às quedas no abismo moral. O mundo ainda é como um palco, onde as cenas são repetitivas. Numa constante instabilidade. 

                                Tudo alterna-se constantemente na sociedade humana. Existem sociedades de insetos, que parecem dar-nos lições de organização, disciplina, e principalmente, lógica, razão e bom senso; tamanha é a eficiência das referidas sociedades, destes pequenos animais irracionais. 

                                 Será que a conquista da razão fez mal aos seres humanos? É obvio que não! 

                                 A todos estes desenganos, desacertos, e todas estas anomalias, são consequências das recalcitrâncias que os homens teimam em repetir, a cada reencarnação. Esta teimosia, é porque os homens - em sua ganância, sede de poder, acúmulo de bens e supremacia científica - querem igualar-se à Deus. 

                                A alegoria, da suposta guerra travada nas coortes celestiais - entre os maus anjos e o Criador - é uma forma encontrada por Moisés, para justificar a prepotência, orgulho, vaidade e demais concupiscências humanas. Os homens teimam em igualar-se ao Criador. 

                                Assim, os homens - através das eras - tem amado mais a própria glória que a glória de Deus. 

                                O que fizeram a maioria dos seres humanos, das inúmeras oportunidades, oferecidas pelo Pai Eterno, para que ressarcisse seus erros? As inúmeras guerras travadas entre os homens através dos séculos, é a prova de que nem por um instante, aproveitaram e redimiram-se. 

                               A GRANDE MAIORIA, nem dá conta que, após a tempestade o Sol volta a brilhar; e que, o bambuzal, depois de deitar-se até o chão, mediante a fúria das águas, reergue-se; como que agradecendo ao Sol a nova oportunidade. Na natureza a reformulação é sempre para melhorar. Nas sociedades humanas, nem sempre haverá melhorias em determinadas promessas de mudanças. 

                             Deus, sempre está a procura do homem e sempre perguntando, sobre os dias ensolarados - e o que fez - de todo o progresso concedido a ele para que evoluísse. 

                             E todos os povos na Terra, ainda continuam desfazendo as más obras, e recomeçando tudo novamente. 

          

Muita Paz. 

                              

                                 

                                  

                                  

                                                 

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