Alimpai as mãos, pecadores; e, vós de duplo ânimo, purificai os corações. - (Tiago, 4:8)
Sofremos pressão e julgamentos, de cada criatura de nossa intimidade ou que porventura, estejam à nossa volta. Isso e fato notório e corriqueiro. No entanto, quem deve dar a última palavra - a respeito de comportamento e atitudes - é o nosso foro íntimo que, de posse da gama de conhecimentos conquistados, tomará as decisões baseadas na lógica, razão e bom senso dos ensinamentos evangélicos; ou deixar-se seduzir pela própria concupiscência.
O primeiro conduzirá o neófito, a subir mais um degrau em sua escala evolutiva; o segundo - ao contrário - conduz a malfadada criatura, beirar um profundo abismo moral.
É verdade que toda criatura humana é portadora de graves desvios morais, devido aos reflexos condicionados adquiridos em reencarnações passadas, por não respeitar as leis dos homens e muito menos, as Leis IMUTÁVEIS DO CRIADOR.
Não sendo fácil a conquista desta reeducação do ego adâmico, temos que - na maioria das vezes - renunciar aos desejos e prazeres da carne, os quais podem destruir todo um projeto de vida elaborado ainda na erraticidade - e quando temos merecimento - aprovados por nós próprios.
Frequentar templos religiosos, cantar hinos e louvores. No entanto, não é nada fácil darmos nosso testemunho, perante as dificuldades e percalços encontrados ao longo de uma existência material. Aí é que entra a vontade, força de vontade e persistência; e de posse disto, praticar o conteúdo do Evangelho, entre os nossos iguais. E também, não olvidar de responder à pergunta implícita em todos os portais, de todos os templos cristãos: "A QUE VIESTES?"
Sem um ideal espiritual, não podemos viver e resgatar compromissos sem o desespero e sofrimento; pois não teremos um "norte" em nossa existência na superfície do planeta. Viveremos como "filhos do calvário" no dizer de Emmanuel. Isso é que é sofrer!
A obra de elevação de si mesmo, carece de autodisciplina, compreensão fraternal e do espírito de sacrifício das nossas mazelas morais.
O apostolo Tiago recomenda a limpeza das mãos; como forma simbólica de burilar sentimentos e extirpar pensamentos negativos, que podem criar um verdadeiro pântano em nossa casa mental. Isso, somente o aprendiz poderá efetuar se, tiver a Fé raciocinada para não cair na fé cega e inútil; acreditando porque ouviu falar; mas nunca experimentou.
Isso é um trabalho para aqueles de ânimo duplicado e com um ideal espiritual elaborado; pois, segundo o apóstolo, semelhante mudança íntima, jamais poderá ser levada a efeito, através de palavras brilhantes.
Muita Paz.
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