Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho. - Paulo (Filipenses, 4:11)
O acúmulo de bens materiais, já é uma obsessão entre os homens, desde priscas eras. Nunca - na maioria dos lares e nas escolas - foi cogitado a instrução - em viver com o necessário; com uma vida simples sem afetação e luxo.
Este materialismo sendo difundido de geração em geração, resultou na exploração do mais fraco pelo mais forte; na busca da fortuna e do poder político. Também, devido a esta exploração, é que Jesus - ao ser interpelado por um jovem abastado - deixou-lhe uma preciosa lição, de como bem administrar uma fortuna, e ao mesmo tempo, dar uma melhor qualidade de vida aos seus empregados, através da justa remuneração. Proposta esta que infelizmente, recusada pelo rico, pois o mesmo achava que assim, perderia muito dinheiro.
Raros são aqueles que contentam-se com o necessário para sobrevivência. A incoerência humana não quer saber do necessário; e sim, do amontoamento de bens que a traça come e do poder proporcionado pelo dinheiro em abundância.
E toda esta ambição deu margem ao surgimento de ideologias estranhas e perversas, seduzindo parte da humanidade, em lançar mão daquilo que não lhe pertença. Então, esquecendo dos compromissos assumidos ainda na erraticidade - mediante as Leis de Deus - lança-se em uma louca jornada ao imediatismo; relegando a segundo plano, as oportunidades a ele concedida pela Misericórdia Divina, para o ressarcimento de suas dívidas de reencarnações passadas.
Ao ter a consciência de nossas responsabilidades e deveres - enquanto cristão e discípulos de Jesus - é hora de separarmos o que é bom para nossa evolução daquilo que poderá impedi-la.
O próprio Paulo testemunhou isso através da prática; contentando-se com que possuía, mediante acerbas disciplinas.
Será, que estamos na espera de alguém realizar tal aprendizado por nós?
Muita Paz.
Nenhum comentário:
Postar um comentário