Pois se nem ainda podem fazer as coisas mínimas, por que estais ansiosos pelas outras? - Jesus. (Lucas, 12:26)
Entre a sociedade dos homens, há uma supervalorização da mão de obra especializada em relação ao trabalho braçal. Porém, a maioria das pessoas - se pensarem bem no assunto - perceberão a importância daqueles trabalhos considerados humildes, mas se não existisse quem os executassem, causariam enorme transtorno.
Imaginem se determinado dia, o lixeiro não aparecesse mais para trabalhar? E a exemplo deste, também os profissionais da limpeza, nos hospitais e demais repartições - quer sejam públicas ou privadas - e o padeiro; o pedreiro; o motorista; e assim por diante; com todos os operários da sociedade humana.
O mundo simplesmente pararia. Todos os setores de uma sociedade têm sua devida importância. Esta interdependência é comum em todo o universo. Não existindo obra perfeita entre os homens, todos nós somos de igual teor.
A diferença é apenas uma questão de habilidades temporária - devido as circunstâncias e necessidades - para evolução do ser humano. Superior é Jesus; nosso Guia e modelo de Perfeição, e acima de tudo, está o Criador Eterno.
Devido a vaidade, orgulho e demais concupiscências, o ser humano é fascinado pelas situações de grande evidência bem como pelos destinos mais empolgantes, que destacam a sua vaidade e orgulho.
Se olharmos para a natureza, também notaremos que, muitas coisas nelas destacam-se. Todo cuidado é pouco com os espinheiros e os bichos peçonhentos. Assim também é na selva de pedra! Para cada ser reencarnado existem centenas de entidades desencarnadas - e na maioria delas - nem sempre dispostas fazer o bem aos seus pares reencarnados.
Por isso, a necessidade, da execução das coisas mínimas - como recomenda o Cristo de Deus - antes de darmos um passo bem maior que as próprias pernas. Na senda do Criador existem as coisas mínimas - que são de nosso compromisso realizar - e na maioria das vezes, relegamos ao segundo plano.
A SINTONIA É PERTUBADA, QUANDO DAMOS OUVIDOS AS MÁS SUGESTÕES. O poema é obscuro ao faltar o verso denominado AMOR E CARIDADE. É de bom alvitre prestar atenção e executar as coisas mínimas. São os pilares das grandes realizações.
Por isso, a pergunta do Mestre do Amor: "Pois se nem podem ainda fazer as mínimas coisas, por que estão ansiosos pelas outras?"
Muita Paz.
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