Toda instrução deve ser acompanhada da humildade e bom senso. O conhecimento não é sinônimo de superioridade; é sim instrumento poderoso de libertação quando é alicerçado na verdade, amor, fé, esperança e fraternidade.
A pesquisa, ajuda a busca do conhecimento; porém, se não for acompanhado do bom senso, tornar-se-á um perigoso desvio em nossa evolução.
Ao sermos convocado para o trabalho na seara do Cristo, lembremos que o anonimato é um poderoso escudo para o ego. A natureza mostra-nos isto; o Carvalho não mostra as suas poderosas raízes encravadas na terra.
A língua é de grande utilidade quando for empregada em nome do Bem Maior. Cooperação silenciosa e longe de qualquer holofote; sempre acompanhada das bênçãos do Alto.
Chorar é um direito mas, enxugar as lágrimas e prosseguir confiante no Senhor da vida é um dever de todo cristão que presa a própria evolução espiritual.
Energia sim! Mas a brandura também ajuda na cura de toda e qualquer enfermidade moral. Não viemos à vida material para sofrer, e sim para um resgate consciente, e acompanhado da vontade, força de vontade e persistência, em nossa reeducação; enquanto Espírito perfeccionista e em constante evolução.
Busquemos sempre a orientação espiritual mas também não olvidemos nosso ideal; para que fique claro, qual é nosso propósito enquanto reencarnado.
O auxílio ao próximo será indistinto e sem espera de recompensas; caso contrário, estaremos tentando negociar com a Lei de Deus.
Mediante o próximo mais próximo - que vive debaixo do mesmo teto que nós - nossas atenções serão em dobro, porque são com eles nossos maiores e mais importantes compromissos.
Ao surgir o vendaval, imitemos o bambu! Que ao invés de enfrentar a poderosa ventania, dobra-se humilde; e sempre reerguendo-se após sua passagem.
Semearemos em terreno fértil dos corações de boa vontade; não perdendo a esperança que um dia, aquele terreno árido, também acolherá a boa semente. O tempo é o melhor conselheiro.
Por isso mesmo, nunca olvidemos da máxima do Mestre do Amor: "Vinde a mim, benditos de meu Pai! Pois tive fome e alimentaste-me; tive sede e saciaste-me; estive nu e vestiste-me; estive enfermo e prisioneiro e visitaste-me."
A nossa resposta ao chamamento do Divino Amigo será somente esta: "Senhor! Eis-me aqui! Faça-se em nós, segundo a tua soberana vontade."
Muita Paz.
Nenhum comentário:
Postar um comentário