Todo espiritista viverá - assim como os demais - navegando em mares perigosos mas, com a diferença de que a fé raciocinada e confiança em Jesus e no Pai Eterno, jamais esmorecerá; visto que a verdade realmente o libertou.
Trabalhará, não tão somente para o acumulo de bens materiais, nunca deixando-se guiar pela ganância e a usura. Esforçando-se em viver com o necessário. Se, o lucro o beneficiar, repartirá com seus auxiliares, dando exemplo de fraternidade e desprendimento. Segundo os ensinamentos de Jesus ao jovem rico. (Lucas, 18:18-30); (Marcos, 10:17-31); (Mateus, 19: 16-30)
Através do estudo sistemático da nossa Doutrina consoladora, aprenderemos a servir na seara do Mestre - sempre atendendo ao chamamento - sem afetação e alardes do ego; mas sim, com dedicação e humildade; como neófito em aprendizagem.
Diante da oportunidade de instruir falaremos; não somente com a língua; mas principalmente exemplificando - principalmente diante dos familiares - não olvidando, colegas de trabalho e demais pessoas de nosso relacionamento social.
Perante os cargos públicos, que a Providência Divina, houvera nos convocado para exerce-lo, façamo-lo com ética e responsabilidade ilibada. Tendo sempre em mente que, todo poder temporal vem do Criador; e nós somos apenas USUÁRIOS.
Se formos convocado a levar a mensagem através de textos, que sejam o mais simples e objetivo possível; não esquecendo que são destinados a instruir para a libertação e não para confusão ou desavenças ideológicas e políticas, puramente humanas.
Espelhemos a verdadeira Fé, aquela que através do raciocínio, estudou e compreendeu os fenômenos espirituais, para jamais cair no fanatismo da fé cega. Não olvidando da máxima: "Quando um cego conduz outro, ambos caem no foço."
O espírita não é e nunca será nenhum ser alheio à vida comum! Porém, ao ser chamado a servir, seu dever é fazer aquilo que pode; pois quem faz o que pode, está fazendo o máximo.
Muita Paz.
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