Na verdade, milagre é - algo que desconhecemos - tal como - a "tecnologia" empregada por Jesus, durante suas curas maravilhosas.
Não existe erro, em nossa reencarnação! Existe sim, a Lei de Deus, escrita na consciência de cada criatura, tal qual justo juiz, concede-nos nova oportunidade para ressarcimento de compromissos - contraídos em vidas passadas - quando abusando do direito de arbitrar, violamos as Leis Divinas.
Existem duas formas de aprendizado; a primeira é através da instrução - chegando até nós pela misericórdia do Criador - através de abnegados mensageiros do amor e da paz, ou ou por outros canais não menos importantes e fraternos.
A outra forma de aprendizado é pela experiência; é uma via dolorosa! Mas, muito efetiva e segura quando a criatura não cai na revolta e recalcitrância contra a Lei do Criador. Por isso a persistência no erro, irá conduzir-nos abolir o próprio raciocínio; que é o condutor para a conquista de valores morais e intelectuais, bens que a traça não pode comer.
Pelo reconhecimento consciente do erro, indica que a criatura dá os primeiros passos em direção ao bom senso da não reincidência no erro. Assim, para início do acertar, é de bom alvitre a prática da máxima: "Conhece-te a ti mesmo;" para um pouco mais tarde, conquistar o equilíbrio entre razão e sentimento e evitar o sentimentalismo inútil.
Este mergulho analítico das profundezas da alma, requer uma boa dose de humildade e a vontade em fazer o que é certo e de bom senso, para o próprio bem. Autocrítica constante sem medo de encarar e assumir os próprios erros; ao invés de esconde-los "debaixo" do ego.
Sair da ilusão e do sono sem sonhos; tendo como estímulo um ideal de vida - tal qual timoneiro - a guiar-nos rumo a evolução espiritual. Avançar com a garantia do equilíbrio, é evitar - através da autocrítica - sempre tropeçando na impropriedade ou nos excessos, desviando-se da razão e do bom senso.
Uma análise íntima, garante-nos o livramento das lisonjas e censuras, sarcasmos e elogios; perigos que estão sempre na espreita de uma falha em nosso equilíbrio, através de provocações e estímulos do ego.
Sejamos um rigoroso e cuidadoso fiscal de nós mesmos! Somente assim não seremos um verdugo apontando o dedo para quem não concordar com nosso pensamento e atitudes; não olvidando que, ao fazermos isso, teremos três dedos apontados para nós.
Sejamos sim! Nossos próprios juízes! Para que no porvir, não amarguemos a condição de réu.
Muita Paz.
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