Sendo a mediunidade poderoso meio da expansão da Doutrina Espírita, devemos lembrar que a nossa Doutrina Consoladora e mediunidade, são inteiramente distintos um do outro. Visto que a mediunidade é orgânica, todos somos médiuns e compromissados com a Lei Divina.
Embora não somos obrigados à prática mediúnica, lembremos que na maioria das vezes ao apresentar-se em nós mais ostensiva, não foi obra do acaso e sim atendendo a nossa própria rogativa.
Tenhamos em mente que, não existe aquela mediunidade mais importante de todas e sim, a seriedade e dedicação dos médiuns, perante o compromisso assumido. É antes de tudo uma fonte de bênçãos, quando os medianeiros cumprem este compromisso sem espera de recompensas.
Assim, o médium responsável não preocupa-se com o fenômeno; e sim, com a humildade e fraternidade diante dos mais necessitados.
Cuidando sempre para que não deixe-se levar pelo misticismo e principalmente pela vaidade aceitando elogios que são verdadeiras armadilhas para o medianeiro.
Nunca perder a paciência ou ser demasiadamente duro no trato com os irmãos em situação desesperadora. Quem propõem-se ao trabalho na seara do Cristo terá como objetivo acertar.
Atenção, cordialidade acompanhada de firmeza, paciência e compreensão; não olvidando que, não somos juízes e sim, humildes trabalhadores da última hora.
Palavra indisciplinada causa distúrbio nas forças espirituais envolvidas nos trabalhos mediúnicos.
Analisemos com prudência e principalmente mantendo o equilíbrio entre sentimento e razão; para que possamos ajudar, e não confundir ainda mais os irmãos em sofrimento.
Bom senso e caridade, andam sempre de mãos dadas.
Não olvidemos que a mediunidade é e sempre será, uma abençoada oportunidade, para que possamos atravessar a Porta Estreita, consciente do dever cumprido. Esta bênção nunca afasta-se do medianeiro! E sim, o médium que esquece do compromisso assumido.
Muita Paz.
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