A séculos na Terra, vem falando-se do perdão de Deus aos pecados dos homens. É claro que o Criador é Misericordioso, Soberanamente Bom e Justo, Pai de todos indistintamente. Porém, a Lei de Deus, está escrita na consciência de cada ser humano. E por isso mesmo a sua própria consciência é também, aquela que atormenta-o, até que ele resgate essa dívida assumida ao abusar do direito de arbitrar, violando as Leis Imutáveis do Criador. Embora perdoado ainda não limpo.
Evite a violência a todo custo pois, mesmo com intuito de defesa, não deixa de ser violência e as consequências advindas desse ato são imprevisíveis. Não seja violento também com palavras, pois a língua - como já foi dito - é um fogo abrasador, com poder de destruir mentes e corações inseguros e frágeis. O custo disso pode ser devastador.
Embora fomos perdoados pelas ações ofensivas, esta mesma ação nefasta, certamente volta para nós pela lei do retorno; e ainda somos julgados e condenados no tribunal da própria consciência. Ficando livres somente após resgatarmos tudo. Se a nossa vigilância falhou, seremos perdoados sempre, no entanto, rogaremos de joelhos, uma nova oportunidade de ressarcimento através da reencarnação.
Toda mágoa que provocamos no coração de outrem, levando-o ao desespero e ao desatino, é compromisso assumido perante a Lei de Causa e Efeito. Teremos que ressarcir isso, mesmo estando perdoado. Culpou a consciência, está no inferno; não culpou, está no céu. Obs. Não tem como não sentir culpa, quando houver violação da Lei.
Quando atacados, ridicularizados, provocados - principalmente pelos provocadores desencarnados - insultados, humilhados, abandonados - mesmo sendo pelos genitores ou filhos - mantenhamos sempre a fé e confiança no Criador; perdoando sempre. Para que o ódio e a revolta não domine-nos, e não leve-nos ao revanchismo e ao abismo. Todo cuidado é pouco durante nossa caminhada, pelos tortuosos caminhos da vida. Principalmente, diante desse final de Transição Planetária, em que o mal corre solto no mundo inteiro.
Não olvidemos as palavras de Allan Kardec, referindo-se à nossa postura enquanto Espíritos desencarnados: "Para o criminoso a presença incessante das vítimas e das circunstâncias do crime é suplício cruel."
Muita Paz.
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